Pela primeira vez, sabemos o futuro da #SUG8. Após uma série de seis audiências públicas sobre a regulamentação dos usos recreativo, medicinal e industrial da maconha, Cristovam sentou e explicou o que estará incluso na sua decisão sobre a proposta popular.

O Senador Cristovam Buarque (PDT-DF) foi indicado como relator da SUG 8 e vai recomendar se ela deve, ou não, se tornar projeto de lei. A Sugestão 8/2014 recebeu, em menos de uma semana, o apoio de mais de 20 mil pessoas.

Assista:

O programa Cidadania (acima) foi exibido no dia 22, o Senador Cristovam resume os pontos principais dos seis debates que fez com especialistas, para entender o que a sociedade pensa sobre a regulamentação dos usos medicinal, recreativo e industrial da maconha.

  • Rafael

    Infelizmente o senador não está convencido sobre o uso medicinal caseiro… se assim for, estamos na mão da indústria farmacêutica para fornecer um remédio que não precisa passar pela indústria. Será uma mercantilização desnecessária de um produto que a população pode ter acesso direto e gratuito em casa!
    Isso é o mesmo que proibir as pessoas de comer banana e obrigá-las a comprar cápsulas de potássio.

  • Entendo como criar um projeto de lei que não favoreça as industrias. a final elas que financia. vcs sabem

  • Tercio Vargas

    CBD = MACONHA
    Custa mais de 4 mil Reais para importação!!
    Podemos PLANTAR de GRAÇA no quintal de casa!!
    ABAIXO À INDUSTRIA FARMACÉUTICA!!!!

  • A LEI É UMA SO TEMOS QUE TER O DIREITO DE PLANTAR, PRO CONSUMO, ISTO EU NÃO ABRO MÃO, A MELHOR COISA QUE TEM É PLANTAR, CADA CUIDA DO SEU PÉ, E O LIVRE ARBITRIO QUEM NOS DEU FOI DEUS, E O HOMEM NÃO TEM MORAL PRA PROIBIR, É SO LIGALIZAR, E PONTO FINAL, JA TA LIBERADA, AGORA É SO LIGALIZAR, E PONTO FINAL

  • Cleidson

    É importante parabenizar o Senador, pois está tomando uma postura neutra em relação a regulamentação da maconha, acredito que ela vá tomar a decisão mais sensata tendo em vista a realidade política do nosso país. Já fico feliz em ouvir ele dizer que não tem dúvidas sobre a legalização de remédios a base de maconha, e em relação a o uso recreativo é apenas uma questão de tempo para que ele compreenda que a maconha não chega a ser danosa ao ponto de destruir a juventude Brasileira assim como o álcool e o cigarro destrói. Sou a favor de uma política mais maleável a cerca da maconha e é preciso tirar dos traficantes esse monopólio, como foi falado na entrevista, uma coisa é afastar as drogas do jovem, com polícia, outra coisa é afastar os jovens das drogas, com educação. Tenho fé de algum dia ver uma política justa em relação as drogas!