Gary Johnson: ex-governador, candidato presidencial e … empreendedor na indústria da maconha? Sim! Johnson, que teve dois mandatos à frente do Novo México, acredita no potencial de negócios da erva. As informações são da IG.

Um ex-governador do Novo México foi nomeado o presidente-executivo de uma start-up que planeja vender produtos de maconha para fins médicos e recreativos, informou a empresa na última terça-feira (2).

Gary Johnson diz esperar que possa expandir a Cannabis Sativa Inc. num imenso negócio de maconha que ultrapasse as fronteiras de Novo México e forneça produtos que são legalizados em Estados como o Colorado e Washington.

“Eu acredito que é uma mudança do planeta para melhor”, disse Johson, que vai receber US$ 1 dólar (R$ 2,20) por ano e títulos da companha. “É também uma aposta no futuro. Acredito que nos temos o crème de la crème de produtos de maconha.”

Produtos vão de óleos para epiléticos a chicletes recreativos

Antes de entrar para a política, Johnson foi dono de uma construtora que ajudou a fazer a fábrica da Intel em Rio Rancho, no Estado do Novo México. O ex-governador, que teve dois mandatos, diz que a Cannabis vai produzir óleos à base de maconha para ajudar crianças com epilepsia e pastilhas para uso recreativo.

“Duas coisas chamam a atenção quando você experimenta o produto. A primeira é ‘nossa, por que alguém vai fumar maconha se tiver essa alternativa?'”, diz Johnson. “E a segunda é que é simplesmente muito, muito bom. Muito bom mesmo.”

Além disso, a Cannabis Sativa anuncioiu nesta terça-feira (1º) que o fundador da Kush, Steve Kubby, será seu presidente. Kubby se candidatou ao governo da Califórina em 1998 pelo Partido Libertário.

A companhia também trabalha para definir quais são as limitações impostas pela legislação federal, que conflita com as de Colorado e Washington. O ex-governador afirma, porém, apostar que mais Estados e mesmo o governo central vão autorizar o uso recreativo da maconha.

“Eu acho que em 10 anos a maior parte dos EUA vai legalizar a maconha. E o que os EUA fazem, o mundo faz.”