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A história do uso da cannabis medicinal no Brasil teve um divisor de águas em abril de 2014, quando a justiça deu a primeira liminar para que uma brasileirinha, minha filha, pudesse importar um derivado da maconha, sem que a ANVISA pudesse reter esse medicamento.

Desde então, muitas foram as conquistas e avanços que passo-a-passo foram sendo consolidadas:

  • salvo conduto para plantação individual
  • salvo conduto para plantação por ONG
  • painel de evidências da ANVISA que ampliou o leque de tratamentos
  • mudança no processo de desembaraço aduaneiro
  • mudança nos valores máximo de importação sem cobrança de impostos
  • THC mudou de lista também; e
  • diversos outros.
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Mantive contato constante com a ANVISA ao longo desses anos e fiquei contente ao saber que a agência estava preparando a regulação para o plantio e que a meta era aprovar e publicar até dezembro de 2017, fato que foi inclusive divulgado em mídia pela instituição.

Vivemos hoje no Brasil um momento crescente de maturidade em relação ao uso medicinal de plantas controladas, em especial a Cannabis, o processo de importação está relativamente consolidado, mas não é suficiente para atender às atuais necessidades da sociedade, não sendo o acesso uma realidade para muitas famílias.

Por isso, convido cada cidadão, família ou ONG para, assim como fiz, encaminhar oficialmente para ANVISA a sua solicitação de acesso ao “processo regulatório para o cultivo de plantas controladas”, pois devemos garantir transparência ao processo e lutar juntos para que a regulação atenda aos anseios e necessidade da sociedade.

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#PenseNisso

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