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Música

Vocalista do Nickelback tinha uma funcionária apenas para enrolar os seus baseados

O baterista do Steel Panther contou a revista Rolling Stone que ficou impressionado com o fato durante gravação conjunta de “It Won’t Suck Itself”

O Steel Panther se prepara para lançar seu quinto álbum de estúdio no final de 2019. Em entrevista à Blabbermouth, Stix Zadinia, baterista da banda, falou um pouco sobre o novo projeto e relembrou os sucessos da banda.

Uma das músicas mais divertidas de gravar, para Stix, foi “It Won’t Suck Itself”, de 2011. A faixa contou com a participação de Chad Kroeger, vocalista do Nickelback.

“Trabalhar com ele foi incrível. A gente foi até a casa dele, e ele tinha uma garota lá cujo único trabalho era bolar os beques. Era uma doidera. Juro por deus, não estou brincando, esse era o trabalho dela! Talvez ela fizesse outras coisas, mas naquele dia, foi só aquilo”, contou.

“Mas foi superdivertido trabalhar com ele. Ele é legal e criativo. A música foi feita bem rápida. A gente estava lá sentado, e Satchel [guitarrista] estava com uma guitarra e criou o riff. E aí o Chad fez as letras, e achei superinteressante, porque quando você escreve escreve com alguém novo, você nunca sabe como vai ser”, comentou o baterista sobre o processo criativo.

Steel Panther é uma banda humorística e satírica, que foca em imitar as bandas glam dos anos 1980. O Blabbermouth a descreveu como “Van Halen indo de encontro ao Motley Crue indo de encontro ao Ratt indo de encontro ao Wayne’s World e se completam com gritos de ópera, misoginia, solo de guitarra exagerados e inundação de libido”.

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Mundo Canábico

Cannabis no Uruguai tem aumento de 3,3% no preço

Segundo o jornal uruguaio, El País, o o preço da venda da da maconha estatal aumentou hoje em 3,3% e o pacote de cinco gramas passou a custar $220 pesos, que se convertermos pra moeda brasileira seria entorno de 27 reais. O Instituto de Regulamentação e Controle da Cannabis (Ircca), o psicoativo terá ajustes semestrais.

O Ircca é responsável por licenciar empresas privadas para produzir variedades chamadas Alfa I e II que são clones de variedades híbridas com predominancia indica (65 % indica e 35% sativa) e variedades Beta I y II que são clones de híbridas com predominancia sativa (65% sativa e 35% indica).

Quando as farmácias começaram a vender, o preço do pacote de 5 gramas era $187 pesos uruguaios, algo em torno de 22 reais. Em fevereiro de 2018, aumentou 6,9% e foi a $200 pesos, ainda em 2018, em agosto teve um aumento de 6,5% e foi pra $213 (cerca de 26 reais) e agora esse novo “pequeno” aumento.

No mercado negro, o grama da maconha de qualidade superior ou similar chega tem um preço mais alto.

Segundo o Irrca, no informativo sobre cannabis que divulgamos aqui em 30 de novembro, depois de 17 meses de funcionamento com as três formas de conseguir (venda em farmacias, autocultivo e clubes cannábicos), haviam 41.376 pessoas habilitadas para conseguir cannabis de forma legal.

31.565 pessoas compram e reservam cannabis nas farmacias, 6.980 estão registradas como cultivadores domésticos e 2.831 são membros de um dos 110 clubes canábicos“.

As farmácias começaram a vender maconha em julho de 2017 e até final de novembro do ano passado foram vendidos 383.280 transações, totalizando quase 2 toneladas, para ser mais preciso foram 1.916.400 gramas de maconha vendido. 61.5% foram vendidos nas farmácias de Montevidéu e o restante (38,5%) nas farmácias do interior.

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Notícias sobre maconha

Nova ‘fake news’ no whatsapp promete que Bolsonaro irá liberar uso de maconha

Muita atenção! Tem circulado no WhatsApp e em diversos perfis no Instagram e em outras redes sociais um link de notícia que afirma que Bolsonaro vai legalizar a maconha com a benção do Sérgio Moro. Há quem acredite em tal fato, mas convenhamos que não precisa muito para ver que é mentira.

A fake news (capa) usa ainda o link original do Portal G1 para confundir sobre essa matéria sobre maconha falsa. O próprio Bolsonaro já respondeu no twitter que não vai legalizar!

O fato que muita gente pensa que está trolando o amigo, mas acaba passando uma inverdade pois muitos não clicam no link. Por isso, se receber esse tipo de coisa não compartilhe.

Nós conseguimos a nova embalagem em primeira mão…

 

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Curiosidades Música

Biografia do Planet Hemp vira discussão entre Produtora da banda e Autor

Recentemente os fãs do Planet Hemp foram agraciados com duas maravilhosas obras que relatam a trajetória de uma das bandas mais importantes dos anos 1990. Um filme que ganhou um enredo especial contando a história do Skunk e o amor de dois amigos e uma biografia em livro, um pouco mais crua, que reconstrói trajetória em fotos, histórias e entrevistas. No entanto após o lançamento oficial do livro começou a borbulhar nas redes sociais postagens da Produtora do Planet ao autor da biografia até então tinha sido autorizado a realizar a biografia. Porém o que rolou não está escrito…

A história do Planet Hemp é emblemática. Eles chegaram a ser presos por apologia a droga. Só por cantar letras falando da maconha.
A história do Planet Hemp é emblemática. Eles chegaram a ser presos por apologia a droga. Só por cantar letras falando da maconha.

O debate se torna ainda mais complexo já quede um lado há quem defende a autorização prévia dos biografados o que resulta em uma prévia censura (veto). De outro há quem defende que a vida das “pessoas públicas” pertence a toda a sociedade, e que em caso de uma biografia com inverdades ou invasão de privacidade, no pior das hipóteses deveria ser resolvida juridicamente.

Nós não sabemos o que de fato aconteceu, mas o fato é que Marcelo D2 autografou a biografia e ao que tudo indica pareceu estar de acordo com o biógrafo. Já Marcello Lobatto, CEO da Produtora da Banda mostrou descontentamento em relação a história, sobretudo ao termo utilizado pelo autor do livro, afirmando que seria a história definitiva da banda.

Como assim definitivo se o Planet Hemp ainda tá fazendo história?

Marcelo D2 escreveu isso por se sentir homenageado ou já havia lido o livro?

Depois de uma semana de resenha a Na Moral Produções, empresa que administra a carreira do Planet Hemp, largou no dia 28/12/2018 uma nota em que critica a publicação da biografia “Mantenha o Respeito” que, segundo ela, “é uma colcha de retalhos de inverdades” sem contar aos fãs quais seriam elas e esquece de ouvir integrantes da banda como B Negão. Veja abaixo.

Não poderíamos fechar o ano sem essa nota de esclarecimento sobre o livro lançado a respeito do Planet Hemp. Afinal, foi…

Posted by Na Moral Produções on Friday, December 28, 2018

“Não poderíamos fechar o ano sem essa nota de esclarecimento sobre o livro lançado a respeito do Planet Hemp. Afinal, foi um ano excepcional para o Planet , com um projeto lindo como o Legalize Já – O Filme ganhando o mundo e conquistando prêmios em grandes festivais nacionais e internacionais de cinema, shows lotados em todo o país, 25 anos de banda; enfim, vamos ao motivo da nota…

Em primeiro lugar, “biografia definitiva”? Como dizer que essa é a história definitiva de uma banda que está em plena atividade? No mínimo, questionável. A história do Planet Hemp AINDA está sendo escrita!

Segundo ponto: como o livro que conta a trajetória do Planet Hemp pode se basear em apenas UMA conversa com o protagonista de tudo, o Marcelo D2? E pior, como simplesmente ignora a versão de pessoas tão fundamentais como BNegão, Black Alien, Fernando Gabeira, Marcello Lobatto, Maria Juçá ( Circo Voador), Eddie (produtor da banda há mais de 10 anos), entre tantos outros. Claro que houve muitos relatos de personagens importantes e queridos por todos nós, mas, como “esquecer” peças tão cruciais?!

Apoiamos o autor e fomos surpreendidos com uma grande colcha de retalhos de inverdades. Quando recebemos o livro e iniciamos a leitura ficamos em choque e após várias mensagens de integrantes da banda, figuras importantes do mercado musical e do próprio D2, decidimos que o mais honesto a se fazer seria compartilhar com vocês o nosso parecer.

Bom, para quem quiser ver boas fotos de acervo e ler sobre o ponto de vista de coadjuvantes, boa leitura. Agora, se você espera conhecer com profundidade e fidedginidade o que é a essência do Planet, não perca seu tempo.”

Cesinha Chaves, Marcelo D2, Pedro de Luna and Legalize Já no lançamento do livro na Headshop La Cucaracha, No Rio de Janeiro.

A resposta oficial de Gustavo Guertler, CEO na Editora Belas Letras, e Pedro de Luna, jornalista e escritor foi mais incisivo, inclusive pontuando toda a crítica de Marcelo Lobatto, CEO da Produtora do Planet Hemp.

1. Dos ex e atuais integrantes da banda e funcionários, o autor do livro entrevistou as seguintes pessoas:

Apollo (ex-tecladista da banda) – Entrevista gravada
Bacalhau (ex-baterista) – Entrevista gravada
Black Alien – Entrevista gravada
Formigão (baixista da banda) – Entrevista gravada
Eduardo Vitória “Jackson” (ex-roadie e guitarrista da banda) – Entrevista gravada
Felipe Casqueira (ex-produtor de estrada da banda) – Entrevista gravada
Kadu Carlos (primeiro roadie) – Entrevista gravada
Kleber França (técnico de PA) – Entrevista gravada
Marcelo D2 (vocalista) – Entrevistas gravadas
Marcello Lobatto (empresário da banda e responsável pela nota contra a biografia) – Entrevista gravada
Mario Caldato Jr (produtor dos discos da banda) – Entrevista gravada
Pedro Nicolas (ex-tour manager da banda) – Entrevista gravada
Ronaldo Pereira (primeiro empresário da banda) – Entrevista gravada
Seu Jorge (ex-percussionista) – Entrevista gravada
Zé Gonzales (ex-DJ da banda) – Entrevista gravada
Rafael (ex-guitarrista da banda) – Entrevista gravada
Renata Lopes (ex-funcionária da Na Moral Produções nos anos 1990) – Entrevista gravada
Bruno Pederneiras (atual guitarrista) – Entrevista por e-mail
Daniel Ganjaman (ex-guitarrista e tecladista) – Entrevista por e-mail
David Corcos (ex-roadie e produtor de músicas da banda) – Entrevista por e-mail
Germany Ribeiro (técnico de monitor da banda) – Entrevista por e-mail
Pedro Garcia (atual baterista) – Entrevista por e-mail
BNegão, que o autor considera realmente peça muito importante na história da banda, foi procurado por mais de uma vez; no entanto, não foi possível ouvir o seu depoimento por conta de incompatibilidade de agenda do artista. Claro que é uma ausência importante, mas o autor entendeu que o material reunido já era mais do que suficiente para contar a história da banda. Aguardar mais tempo por Bnegão seria falta de respeito com quem encontrou espaço na sua agenda para colaborar. Se mais alguém ficou de fora e considerou que deveria estar no livro, pedimos desculpas pela omissão, que certamente não foi voluntária.

2. Os áudios das entrevistas gravadas estão bem guardados com o autor e a editora e estão totalmente disponíveis para a imprensa.

3. O livro tem 496 páginas; dezenas de fotos inéditas de bastidores, e 116 pessoas participaram de sua produção, seja como entrevistados, seja cedendo fotografias ou documentos. Ao contrário da produtora, que chama essas pessoas de coadjuvantes, entendemos que elas são, sim, cruciais na história da banda. Este é o nono livro de Pedro de Luna, que viveu a cena do rock e do skate dos anos 90 e 2000 no RJ. Segundo o próprio D2 escreveu na sua dedicatória ao autor, “Pedro, só você poderia escrever essa história. Obrigado”. O objetivo foi sempre ouvir todos os lados da história, buscar a verdade sobre a banda com isenção e imparcialidade. Nesse projeto, Pedro se uniu à editora Belas Letras, que publicou, entre outros, as biografias de Anthony Kiedis (Scar Tissue), Paul Stanley (Uma Vida sem Máscaras), os livros de Neil Peart, Nasi, Ultraje a Rigor, Humberto Gessinger, entre outros, e ainda vai publicar ano que vem a biografia de Bob Marley mais bem avaliada pelos leitores na Amazon.

4. Em nenhum momento, ao contrário do que a nota insinua, ficou combinado que o autor permitiria acesso ao que estava sendo escrito para o empresário da banda, muito menos que ele coordenaria ou aprovaria o conteúdo. Não faria sentido nenhum a história do Planet Hemp ser submetida a qualquer censura do empresário, que tem seu próprio ponto de vista sobre os fatos – que não é o mesmo ponto de vista de outros integrantes da banda, é importante registrar. A ideia era contar a verdade nua e crua, doa a quem doer. A nota da empresa produtora da banda (que também administra o perfil da banda, e compartilhou as postagens nas páginas do Planet) só fortalece essa ideia.


5. Aos leitores, informamos que a biografia vai continuar sendo vendida e não será alterada, salvo se algum leitor identificar erros de informação, que serão corrigidos em próximas edições. Seria uma contradição que um empresário de uma banda que lutou a vida inteira pela liberdade de expressão tentasse desmerecer ou mesmo impedir a venda de uma biografia do Planet simplesmente porque ele não gostou do espaço que ocupa nela.

A história de uma banda não pertence ao empresário da banda. Ela é de todos que a construíram, no palco ou na plateia. E ninguém pode decidir qual é a história certa. Não vai ser o empresário da banda que vai dizer se ela é boa ou ruim (principalmente se ele achar que deveria ter ocupado mais espaço na história), se é completa ou não, mas o leitor. Temos a convicção de que fizemos o melhor que podíamos pelo Planet, todo mundo aqui queimou até a última ponta para entregar a história mais f* de todas para o leitor, a história que todo fã de verdade merece ler, não uma história chapa branca controlada por ninguém.”

Enfim, não cabe a nós dizer quem está certo ou errado, mas obviamente como fã ficamos imensamente chateado com esse tipo de situação. Já que foram mais de 15 anos sem a banda nos palcos e na época de ouro da banda ainda não tinha toda essa galera postando conteúdo freneticamente.

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Cinema e Televisão

Apresentadora da Globo responde a críticas após uma foto em plantação de maconha

Rio – Cris Dias, apresentadora do “Esporte Espetacular”, rebateu as críticas que recebeu por postar uma foto em que aparece em meio a uma plantação de maconha na Jamaica. Ela chegou a deletar a imagem, mas voltou a postá-la e falou sobre a polêmica. 

“Vocês julgam e condenam as pessoas dessa forma sempre? Fui atacada a ponto de ter que deletar a foto, tamanha a quantidade de ofensas que recebi. E pelo que mesmo? Por ter ido numa plantação? Plantação essa que, se bem utilizada, vira roupa, remédio e uma série de outros produtos. Procurem saber”, disse. 

Cris disse que gosta de viajar e conhecer novas culturas. “Quem corrompe a natureza é o ser humano. O preconceito e a ignorância está na mente de vocês. E triste mesmo é ser assim. A foto até desbotou”, escreveu a apresentadora, que postou a imagem em preto e branco.

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Visitei uma plantação de cannabis na Jamaica sim, onde a erva é usada para fins religiosos. Qual o problema? Gosto de viajar e conhecer os lugares e a cultura deles (nesse dia estava na região onde o rei do reggae, Robert Nesta Marley, nasceu, inclusive. Ele, que sempre falou de amor e paz em suas músicas). Vocês julgam e condenam as pessoas dessa forma sempre? Fui atacada a ponto de ter que deletar a foto, tamanha a quantidade de ofensas que recebi. E pelo que mesmo? Por ter ido numa plantação? Plantação essa que, se bem utilizada, vira roupa, remédio e uma série de outros produtos. Procurem saber. Quem corrompe a natureza é o ser humano. O preconceito e a ignorância estão na mente de vocês. E triste mesmo é ser assim. A foto até desbotou… #ficaadica ouçam mais Bob Marley, prestem atenção nas letras. Talvez vocês consigam ter o alcance do que estou falando. Feliz 2019! 🇯🇲

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A nova postagem dividiu os seguidores, já que saíram em defesa da jornalista enquanto outros a criticaram. “Péssimo exemplo para uma figura pública, e pior, ligada ao esporte”, falou um internauta. “Vergonhoso. Vc sabe quantas pessoas perderam suas vidas para o consumo e tráfico de drogas? Ridícula a sua publicação” , disse outro. “Bando de sem ter o que fazer, vindo comentar e ofender por causa da foto”, falou outro seguidor. “A ignorância ainda matará a humanidade”, afirmou mais um.

A jornalista Cris Dias embarcou para a Jamaica com Caio Paduan.  Ela mostrou momentos da viagem para seus seguidores no Instagram — um dos pontos turísticos que a apresentadora visitou foi a casa do cantor Bob Marley. Mas ela não imaginava tamanha repercussão.

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Legislativo

Ufa, Magno Malta não vai mais fazer política contra a maconha!

O ativismo proibicionista deve perder um dos mais ferrenhos contra a maconha, o político que conduziu uma oração em rede nacional logo após Bolsonaro vencer a eleição. O “vice dos sonhos” tomou um duro golpe após a recusa do posto e em recente entrevista ao The Intercept tentou disfarçar, mas mostrou abalado por não ter ganho nenhum ministério e afirma que não se dedicará mais a política.

Magno Malta parecia ter um lugar de destaque na equipe que comandará o país. Mas de uma hora para outra, porém, as coisas mudaram e ele perdeu o destaque em 30 anos de vida pública.

Primeiro, o capixaba que já foi recordista fazendo votos com campanhas contra a pedofilia e a maconha não conseguiu se reeleger como senador. Ele diz que abdicou de fazer campanha para si mesmo para se dedicar à de Bolsonaro e em seguida, foi deixado de lado pelo aliado. O pastor até chegou a dizer antes “vou ser ministro, sim“. Mas as pastas foram acabando e ele nunca foi chamado. O general Mourão, vice de Bolsonaro, chegou a se referir a Malta como “o elefante no meio da sala“, pois ninguém sabia o que fazer com ele.

Amanda Audi, do The Intercept teve a oportunidade de sentar ao lado dele no retorno para Brasília e descobriu que vai se dedicar a família e sair da vida pública após seis mandatos e afirma categoricamente que não quer mais disputar eleição.

O que Magno vai fazer à partir de agora? Segundo a entrevista ele vai se dedicar ao projeto de recuperação de viciados em drogas que mantém em Cachoeiro (motivo pela qual ele é a favor da proibição) ver os netos crescerem. “O meu papel foi feito. Tudo passa nessa vida”.

A matéria completa você lê aqui!

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Legislativo

Futuro ministro de Bolsonaro, Osmar Terra afirma “maconha faz mal a saúde e a sociedade”

O futuro Ministério da Cidadania do governo de Jair Bolsonaro que deverá acabar com os ministérios de Desenvolvimento Social, Cultura e Esporte, além da Secretaria Nacional de Políticas Sobre Drogas (Senad) parece não seguir as pesquisas e os avanços mundiais relacionados a cannabis. Ele afirmou em entrevista recente ao o Globo que deverá implementar um novo programa de combate as drogas.

O político, 68, médico com mestrado em neurociência, é conhecido por ter uma postura radical em relação à maconha, tendo trabalhado junto a outras figuras do cenário conservador nacional como Marisa Lobo e Ronaldo Laranjeira, prometeu também uma limitação do horário de comercialização de bebidas alcoólicas poderia reduzir os níveis de violência.

A limitação, de acordo com a entrevista, pode ser pontual, apenas “em lugares mais violentos”, a exemplo do que foi feito em Diadema (SP). A escolha dos locais afetados seria feita a partir de um mapeamento da violência.

Na rede social Twitter, o tema esteve entre os mais comentados na manhã desta sexta-feira (21).

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Ciência e Saúde

Tailândia aprova uso medicinal de maconha e pesquisas relacionadas

A Tailândia aprovou a maconha para uso medicinal e para pesquisa no natal, terça-feira (25), a primeira legalização da droga em uma região com algumas das leis mais rígidas do mundo em relação a entorpecentes. As informações são da agência de notícias Reuters.

O parlamento nomeado pela junta na Tailândia, país que até a década de 1930 tinha tradição de usar maconha para aliviar a dor e a fadiga, votou a emenda no Ato Narcótico de 1979 em uma sessão extra que fez parte de uma corrida para aprovar leis antes do feriado de Ano Novo.

“Este é um presente de Ano Novo da Assembleia Legislativa Nacional para o governo e o povo tailandês”, disse Somchai Sawangkarn, presidente do comitê de redação, na sessão parlamentar televisionada.

Enquanto países de outros continentes, como a Colômbia e o Canadá, legalizaram a maconha para uso médico ou recreativo, a droga continua sendo ilegal e tabu em grande parte do sudeste asiático, que tem algumas das mais severas punições do mundo por violações da legislação antidrogas.

Os traficantes de maconha podem estar sujeitos à pena de morte em Cingapura, Indonésia e Malásia, por exemplo.

Mas na Tailândia, a principal controvérsia com a legalização envolveu pedidos de patentes de empresas estrangeiras que lhes permitissem dominar o mercado, dificultando o acesso de pacientes tailandeses a medicamentos e de pesquisadores tailandeses a extratos de maconha.

“Vamos exigir que o governo revogue todos esses pedidos antes que a lei entre em vigor”, disse Panthep Puapongpan, reitor do Instituto Rangsit de Medicina Integrativa e Anti-Envelhecimento.

Alguns defensores tailandeses esperam que a aprovação abra caminho para a legalização com fins recreativos.

“Este é o primeiro pequeno passo”, disse Chokwan Chopaka, ativista do Highland Network, um grupo de defesa da legalização da cânabis na Tailândia.

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Curiosidades

Registros arqueológicos afirmam que os Vikings plantavam maconha

O que ainda é tabu no Brasil, parecia não ser para os povos vikings que viveram durante o século 7 na Noruega aparentavam ter um entendimento bem menos conservador sobre as plantas do gênero Cannabis. Pesquisas conduzidas pelo Museu Nacional da Dinamarca realizaram exames no solo do sítio arqueológico de Sosteli para comprovar que o plantio da maconha era comum entre os povos da região. É o que afirma a revista Galileu.

De acordo com a análise, a erva foi cultivada no sudeste norueguês entre os anos de 650 a 800. É provável que os vikings empregavam as fibras do cânhamo — nome recebido pelas variedades da planta Cannabis ruderalis — na confecção de roupas e cordas.

Ainda não é possível ter certeza se a Cannabis sativa era utilizada como droga terapêutica ou recreativa. Em um sítio arqueológico da região, entretanto, foi encontrada uma pequena sacola de couro com sementes de Cannabis que pertencia à uma idosa — a análise do esqueleto revela que a mulher sofria de diferentes problemas de saúde e, provavelmente, utilizava a maconha como analgésico para aliviar suas enfermidades.

Registros do uso da Cannabis são documentados há pelo menos 2,5 mil anos de idade, quando fragmentos de folhas de maconha foram encontrados ao lado de um corpo mumificado na China. Durante séculos, a planta não foi criminalizada: apenas no início do século 20 os países promulgaram leis que proibiram o cultivo e o consumo da maconha.

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Cinema e Televisão

Os melhores filmes para ver chapado no Netflix #6

Aniquilação


Esse filme é bem brisado, uma bióloga (Natalie Portman) cola em uma expedição secreta com mais outras três mulheres em uma região sinistra isolada da civilização onde as leis da natureza não se aplicam. Lá, ela precisa lidar com um mistério que não se sabe exatamente o que é e ainda tem que tentar encontrar o marido.

Mogli

Criado por uma alcatéia em meio às florestas da Índia, Mogli (Rohan Chand) vive com os animais da selva e conta com a amizade do urso Baloo (Andy Serkis) e da pantera Bagheera (Christian Bale). Ele é aceito por todos os animais, exceto pelo temido tigre Shere Khan (Benedict Cumberbach). Quando Mogli se defronta com suas origens humanas, perigos maiores do que a rixa com Shere Khan podem surgir.

Onde está Segunda?

Em 2073 o aumento crescente da população faz com que os recursos naturais da Terra se tornem cada vez mais escassos, especialmente após a América do Sul tornar-se um imenso deserto. A saída é investir em alimentos geneticamente modificados, de forma a ampliar a produção em um espaço físico cada vez mais limitado. Entretanto, tal iniciativa gera como efeito colateral o nascimento cada vez maior de gêmeos, o que aumenta ainda mais o problema da superpopulação. Neste contexto, Nicolette Cayman (Glenn Close) surge com uma proposta drástica: cada casal pode ter apenas um filho, e os irmãos são confinados em ambiente criogênico para serem despertados quando a situação do planeta estiver sob controle. Todos os países adotam esta proposta, com a criação de uma agência implacável que fiscaliza os cidadãos através de pulseiras eletrônicas. Apesar de tamanha vigilância, Terrence Settman (Willem Dafoe) consegue salvar a vida de suas sete netas fazendo com que elas se revezem nos dias da semana, de forma que todas assumam o codinome Karen Settman – o mesmo nome de sua mãe, que faleceu no parto. Trinta anos depois, as sete irmãs seguem esta rígida rotina até que uma delas, Segunda (Noomi Rapace), misteriosamente não retorna para casa.

Tau

Julia (Maika Monroe), foi sequestrada e agora é mantida em cativeiro para um experimento fatal. Ela é uma prisioneira de TAU, uma inteligência artificial avançada desenvolvida por Alex (Ed Skrein), o sequestrador. TAU controla uma casa futurista e inteligente, aparentemente à prova de fuga. Julia vai ter que correr contra o tempo para não ter o mesmo fim que as outras cobaias.

A vida secreta dos Bichos


Max é um cãozinho que tem sua vida virada de cabeça para baixo quando seu dono traz para casa um vira-lata desleixado chamado Duke. Mas as desavenças terminam quando um coelho quer se vingar de todos os pets que tem dono.

 

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