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Esportes e Maconha

Nate Diaz fuma cigarro de maconha e passa para os fãs durante treino aberto do UFC 241

Nate Diaz fechou o treino aberto do UFC 241 em Anaheim, Estados Unidos, nesta quarta-feira, dando trabalho à segurança do Ultimate. O lutador – que encara Anthony Pettis no co-evento principal deste sábado – fumou maconha durante sua participação e chegou a passar para os fãs que estavam na arena. Na Califórnia – estado onde aconteceu a atividade – a maconha é legalizada para todos os fins, entretanto, o gesto do irmão de Nick Diaz foi reprovado por Dana White, presidente do UFC, através de um “emoji” de lamentação no Twitter.

Para evitar polêmicas mas fortes Nate alegou que só tinha CBD – uma propriedade da maconha utilizada para fins medicinais e sem efeitos psicoativos – permitida dentro do código da Wada (Agência Mundial Antidoping).

Depois de três anos inativo, Nate fez questão de bancar o estilo bad boy, dando golpes enquanto soltava baforadas no cigarro. Em certo momento, soltou a fumaça em direção aos jornalistas e pediu para passarem seu cigarro ao público. Enquanto assistiam ao americano no tatame, diversos torcedores foram tragando e passando o cigarro de mão em mão – até um segurança recolher.

Na sequência da apresentação, Nate Diaz foi à entrevista explicar a sua inusitada atitude ao longo da atividade.

Um jornalista interrompeu o americano e perguntou: “Mas o que era aquilo?. Nate respondeu, ironicamente:
– Era CBD, recomendado pelo meu nutricionista.

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Esportes e Maconha Notícias sobre maconha

UFC: Joe Rogan revela que há mais lutadores que fumam maconha do que aqueles que não fumam

Conhecido no mundo do MMA, comentarista destacou que nova política de controle da organização poderá causar problemas para atletas que fazem uso da erva. As informações são do Sportv

Uma das personalidades do MMA, Joe Rogan foi polêmico ao falar sobre a novo programa de controle de doping imposta pelo UFC. Em seu podcast, o comentarista oficial da organização nos Estados Unidos destacou que cada vez mais os atletas poderão ter problemas, principalmente pelo uso de maconha, que, de acordo com Rogan, é costume de um grande número de lutadores.

– Aí está uma coisa estranha sobre artes marciais. Uma quantidade enorme de lutadores do Ultimate fuma maconha. Quero dizer uma grande quantidade mesmo, e isso (novo programa de controle de doping) será um problema para eles. Agora eles precisam parar de fumar um mês, ou até mais, antes de suas lutas, ou serão pegos no doping.

O objetivo do programa antidoping do Ultimate (USADA) é minimizar o uso de esteroides e outras substâncias que possam melhorar o desempenho dos lutadores, incluindo maconha e demais drogas ilícitas.

Aperte e Leia: UFC convoca coletiva para anunciar e debater medidas contra o doping

O último caso de uso de maconha que chamou a atenção foi do americano Nick Diaz, que testou positivo nos exames para o UFC 183, quando derrotado por Anderson Silva. O Spider, porém, também foi pego por o uso dos esteroides anabolizantes drostanolona e androsterona e, também, de ansiolíticos no dia da luta, sendo suspenso por um ano.

Diaz não foi o único flagrado no exame pelo uso da droga. Thiago Silva, Matt Riddle, Jessica Eye, Pat Healy, Yancy Medeiros e Robbie Peralta também testaram positivo.

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Curiosidades

Skate e Maconha: Australianos montam rampa no meio de uma plantação de maconha

Uma marca de roupas australiana, reuniu skatistas e manobras em um mini-half de Skate no meio da maior plantação de maconha do país. Olha que maravilhoso quando o skate e maconha estão juntos nesse mesmo quadro.

A ação foi criada pela Afends, uma marca de roupas da cidade de Byron Bay, na Austrália parapara promover a sustentabilidade. Eles tem o cânhamo como matéria prima dos produtos. Já os skatistas, estavam com o surfista Josh Sleep, e fizeram uma produção maneira com manobras, maconha e uma fotografia incrível. Aperte o play e veja 😉

As fotos são dignas de quadro, você pode conferir todas na galeria abaixo

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Esportes e Maconha Opinião

Ex-usuário, Luke Rockhold é a favor da legalização da erva no MMA

Rockhold acredita que o americano não pode ter uma pena tão rígida quanto a do brasileiro. Peso-médio (84kg) do UFC, Luke Rockhold enfrentará o brasileiro Lyoto Machida, no dia 18 de abril, em Nova Jérsei, nos Estados Unidos. As informações são da AG Fight

Em meio a tantos atletas sendo flagrados em exames antidoping por uso de substâncias proibidas, como Anderson Silva (Drostanolona, Oxazepam e Temazepam) e Nick Diaz (maconha), Luke Rockhold assumiu que já foi usuário de maconha e que na sua opinião a droga não deveria ser banida pela Comissão Atlética de Nevada, já que é liberada em vários estados americanos.

“Não acredito que maconha seja uma droga que melhore a performance do atleta. Eu não fumo mais, mas eu era usuário quando estava na faculdade e entendo o que Diaz está passando. Ele tem licença médica para usar maconha, ele tem o direito de usar. Não consigo ver como a Comissão pode puní-lo. Entendo que é uma substância banida no nosso esporte, mas não deveria”, disse Luke, em entrevista ao site “Bloody Elbow”.

Nick Diaz e Anderson Silva devem ser julgados em março, em audiência ainda sem data oficial confirmada, mas Rockhold acredita que o americano não pode ter uma pena tão rígida quanto a do brasileiro.

“É uma piada o Nick sofrer uma consequência do mesmo peso do que Anderson Silva. Como que um cara que é pego com esteroides, isso se torna público e ele não recebe nenhuma penalidade. Não quero saber se você tem uma luta marcada ou não, se você estiver usando anabolizantes, você tem que ser punido”, concluiu.

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UFC 183: Anderson Silva e Nick Diaz são pegos no dopping por anabolizante e maconha

Cocaína, anabolizantes e maconha. Qual delas o UFC mais condena?

“Depois do campeão Jon ‘Bones’ Jones ser flagrado no antidopping por uso de cocaína, não sendo penalizado e revoltando Matt Riddle, Spider e Diaz também são pegos por uso de Drostanolona e maconha respectivamente. Alguém arrisca qual substância será mais condenada?

 

Integrantes da luta principal do UFC 183, realizado no último sábado (31), em Las Vegas, Anderson Silva e Nick Diaz falharam nos testes antidoping requisitados pelo UFC.

Anderson foi flagrado com as substâncias Drostanolona – espécie de esteroide anabolizante – e Androsterona – forma de testosterona endógena – em um teste pré-luta realizado no dia 9 de janeiro. Já Diaz testou positivo para maconha em um exame pós-luta. Segundo informações do site Tatame.

Anderson alega não ter usado esteroides: ‘Não iria querer manchar minha carreira’

A organização fará um segundo teste em Anderson para confirmar os resultados iniciais. Essa é a primera vez na carreira do Spider que ele é pego com uma substância proibida em testes antidoping. Já Diaz, foi flagrado pela terceira vez. Todas elas pelo uso de maconha.

Confira o comunicado liberado pelo UFC sobre o doping de Anderson:

“Em 03 de fevereiro de 2015, a organização do UFC foi notificada pela Comissão Atlética de Nevada que Anderson Silva testou positivo para Drostanolona no teste para sua luta, realizado no dia 09 de janeiro. O UFC compreende que mais testes serão conduzidos pela Comissão para confirmar estes resultados preliminares. Anderson Silva tem sido um excelente campeão e um verdadeiro Embaixador do esporte das artes marciais mistas e do UFC. O UFC está desapontado por saber destes resultados iniciais. O UFC tem uma rígida e consistente política contra o uso de qualquer droga ilegal, de alteração de desempenho ou agentes mascarantes, por parte de seus atletas.”

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Lenda da NBA defende legalização da maconha

Oscar Robertson é um dos maiores jogadores da história da NBA e principal nome na lista de apoiadores a legalização em Ohio. As informações são da ESPN

Oscar Robertson, ex-jogador da NBA, causou polêmica neste sábado. Ele está ligado a um grupo que quer a legalização da maconha no estado de Ohio, nos Estados Unidos. A participação do ex-astro do basquete é pelo uso da droga para fins medicinais.

O grupo, chamado de “ResponsibleOhio”, divulgou uma lista na última sexta-feira com 11 apoiadores, entre eles empresários de Ohio e pessoas ligadas a filantropia. Robertson é o principal nome dessa lista.

O ex-jogador frequentou a Universidade de Cincinnati, que fica no estado de Ohio, nos anos 1950 antes de se tornar uma grande estrela da NBA pelo Cincinnati Royals e Milwaukee Bucks.

“É um sentimento terrível quando você não pode ajudar alguém que está sofrendo de um câncer ou outra condição médica debilitada. Eu sei por experiência pessoal”, afirmou Robertson em um comunicado. O ex-astro da NBA passou por uma cirurgia alguns anos atrás depois de ser diagnosticado com câncer de próstata.

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SuperBowl terá edição especial com 12 mil baseados

No estado de Washington, casa do Seattle Seahawks, a empresa Solstice aumentou a produção de cigarros medicinais de maconha em homenagem à franquia que disputará com o New England Patriots a grande final do futebol americano, neste domingo, às 21h30 (de Brasília), no Arizona. As informações são da ESPN

O Seattle Seahawks terá um apoio para lá de especial e extravagante para o duelo diante do New England Patriots no Super Bowl XLIX. Uma empresa do estado de Washington (onde está a cidade de Seattle) anunciou a produção de cigarros medicinais de maconha especiais para o duelo. A ideia é de que nada menos que 12 mil baseados sejam produzidos até domingo, dia do jogo.

Cada pacote também será especial, com a inscrição “12th pack special edition” (ou edição especial 12º pacote, em tradução literal) e contará com 12 cigarros cada. Os números não foram escolhidos a toa, claro. A torcida dos Seahawks é conhecida por ser o 12º jogador da equipe, e a camisa 12 da franquia é aposentada justamente em homenagem aos fãs.

A produção, por enquanto, não é aberta ao grande público. Para comprar os pacotes especiais do Super Bowl, é necessário possuir um cartão médico que autoriza o consumo da maconha. Mas isso tem tudo para mudar no futuro, já que a droga foi legalizada recentemente no estado de Washington.

https://www.youtube.com/watch?v=Bu8QZhsB70g

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Campeões do Super Bowl defendem liberação da maconha na NFL

A NFL precisa repensar sobre a maconha. Artigo assinado por veteranos defende a regulação da erva no mínimo com fins terapêuticos. As informações são do Terra.

Com o futebol americano em destaque nesta semana, conforme se aproxima o Super Bowl XLIX, um grupo de atletas campeões da NFL escreveu um texto opinativo pedindo que a liga revise suas políticas do uso de maconha entre atletas. Publicado no Huffington Post, o artigo assinado por Scott Fujita, Brendon Ayanbandejo e Marvin Washington defende que a droga tenha seu uso regularizado no mínimo com fins medicinais.

Em um país onde a maconha está liberada na metade dos estados para o tratamento de doenças, a liga esportiva de maior importância segue tratando ela como doping. Jogadores flagrados com a droga nos exames antidoping são punidos por abuso de substâncias, embora utilizem-na geralmente como analgésico para as dores decorrentes dos fortes impactos durante jogos.

Aperte e Leia: Marshawn Lynch, do Seattle Seahawks, é homenageado em lançamento de nova maconha

Fujita
Scott Fujita assinou artigo com outros ex-atletas defendendo usos medicinais da erva

Fujita, Auyanbadejo e Washington, todos campeões do Super Bowl enquanto jogadores de futebol americano, pediram que a liga analise a regularização da maconha do ponto de vista científico, que cada vez mais aponta para os benefícios dela em ramos medicinais.

“Não há mais lugar, seja na NFL ou no país como um todo, para as injustiças e hipocrisias das políticas proibitivas do uso da maconha. Está na hora da NFL liderar e criar uma política racional e baseada na ciência para o uso da maconha”, argumentou o trio.

Os três também pedem que a NFL aloque dinheiro para que pesquisas a respeito da eficácia do uso da maconha para tratar de lesões cerebrais, consideradas o maior problema de saúde entre ex-jogadores, alguns dos quais processam a liga pelos transtornos causados pelas sequelas de anos dando ou recebendo tackles nos campos.

Coincidentemente, o Arizona, Estado onde será realizado o Super Bowl no próximo dia 1º de fevereiro, é um dos que permitem o uso da droga.

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André Barros Colunas Opinião

O SURFE E A MACONHA

“Nem todo surfista é maconheiro, nem todo maconheiro é surfista, mas vamos combinar que as duas virtudes juntas dão a maior onda.”
Baseado nos acontecimentos recentes, Dr. André Barros, advogado da marcha da maconha, aborda a entrevista em que o maior do mundo, Gabriel Medina, teve suas palavras deturpadas em manchete apelativa contra a maconha.

Nem todo surfista é maconheiro, nem todo maconheiro é surfista, mas vamos combinar que as duas virtudes juntas dão a maior onda. Esse sistema capitalista, que adoeceu a humanidade e destrói a própria terra, não gosta do surfista maconheiro, pois seu estilo de vida nada tem a ver com a sociedade violenta, apressada e estressada onde sobrevivemos encarcerados.

Agora que temos o campeão mundial de surfe nascido, nada mais nada menos, que numa cidade chamada Maresias, o sistema começa a querer moldar o estilo de vida do melhor do mundo nas ondas. Jamais deram qualquer valor ao esporte, num país com este maravilhoso litoral. Sempre denegriram a imagem do surfista, querendo dizer que ele é vagabundo e não trabalha, daí ligando-o ao maconheiro, que sempre foi perseguido por vadiagem. O capitalismo só considera trabalho o que for para o crescimento dele, quer que trabalhemos para ele, produzindo sem parar, nessa verdadeira escravidão de horas num transporte ruim, caro e apertado, trabalhando dia e noite em funções repetitivas, mal remuneradas e enlouquecedoras. Esse sistema também tem inveja de quem gosta e sabe viver.

O surfe no Brasil foi construído pela juventude que não queria pegar em armas contra a ditadura militar, nem tampouco queria ficar batendo continência para aqueles que transformaram o país num quartel. Essa geração maravilhosa foi viver em locais distantes dos grandes centros onde acharam verdadeiros paraísos. Um deles é Maresias, onde nasceu nosso campeão. Saquarema, no Rio de Janeiro, por exemplo, era um local pequeno, de pescadores, sem a estrutura dos grandes centros, esquecido pelo Estado, e ainda com altas ondas. Era exatamente isso que os surfistas queriam, e o melhor disso tudo é que não havia polícia para esculachar a galera. Moravam em barracas ou casas simples, interagiam com os pescadores, comiam peixe e frutas da região. Faziam amor e fumavam maconha. Curtiam Rita Lee e Raul Seixas. E pegavam muita onda. O mais incrível para esse sistema capitalista triste e desumano é que tudo isso era feito e pode ser feito com pouco e até mesmo sem dinheiro.

Agora que temos o campeão mundial, de um esporte muito ligado à maconha, tanto que se diz “a maior onda” em referência a esses dois prazeres, o surfe e a maconha, vem o mercado querer se apropriar e enquadrar o ídolo, construindo um discurso falso moralista contra a erva da paz. Entrevistaram o maior do mundo e deturparam suas palavras em manchete apelativa contra a maconha. O que o campeão realmente mostrou foi muito caráter: cancelou uma verdadeira festa organizada na Praça Internacional do Surfe, dizendo que estava voltando para ajudar as vítimas da enchente que se abateu em Maresias. Ao contrário do senso comum que rotula os surfistas de alienados, o campeão mostrou muita consciência e solidariedade.

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Esportes e Maconha

NFL pode legalizar a maconha medicinal para os jogadores

A NFL tem regras muito rígidas sobre o uso de drogas com seus jogadores . Em primeiro lugar, as substâncias consideradas ilegais pela liga, incluindo esteroides, são 100% fora dos limites.

Com sua rígida política a NFL testa para drogas, incluindo a maconha, os jogadores antes da contratação, em treinos, campeonatos e em alguns casos, o teste de drogas pode ser realizado aleatoriamente pela NFL para manter seus jogadores na linha. Porém até mesmo o álcool pode ser proibido se um jogador demonstrar que ele não consegue lidar com a bebida.

Então, por que foi comissário da NFL Roger Goodell recentemente falou sobre a possibilidade de deixar os jogadores utilizarem a cannabis?

Pela pura e simples razão: “a Dor”. Sendo um problema sério, já que em uma partida alguns ossos são quebrados.

Goodell reconhece a crescente legitimidade da maconha como medicação para alívio da dor, e ele não parece estar disposto a ficar no caminho evitando isso aos jogadores que podem precisar da erva no futuro. Eis o que ele disse a ESPN recentemente :

“Eu não sei o que vai acontecer até onde uma próxima oportunidade da medicina evoluirá para ajudar, seja lidando com a dor ou ajudando com as lesões, mas vamos continuar apoiando a evolução da medicina.”

A política negativa e o preconceito que envolve a cannabis, segue caindo e mostrando ao mundo uma alternativa para inúmero fatores, como no caso dos jogadores da liga da NFL, sendo a maconha uma das melhores formas de ajudar seus atletas lesionados após um jogo.

Via HuffPost / The 420 Times
Tradução SmokeBud