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SALVE Smokers!!! Satisfação total estar de volta pra mais um ilustríssimo post sobre cultivo de maconha aqui no Smoke Bud, e como a gente tá aqui pra facilitar pra vocês nesse quesito, o post de hoje aborda o assunto de maneira fácil, rápida e sem erro: como cultivar maconha em casa em 5 passos simples.

Muitas pessoas vem perguntado como eles podem plantar maconha em casa de uma maneira descomplicada e com gastos mínimos, então aqui vai um guia rápido de como começar um cultivo indoor efetivo. Mas antes de começar, vale a ressalva de sempre de que a gente responde todas as dúvidas e os comentários de vocês no espaço aqui em baixo, e que a gente também atende a galera que precisa de um help no inbox do Facebook. Demorou?!

Passo #1: Escolhendo um espaço para cultivar

O primeiro passo em qualquer projeto de cultivo é identificar um espaço esperto pro seu grow. Em casa, espaços pra grows tendem a ser menores e mais restritos do que a gente gostaria, especialmente dentro de casa. O grower caseiro muito comumente tem suas opções limitadas, como o closet, o armário ou a garagem, onde algum espaço extra possa estar disponível.

As primeiras considerações quanto à escolha do lugar pro seu grow indoor são o tamanho do espaço em si (incluindo altura) e a capacidade de ser selado e ventilado de maneira adequada. Trazer ar novo e fresco pra dentro do grow e tirar o ar já gasto e quente são muitas vezes negligenciados e subestimados na hora da montagem. Uma consideração secundária a ser feita pra alguns também é a segurança.

Os armários oferecem a melhor opção porque dão o espaço já relativamente selado comparado com um espaço de cultivo num sótão, porão ou garagem, o que pode requerer o fechamento de algumas janelas onde a luz de fora possa interromper o ciclo das plantas – mas se mesmo assim as últimas opções te parecerem mais adequadas, estufas de cultivo também oferecem uma excelente alternativa. Espaços fechados em locais de fácil acesso para dutos de exaustão (e pessoas) são preferíveis porque facilitam e muito o controle do clima ao redor das suas futuras plantas.

Mas claro que enquanto estufas de cultivo te permitem um excelente controle do ambiente elas vão se tornar um custo a mais para o seu grow. Estufas de cultivo indoor padrões com 100x100x200cm podem custar de R$500 a R$1.900, um investimento alto para a maioria das pessoas.

Passo #2: Comprando uma lâmpada de cultivo

A próxima grande consideração a ser feita montando o seu grow é o equipamento que você vai usar. A lâmpada de cultivo é o equipamento mais importante que você irá comprar, porque a luz é o ingrediente essencial da receita: sem luz não há como as suas plantas conduzirem a fotossíntese e produzir a energia que elas precisam pra sobreviver e prosperar com saúde.

A tarefa de comprar um equipamento de iluminação pode ser um pouco desafiadora pros growers de primeira viagem, mas não precisa ser assim. O cultivo indoor requer bulbos especiais que nós chamamos de high-intensity discharge (HID), ou em tradução livre, descarga de alta intensidade. Essas lâmpadas precisam de reatores dedicados pra funcionar, o que significa que elas não são do tipo que você pode simplesmente colocar num soquete qualquer da casa.

Pra complicar mais um pouco as coisas, existem dois tipos de bulbos HID mais usados pra cultivo indoor: vapor metálico (MH), que geralmente é usado pro estado vegetativo, e vapor de sódio (HPS), usado pra floração. Temos um conteúdo aqui no Smkbd explicando melhor como funciona a Iluminação no Cultivo de Cannabis.

Um sistema de iluminação com MH ou HPS pode custar de R$100,00 a até mais de R$: 1000,00 dependendo é claro da qualidade e potência da lâmpada, do reator e do refletor a serem usados. Growers econômicos costumam comprar um reator misto que pode executar tanto a lâmpada de vapor metálico quanto a de sódio, e a partir daí adquirir um bulbo de cada pra cada fase de crescimento.

Uma boa dica para todos os growers iniciantes é que o reator para lâmpadas vapor de sódio também funciona para lâmpadas vapor metálico de mesma potência, porém o contrário nem sempre é verdadeiro.

A questão central pro novo cultivador não é tanto sobre que tipo de lâmpada usar (na verdade você pode até conseguir usando só uma fluorescente pra ambos os estados vegetativo e floração), mas sim qual potência escolher. Lâmpadas de alta descarga utilizam bulbos variando de 150 a até 2.000 watts. Considerar isso é importante porque sua lâmpada vai ser a fonte primária de calor – e o calor é um grande inimigo das maiorias dos grows indoor.

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Usando a metragem de 120x120cm como exemplo, e assumindo que serão 4~6 plantas no grow, uma lâmpada de 400w ou 600w seria a melhor aposta, dependendo do quão bem você pode ventilar seu espaço e da relação potência x lúmens de sua lâmpada. Se você está confiante de que pode retirar o calor de dentro e manter a temperatura por volta dos 23oC, então uma lâmpada de cultivo 600w vai ser o melhor custo benefício em termos de rendimento.

Muitas pessoas perguntam sobre Painéis de LED para cultivo, especialmente pra grows pequenos, mas os melhores painéis de LED do mercado não saem por menos de 500 reais por unidade. Porém, se você possui o espaço e o investimento, as LEDs são sim uma excelente opção pra luz complementar juntamente à sua lâmpada de descarga de alta intensidade.

Passo #3: Meio de cultivo e vasos

Antes de abordarmos os vários tipos de sistemas de grow de maneira mais detalhada, deve constar aqui que os growers iniciantes devem ser encorajados a começar mantendo tudo simples e básico. Por exemplo, não há o porquê de se gastar quantias exorbitantes com fertilizantes importados se você não sabe nem como controlar o PH e EC, estaria somente jogando dinheiro pelo ralo literalmente.

Os vasos para as plantas recomendado tanto pros novos growers quanto pros já mais avançados são aqueles mais “respiráveis”, como vasos de feltro. Esses permitem que que o ar de fora entre no meio de cultivo mais facilmente, e isso é crítico pra um crescimento e desenvolvimento adequado das raízes já que elas respiram oxigênio durante o período escuro. O tamanho e saúde da estrutura da raiz é diretamente proporcional ao tamanho e saúde da planta acima dela. Além disso existe uma relação estreita entre raízes grandes e bem desenvolvidas e o eventual rendimento da planta.

Quando a questão é irrigação existem muitos sistemas de rega passivos ou automatizados, se você estiver cultivando outdoor em um local com pouca chuva pode pensar em adquirir um gotejador passivo para que o substrato não seque a ponto de matar a planta. Alguns cultivadores mais experientes partem para um sistema hidropônico automatizado, mas estes são mais desafiantes tecnicamente falando e possuem várias partes a serem gerenciadas, incluindo bombas, temporizadores, mangueiras e reservatórios.

Jardineiros primeira viagem deveriam considerar seriamente regar suas plantas a mão uma vez ao dia e não se preocupar com automação. Não somente esse método te permite se familiarizar melhor com o seu grow como ele também te ajuda a identificar (e corrigir rápido) qualquer problema que você pode vir a ter com pestes, doenças ou deficiências nutritivas.

Growers procurando automatizar a rotina de rega e alimentação com nutrientes podem considerar um sistema hidropônico ebb-and-flow (enche e drena). Nesse método o grower levanta a bandeja onde estão as plantas do chão uns 90 centímetros e coloca um reservatório de água embaixo dela.

Sistema Hidropônico ebb-and-flow

Usando um temporizador e uma bomba, essa disposição dos equipamentos entrega a solução nutritiva pra bandeja acima, encharcando a zona de raízes das plantas por alguns minutos por vez antes de drenar tudo de volta pro reservatório abaixo.

Esse sistema pode ser montado com vasos comuns ou vazados que permitam a ampla penetração da solução nutritiva até as raízes assim como um substrato hidropônico como argila expandida ou lã de rocha. No entanto é bom citar que os sistemas hidropônicos podem ser difíceis de trabalhar, mesmo pra growers mais experientes.

Outra possibilidade pra um grow pequeno de quatro plantas seria o sistema hidropônico deep-water culture (DWC). Ele usa baldes com vasos pra planta. O sistema DWC é uma variação do sistema ebb-and-flow, exceto que no DWC as raízes ficam submersas na solução nutritiva 100% do tempo. Não só esse sistema provém água e nutrientes, como também otimiza a aeração e o oxigênio para as raízes, pois utiliza também uma bomba de ar conectada a uma pedra porosa que dispersa diversas pequenas bolhas de ar dentro da solução nutritiva oxigenando a mesma.

Sistema Hidropônico DWC

Em termos de substrato, o requisito pro sistema DWC é mínimo, já que as plantas ficam em pequenos vasos vazados geralmente cheios com argila expandida que serve somente para manter a planta segura sem mexer. Esse sistema também se usa, mangueiras e temporizadores, mas esse equipamento é normalmente colocado todo junto e vendido como um sistema só nos growshops especializados.

Leia também:  Substratos Orgânicos no Cultivo de Maconha - Cannabeast

Ainda assim, o melhor meio para os novos growers começarem é um mix de substratos. Esses mixes parecem exatamente como solo normal, mas eles são na verdade casca de coco, turfa e geralmente perlita misturada pra ajudar a reter a umidade e aerar o substrato. Cultivar com um bom mix de substrato semi-inerte é mais fácil do que com sistemas hidropônicos pois um overfert (excesso de fertilizante) pode ser solucionado com um Flush, já no cultivo hidropônico de maconha este erro pode rapidamente matar suas plantas.

Passo #4: Escolhendo seus Nutrientes

Quando falamos sobre “alimentar” plantas, o que realmente queremos dizer é regar elas com uma solução rica em nutrientes. Essas soluções são minerais dissolvidos em água filtrada e não “alimentam” a planta realmente, mas sim auxiliam no processo da fotossíntese, em que as plantas criam os açúcares (em forma de glicose) que aí sim são usados como alimento próprio e energia pra crescer e se desenvolver.

Como dito anteriormente, certos tipos de meios como mixes de substratos, são mais fáceis de usar e oferecem mais sustento pro sistema radicular. Como regra geral, cultivadores novos são encorajados a usar baixas doses de nutrientes quando começam: é sempre mais fácil corrigir a deficiência na colocada de nutrientes do que corrigir um overfert. Mas tanto se você estiver checando por sintomas de pouca nutrição ou muita, é essencial estar sempre atento às necessidades da sua planta, inspecionando suas folhas diariamente por sinais de descoloração que podem indicar um problema com nutrientes. De novo, essa é outra razão pela qual a rega manual é a escolha mais inteligente para os iniciantes.

Como nutrientes sintéticos podem ser bem potentes e a dose certa pode ser difícil de acertar, muitos growers recorrem à linhas de nutrientes orgânicos, que oferecem uma forma mais moderada de minerais que vão sendo quebrados em partículas menores por fungos e bactérias benéficos para então poderem ser absorvidos. Nutrientes minerais podem facilmente criar problemas para suas plantas.

A maioria dos fabricantes de nutrientes oferecem linhas orgânicas complementares às linhas sintéticas que eles produzem. Marcas populares como General Hydroponics e Advanced Nutrientes todas possuem produtos orgânicos para os cultivadores de cannabis. Mantenha em mente que os nutrientes – enquanto uma parte essencial do cultivo – serão um dos itens mais caros do seu grow.

Passo #5: Procurando sementes ou clones

Finalmente chegamos à pergunta de 1 milhão de dólares: onde consigo minhas sementes? Essa questão é levantada com mais frequência do que qualquer outra, e não existe uma resposta fácil e simples.

Pra começo de conversa, adquirir sementes de vendedores internacionais podem implicar num problema legal quando o assunto é frete internacional. Mesmo assim, muitos jardineiros insistem que comprar e transportar sementes é bem simples e seguro, visto o quão pequenas e fáceis elas são de serem transportadas. Empresas de sementes no exterior também estão dispostas e mandar sementes pra todo o lugar do mundo, e muitas vezes com uma mensagem acompanhada explicando que o comprador é quem assume toda a responsabilidade.

Na verdade, há muitos bancos de sementes de cannabis vendendo diferentes tipos de genéticas e fazem um trabalho bem decente no quesito arranjar métodos engenhosos pra mandar as sementes pra você, e se eles são descobertos pelas autoridades, as sementes na maioria das vezes são simplesmente confiscadas e destruídas, deixando os bancos lidarem com os seus clientes irritados. O maior problema em comprar sementes de maconha é a qualidade das mesmas. Achar um banco sério e com uma boa reputação que não vai te mandar genéticas falsas pode ser uma questão complicada – que pode somente ser resolvida por tentativa e erro ou por recomendações, reviews e boca-a-boca.

Tanto você decidindo cultivar de sementes ou clones, uma boa regra a seguir é manter uma planta mãe de qualquer strain você souber que gosta. Se for alguma premiada continue tirando seus próprios clones da planta-mãe, que deve ser mantida no estado vegetativo. Claro, essa solução pode exigir que você prepare um segundo grow para a planta mãe, mas depois de ter lido esse artigo, agora você com certeza tem uma boa ideia de como fazer isso.

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