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Música

Música: Feminine Hi-Fi reúne mulheres da Jamaica e do Brasil no clipe Femina Ganja

A Feminine Hi-Fi, projeto e selo paulistano comandado por mulheres e focado na linguagem do reggae e sound system, lançou no último dia 10 de outubro a faixa “Femina Ganja“. O single, produzido por Digitaldubs, conta com vozes e composição das cantoras Lei Di Dai, Laylah Arruda, Mis Ivy, Shirley Casaverde e também da jamaicana Sister Carol. A notícia é do site de música ZonaSuburbana.

Femina Ganja traz para os ouvintes o formato que se popularizou na Jamaica a partir dos anos 1960 e se espalhou por todo o mundo nas festas de sound system. Nele, diversos cantores versam sobre o mesmo riddim (nome dado na Jamaica à base instrumental), o que inspirou ao longo do tempo outros gêneros e vertentes musicais, como o rap e seus cyphers.

A jamaicana Sister Carol, nascida em Kingston, foi criada no bairro do Brooklin, em Nova York, e abriu sua própria gravadora, chamada Black Cinderella, nos anos 1980. É uma das vozes femininas pioneiras do reggae mundial. Também conhecida como Mother Culture, traz em suas letras mensagens conscientes sobre temas como poder feminino, ancestralidade e sociedade. Em passagem pelo Brasil em 2018, Carol se reuniu às cantoras Laylah Arruda, Lei Di Dai, Mis Ivy e Shirley Casaverde sob produção musical do Digitaldubs, e o resultado foi o single “Femenina Ganja”.

A faixa está disponível em todas as plataformas digitais, e a estreia vem acompanhada de videoclipe, dirigido por Bianca Hoffmann.

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Curiosidades Especiais Mundo Canábico

Morre aos 42 anos Franco Loja, um dos maiores produtores de semente de maconha do mundo

Franco, um dos maiores “Strain Hunters” e criador da loja de sementes de maconha mais premiada do mundo morreu ontem, dia 02 de janeiro de 2017 e o motivo da morte ainda vem sendo levantado. O que sabemos até agora é que ele estava no Congo e lá é uma região remota, onde os médicos são escassos e os medicamentos mais ainda…

Malária?
Reza lenda que sim, isso porque na República do Congo teve um surto de malária desde 2012 e é uma das principais causas de morte por lá. Para você ter uma ideia, a doença mata mais de 180 mil crianças com menos de cinco anos a cada ano. Mas ainda esperamos o diagnóstico oficial e vamos atualizar essa matéria.

Quem é Franco Loja?
Pra quem não está familiarizado com esse senhor, ele já foi sócio proprietário junto com o Arjan Roskam da Green House Seed Co. a empresa de sementes mais premiada no mundo. Também participava de uma série, com mais de 60.000 assinantes no YouTube, onde caçadores de sementes rodavam o globo à procura de variedades da ganja.

https://www.youtube.com/watch?v=RLW1eTYanH8

História
Franco morreu cedo, mas fez história. Está desde 1999 na Green House Seed Co. empresa que veio a se tornar o banco de sementes com as melhores maconhas e o mais premiado do mundo. Ele também participou de inúmeros coletivos, jornais (como VICE), séries e produziu muita informação sobre a erva. Esse sim era um apaixonado pela marijuana e difundiu também a filosofia do não compre, plante.

Veja a matéria da VICE:

Os Reis da Cannabis – Expedição aos cultivos colombianos

Tanto o site oficial da série Strain Hunters, como o da empresa Green House Co. no momento estão apontando para uma página com um tributo para o lendário empresário.


O que diz a página?

Franco é um ícone e ajudou a mudar e melhorar povos, vidas. Ele fará muita falta como um irmão, pai, filho, amigo e muito mais.

“A maconha é a minha paixão, o meu pão, a minha casa. Eu sinto que é meu dever garantir que esta planta incrível é preservado e apreciado. Sou fumador, um cultivador, um criador, e de uma estirpe para a Vida. “– Franco Loja, Strain Hunter – 20 de maio de 1974 a 2 de Janeiro de 2017.

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É com grande pesar que perdemos ele, um guerreiro, ainda jovem. Provavelmente produzindo conteúdo sobre a erva. Mas com certeza ele inspirou não só eu, como também muita gente. Era impossível não se impressionar com suas histórias, fotos e reportagens.

O nosso amigo, Sergio Vidal da AMEMM já tinha entrevistado ele, saca só.

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Colunas Notícias sobre maconha

Ancestralidade & Proibição

Vivo em Curitiba, onde crescem as orquídeas nas ruas e as pessoas que não se conhecem dizem “opa”. Sempre como com meu irmão, um cara jovem. Com ele sempre rimos das mesmas coisas, ele ama frutas, diz ele que é o mel, a transcendência, presente infinita, ou quase isso.

As vezes jogamos mas não sabemos o que as pessoas gostam, tão de repente nós, seres humanos sabem muito mais que cozinhar. E ainda assim, querem jogar quem quer ser milionário.

Eu vejo o que você vê, os passos das civilizações, o respeito à desordem e ao amor pela ordem, eu vejo que eles vêem tudo, na escala de sua escolha, e perceber no arroz, nas mãos amorosas de mil mães, o cuidado de filhos pródigos, a memória eterna das crianças mortas, o amor que redefine seu universo então você percebe em um instante onde você esteve toda a sua vida.

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Na Jamaica, em 1913, as elites brancas e a Igreja apoiou a proibição da cannabis, que era comumente consumidos na classe operária, e que tinha sido trazido da Índia por trabalhadores na fase posterior à abolição da escravatura em 1838.
A proibição não era pela saúde púbica da Jamaica, foi contra o movimento Rastafari, que estava crescendo.

O Rastafari considerado “a peça chave para a nova descoberta do eu, o universo, e Deus. O veículo da consciência”. , não é algo que a sociedade acorda de um controle do sonho ruim. Certo?

Meu irmão fuma maconha como quem come bananas, ligados com a planta antes de saber que era proibido sociedade que lhe disse para não fazer tantas outras coisas, que deixaria de ser pobre, que iria parar de comprar o que é para comprar a não ser o que poderia ser.

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Meu irmão El Mango sorri para mim, somos dois macacos com uma manga, redescobrindo o sabor da natureza.
De repente, eu acho que ele sabe talvez saiba o pecado que nunca conheceu o pecado e só nungún nascido na natureza e levou tudo o que encontrou, através da integração de sua existência com tudo o que existe.

Em 1937, depois de várias operações de mídia que visavam a proteger algumas indústrias em detrimento de outros, a cannabis foi proibido nos Estados Unidos: “a maconha causa as mulheres brancas a procurar relações sexuais com os negros”, argumentou, entre outras coisas em tribunal.

Hoje nos países do Sul, seguiram os movimentos das tais “grandes nações” e continuam seguindo as sugestões dos bancos que controlam instrumentos das chamadas, nações em desenvolvimento, infelizmente a população sabe pouco ou nada desta história. A informação é parcial ou ainda falsa é feita por meios de comunicação e, assim como as histórias publicadas nos Estados Unidos, e com base no qual a discutir a proibição em 1937.

Há muitas mais mortes por gripe do que fumar maconha. A taxa de morte por overdose de maconha em os EUA em 2014 foi de zero pessoas, gripe e pneumonia, mais de 55 mil para o mesmo ano.

De acordo com tradições muito antigas na Índia, onde a sua utilização é registrada desde 1500 aC, o Ganja (cannabis) é uma planta usada para se-conectar com os deuses, algo que neste lado do planeta nem todo mundo sabe.

A polícia de cada país deve estar sabendo que a maconha não é ilegal em todos os países, e que fumar maconha é na melhor das hipóteses um hábito dos outros, mas nada mais, qualquer adjetivo pejorativo sobre uma pessoa que fuma maconha é o mínimo, inadequado. Já ouvi várias histórias no Brasil sobre as ações de policiais com grupos sociais específicos, em todas as histórias é comum ouvir um policial dizendo a palavra de ordem: “vagabundo”. Ou seja, para um policial um fumante de maconha é um vagabundo. Deveríamos perguntar aos holandês que tem coffeeshops especializados com estratégias e que mostra um controle inteligente do uso e do excesso.

A palavra vagabundo me chamou bastante atenção quando cheguei no Brasil, me lembrou de Paulo Freire, que fala muito de oprimir os oprimidos, e oprimidos defender as regras dos seus opressores.

Substâncias classificadas como drogas é como falsas verdades construídas para uma sociedade desinformada e que continua sendo desinformada diariamente, todos deveriam saber que são substâncias que várias tribos em várias partes do mundo usam como um meio de se conectar com as realidades diferentes, para conversar com os deuses e reconhecer um pouco mais papel que temos neste planeta tão cheio de mentiras e uma saúde pública que nunca chega e que a desinformação faz as pessoas ficarem em silêncio.

Imagina se as pessoas descobrem que cristais de metanfetamina já foi usada por soldados alemães, japoneses e americanos na Segunda Guerra Mundial.

A informação sempre existiu, agora temos que tirar nossas próprias conclusões.

Alejandro é o novo colunista mensal do SmokeBud 😉

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Ciência e Saúde Notícias sobre maconha

Conheça 5 medicamentos que a maconha pode substituir

De analgésicos à ansiolíticos. De anti-depressivos à remédios para insônia. Veja 5 medicamentos vendidos na farmácia que podem facilmente ser substituídos pela maconha medicinal.

Um novo estudo, publicado na revista Drug and Alcohol Review, constatou que as pessoas estão cada vez mais substituindo medicamentos prescritos, álcool e outras substâncias ilícitas pela maconha, sinalizando uma mudança na compreensão do público sobre os benefícios medicinais da erva.

Das 473 pessoas entrevistadas pelo Centro de Vícios e Dependência da University of British Columbia, no Canadá, mais de 80% dos usuários de maconha medicinal relatam que substituíram medicamentos prescritos por cannabis, incluindo analgésicos a base de opiáceos.

Aperte e Leia: Mais pessoas estão usando maconha como um substituto ao álcool e remédios, diz estudo

Pessoas que sofrem de dor crônica podem serem particularmente inclinados a usar maconha ao invés dos medicamentos prescritos, segundo os estudos recentes, estabelecendo a eficácia no tratamento contra dor, melhorando a qualidade de vida dos pacientes, e não representando qualquer risco grave secundários adversos. Além de haver numerosos estudos que suportam a ideia da maconha como uma alternativa mais segura e eficaz que as pílulas causadoras de dependência numa série de doenças.

Aqui estão cinco medicamentos prescritos que poderiam ser substituídos pela maconha.

1- VICODIN (Analgésicos)

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Vários estudos determinam que a maconha é uma opção de tratamento eficaz para pessoas que sofrem de dores crônicas. De acordo com os Centros para Controle e Prevenção de Doenças, 44 americanos morrem por dia devido a overdose de analgésico.

2- XANAX (Medicamento ansiolítico)

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Nem todo mundo pode tratar sua ansiedade com maconha. Para alguns, fumar um baseado provoca ansiedade e paranoia aguda, mas esse efeito é muitas vezes relacionado com o tipo de maconha que o usuário consome. Considerando as espécies sativas, com uma alta associação cerebral, o que as vezes pode induzir a ansiedade (especialmente para usuários com pouca frequência), estirpes indicas de maconha demonstram o contrário reduzindo a ansiedade.

3- ADDERALL (Estimulantes)

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Tal como as pessoas que sofrem de ansiedade devem estar cansadas de usar certos tipos de cannabis para tratar a sua doença, as pessoas que querem substituir o seu estimulante prescrito pela maconha devem estar ciente de que estirpes sativas (ao contrário de indicas) são mais eficazes no tratamento de TDAH e ADD.

4- AMBIEN (Tratar Insônia)

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Usar a maconha para tratar problemas de insônia é uma das aplicações mais comuns. Estudos e relatórios sugerem que a maconha é mais segura e da mesma forma eficaz no tratamento da insônia comparada as drogas prescritas como o Ambien por exemplo.

5- ZOLOFT (Antidepressivo)

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Muitos pacientes de maconha medicinal e vários estudos demonstram que a maconha serve como uma opção de tratamento eficaz para depressão. Embora possa não ser a melhor opção para todos, pesquisas mostram que fumar um baseado tem efeitos colaterais menos graves do que os que tem sido atribuídos aos antidepressivos.

Fonte: Attn
Tradução: SmokeBud

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Mundo Canábico Notícias sobre maconha

Jamaica ainda se adapta à descriminalização da maconha, em vigor desde abril

Mais recente país a descriminalizar a maconha, a ilha do Caribe se adapta a nova realidade, mas erva ainda segue marginal e é vendida com preços bem distintos para locais e turistas. As informações do EM

Uma turista belga demonstra dificuldade em acender um graúdo cigarro de maconha. Faz um túnel com as mãos para evitar o vento, mas desiste e pede ajuda a outro compatriota mais jovem que integra o grupo. Com uma tragada forte, o jovem carbura o baseado e a senhora – que aparenta ser uma singela avó de família – inala a fumaça da erva, chamada pelos jamaicanos de ganja. O baseado na mão dela é apenas um entre os vários acesos no mausoléu de Bob Marley, na vila de Nine Mile, no condado de Sant Ann, um dos 14 do país caribenho. Para quem sai de Montego Bay, o paraíso turístico do país, o acesso ao mausoléu da lenda do reggae inclui uma estrada estreitíssima e sinuosa. A única forma de o motorista avisar a existência para um possível carro que surge após a curva na direção contrária é buzinar freneticamente.

A tensão provocada no caminho camicase talvez ajude a entender o mercado frenético de maconha na porta do mausoléu, pois, depois do sufoco, muitos querem apenas relaxar e desanuviar a mente. Mas outras razões não faltam. Os turistas estão na Jamaica, terra do reggae, dos rastafáris, do maior exportador de maconha para os Estados Unidos e onde a ganja é assunto presente entre a população, que discorre sobre os diferentes tipos, sabores e texturas. É como um mineiro de Salinas que fala dos aromas da cachaça ou um francês de Bordeaux filosofa sobre o retrogosto do vinho. Mas o mais importante: desde o início do mês passado a erva foi descriminalizada. Cada jamaicano pode portar 57 gramas e plantar até cinco pés da erva.

O que aconteceu na Jamaica é diferente do que ocorre no Uruguai. Durante o governo do ex-presidente José Mujica, nossos vizinhos foram os primeiros do mundo a legalizar a droga. Lá, qualquer cidadão pode plantar e usar. Se preferir, pode comprar de um mercado regulado – e taxado – pelo governo. Vários outros países já descriminalizaram a maconha, mas o que distingue a Jamaica é a quantidade permitida: 57 gramas ante a 5 gramas na Holanda, 8 gramas no Peru ou 20 gramas na Colômbia, por exemplo.

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Um rastafári fuma um cigarro de maconha, na periferia de Kingston. Para a religião rasta, a ganja, como eles se referem à erva, é sagrada. Foto: Daniel Camargos/EM/D.A Press

A montanhosa região de Nine Mile, onde Bob Marley nasceu, é uma das principais produtoras de ganja. Os pés de maconha são plantados entre outras culturas para escapar das patrulhas aéreas. “Se eles não fiscalizavam para valer antes, com a nova lei vão fiscalizar menos ainda”, diz um dos motoristas que aguarda um grupo de turistas na porta do mausoléu de Marley. A descriminalização não permite a venda e nem a produção em larga escala, sendo tolerado apenas para o consumo próprio.

Na estrada sinuosa em frente ao mausoléu, os vendedores oferecem cigarros enrolados. Começam pedindo US$ 20 por unidade. Se o cliente acha caro, a negociação é aberta e um cigarro pode ser vendido até por US$ 5. Vale destacar que o valor é uma cotação turística para a erva. No mercado real, de jamaicano para jamaicano, os preços são bem menos inflados.

Na periferia de Kingston, a capital do país, a reportagem do Estado de Minas presencia a compra de um pacote de maconha por US$ 5. A quantidade é suficiente para enrolar cerca de oito cigarros  generosos como os vendidos em Nine Mile. O local fica próximo ao gueto de River View e sem a ajuda de um jamaicano é praticamente impossível para um turista chegar ao ponto.

Os tipos mais comuns da maconha jamaicana são white ice, kush, purle skunk, mangonani (com leve cheiro de manga) e sensimilla, esta última a preferida de Bob Marley. A ganja é vendida da forma que é colhida, com a erva no galho e sem aditivos químicos comuns na maconha vendida no Brasil – a maior parte de procedência do Paraguai.

Pobreza e violência
Kingston tem quase 1 milhão de habitantes, mais de um terço dos 2,8 milhões de moradores do país. A cidade não é um ponto turístico. Longe disso. Há quatro anos, foi tomada por uma onda de violência que deixou mais de 30 mortos em confrontos entre traficantes e policiais. O aeroporto da capital chegou a ser fechado. Nas ruas do Centro da cidade, o taxista aponta para uma parede ainda marcada por crivos de bala.

O Centro é próximo de Trenchtown, a favela onde Bob Marley cresceu. No gueto, quem desembarca do carro com máquina fotográfica a tiracolo é rapidamente abordado por alguém pedindo uma gorjeta. A nota de US$ 1 é a senha para que um senhor com cabelo rastafári sorria para a lente.

Trenchtown é citada por Marley nas clássicas Trenchtown rock e No woman no cry. Era lá que havia um terreno onde ele costumava se sentar observando os hipócritas misturados com as boas pessoas, como cantou no trecho de sua canção mais famosa: “Say I remember when we used to sit / In a government yard in Trenchtown / Observing the hypocrites / As they would mingle with the good people we meet”.

Hipocrisia, aliás, é uma boa palavra para explicar por que a maconha era criminalizada na Jamaica baseada em uma lei de 1948. A erva é considerada sagrada para o movimento religioso rastafári, surgido na ilha do Caribe na década de 1920. Os rastas vivem uma vida quase pastoril, longe da febre capitalista. Não cortam o cabelo e fazem o penteado que recebeu o nome do movimento, evitam aparar a barba, seguem uma dieta vegetariana e não usam drogas (a ganja não é um narcótico para eles, é claro!) e adoram Jah, deus que teria reencarnado no imperador etíope Haile Selassie I (1892-1975).

Centro de excelência
Após a descriminalização, os planos jamaicanos são ambiciosos. O Ministério da Justiça revelou, em comunicado oficial, que a descriminalização abre caminho para a criação de uma indústria legítima de maconha medicinal, com oportunidades e benefícios econômicos significativos. Em novembro, o país sediará pela primeira vez a Copa da Maconha (Cannabis Cup), um torneio para eleger as melhores cepas das plantas. Será realizado em Negril, no litoral Oeste da ilha.

“Se a Jamaica quer se posicionar como um centro de excelência para a pesquisa da ganja, o país deve ser o lugar de pesquisa e desenvolvimento da ganja”, já declarou o ministro de Ciência, Tecnologia, Energia e Mineração, Phillip Paulwell.

Uma das maiores universidades do país, a University of the West Indies (UWI) conseguiu licença para plantar maconha e criou um grupo para o estudo da erva, o Cannabis Research Institute. O propósito inicial é identificar os diferentes tipos da planta e como eles interagem com o corpo humano, além dos produtos derivados da Cannabis. “O trabalho do instituto vai ter também um impacto econômico direto nos pequenos fazendeiros da Jamaica, pois alguns serão contratados para produzir plantas de maconha para as pesquisas”, informa o diretor de comunicação da UWI, Carroll Edwards.

Pacoteira

57 gramas

É a quantidade de maconha permitida pela nova legislação jamaicana, a maior entre todos os países que já descriminalizaram a erva

“Se a Jamaica quer se posicionar como um centro de excelência para a pesquisa da ganja, o país deve ser o lugar de pesquisa e desenvolvimento da ganja’’ – Phillip Paulwell,  ministro de Ciência, Tecnologia,  Energia e Mineração da Jamaica

 

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Ativismo Especiais Marcha da Maconha Notícias sobre maconha

Milhares na rua e um único pedido: Regule a maconha! Confira como foram as marchas do último fim de semana

Milhares de pessoas participaram neste fim de semana, sábado (23) e domingo (24),  das 8 marchas pela legalização da maconha que rolaram pelo país todo. Entre as cidades, Contagem, em MG, Londrina, no Paraná, e Santos, em SP, receberam pela primeira vez o ato.

Em São Paulo, a manifestação mais esperada do calendário verde, e que já vem sendo aclamada como a maior Marcha da Maconha da história do Brasil, saiu sob os gritos “Pela liberdade [email protected] [email protected] [email protected] / Em memória [email protected] [email protected] levando mais de 20 mil pessoas às ruas, segundo a organização – e 4 mil segundo a PM -, pela legalização da maconha e contra a guerra às drogas. A cobertura detalhada da maior Marcha da história, você vê em breve por aqui, no Smkbd.

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“Pela liberdade [email protected] [email protected] [email protected] / Em memória [email protected] [email protected]”, levou 20 mil às ruas de São Paulo em mais uma edição da Marcha da Maconha ~Foto: Mídia Ninja / Facebook

Pela legalização por completo da Maconha, desde o uso medicinal ao recreativo, desde o cultivo caseiro às lojas oficiais, a militância capixaba foi às ruas com mais uma edição da Marcha Mundial da Maconha em Vitória, capital do Espirito Santo. Mais de 800 pessoas, segundo a organização – e 350 segundo dados da PM -, entre usuários e não usuários, marcharam no sábado (23) pelo fim da atual política de “guerra às drogas”.

Confira como foi o ato pela cobertura Fotográfica realizada por Tati Hauer – BONDE – Núcleo Movél de Comunicação

O ativismo mineiro adicionou neste último sábado mais uma marcha na região, reforçando a luta e os gritos pela legalização da ganja, com a Primeira Marcha da Maconha da cidade de Contagem, em Minas Gerais, que reuniu centenas de manifestantes por uma nova política de drogas.

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1ª Marcha da Maconha da cidade de Contagem em Minas Gerais – Foto: Guilherme Fernandes de Melo

Ainda no sábado, por mais que a equipe Smkbd tenha sequelado e não inserido na matéria que divulgou as marchas da última semana – foi mal, ‘Sequela Nossa’ – , o ativismo de Nova Iguaçu foi pras ruas na sua 4ª edição da Marcha da Maconha, na baixada do Rio de Janeiro.

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Concentração de ativistas e PM’s (ao fundo) na 4ª Marcha da Maconha de Nova Iguaçu

Pelotas realizaria sua segunda Marcha da Maconha neste sábado (23), mas devido as condições climáticas o evento foi transferido para o próximo dia 30, sábado, na mesma hora e local. A concentração está marcada para às 14h00, na Praça Dom Antônio Záttera (Avenida Bento Gonçalves). Para mais informações, clique AQUI.

Domingão Canábico

Abrindo o domingão, a militância canábica em Salvador foi às ruas no último dia 24. Cerca de 300 pessoas, segundos números da polícia, seguiram até a Praça municipal sob a bandeira pelo “Fim da Guerra às Drogas e o Fim do Genocídio da Juventude Negra”. O tema está relacionado ao caso dos 12 jovens mortos durante um confronto com a polícia no bairro do Cabula.

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parada na Secretaria Estadual de Segurança Pública, localizada em frente à Praça da Piedade, para ato público em nome de todos os mortos na ocasião. Foto por Davi Oliveira / Facebook

Durante a manifestação os ativistas fizeram uma parada na Secretaria Estadual de Segurança Pública, localizada em frente à Praça da Piedade, para ato público em nome de todos os mortos na ocasião.

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Marcha da Maconha Salvador 2015 – Foto Driele Lima / Facebook

Se no sábado teve uma Marcha da Maconha inédita, o domingo surpreendeu com duas manifestações inéditas: uma marcha em Santos e outra em Londrina. Na Baixada Santista, o ativismo reuniu cerca de 300 pessoas na Praça da Independência, no Gonzaga, estreando a 1ª Marcha na região.

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Cerca de 300 pessoas compareceram a 1ª Marcha da Maconha na Baixada Santista – Foto: Marcha da Maconha Santos / Facebook

Se a missão é propagar os gritos exigindo a regulação da maconha por todo o Brasil, Londrina também entrou na rota das marchas pelo país. No domingo, militantes pela legalização da erva promoveram a primeira Marcha da Maconha pelo centro da cidade, fomentando o debate sobre o uso da ganja para diversos fins. A concentração lotou a concha acústica e, dali, partiram em direção ao Zerão, um centro de recreação da cidade, com faixas e cartazes sob os gritos que pediam a regulação da maconha.  A Polícia Militar não acompanhou a manifestação e não houve contagem por parte do órgão.

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Concentração da 1ª Marcha da maconha de Londrina, na Conha Acústica – Foto: Fernando Alfradique / Facebook

Não foi só em São Paulo que a marcha bateu o recorde de público. Em Fortaleza, o ate bateu a marca do ano passado, levando às ruas no último domingo (24) mais de 10 mil pessoas pedindo a legalização da maconha, na 8ª edição da marcha.

Levando como pauta o direito ao cultivo caseiro, a desmilitarização da polícia militar, a luta pelo fim do machismo na sociedade e o fim do racismo, sendo os negros de periferia tratados como bandidos por causa da cor da pele, e o fim da discriminação à população LGBT, a Marcha da Maconha de Fortaleza pode ser considerada também um das mais importantes e maiores manifestações do ano e do país, em 2015.

Confira como foi o ato pela cobertura Fotográfica realizada por Kélvin Cavalcante / via Facebook da MM de Fortaleza.

O circuito das marchas pelo Brasil continua, então largue mão dessa ideia pequena de que um só não faz diferença… faz sim! E muito! Acesse, pesquise, escolha a Marcha da Maconha mais próxima da sua região e participe!

Confira a agenda completa. Clique AQUI ou acesse //marchadamaconha.org

 

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Economia Mundo Canábico Notícias sobre maconha

Empresa da Austrália será a primeira a exportar maconha medicinal dentro da lei

A chamada AusCann se aproveitou de território com um governo próprio para conseguir as terras e a licença de exportação para o Canadá. Segundo a Forbes, além de beneficiar os pacientes que receberão a erva medicinal sem problemas com a lei, a medida também vai movimentar a economia do local onde será plantada. Bom pra lá, bom pra cá…

Imagine como a vida de milhares de pacientes seria muito, mas muito mais fácil se eles pudessem receber sua maconha medicinal ou derivados de forma totalmente legal e pelo correio… Para a felicidade deles (e infelicidade de muito proibicionista por aí), uma empresa da Austrália está a poucos passos de se tornar a primeira do mundo a exportar erva para fins medicinais totalmente dentro da lei.

Como? Do jeitinho brasileiro – no caso, australiano: a chamada AusCann realizará todo o plantio em terras localizadas em Norfolk Island, um território independente e com leis próprias situado em a Austrália, Nova Zelândia e Nova Caledónia (Oceania). Isso garantiu a empresa um local para plantar sua maconha e, claro, a autorização necessária para levá-la para outros lugares do mundo, a começar pelo Canadá.

A primeira tonelada dos camarões australianos devem ser enviados ao outro continente em meados de maio de 2016 – já que a empresa pretende plantar as mudas ainda em novembro deste ano. Acha que é muita maconha? Em 2018, este número deve aumentar para incríveis 10 toneladas da verdinha.

Mas diz aí: não seria mais fácil plantar diretamente no Canadá? A resposta é “não”, pois as baixas temperaturas do país impossibilitam a produção da Sativa – espécie indicada para diversos tipos de tratamentos médicos. Além disso, a plantação e comercio da planta movimentarão bastante a economia de Norfolk Island, beneficiando ambos os países.

Apesar da marola positiva, há um pequeno medo no ar. Em 2014, os presidentes da empresa tentaram a mesma operação em outra companhia de nome TasCann. Mas, nada deu certo porque o governo australiano barrou tudo. Mas para os presidentes, é só bad trip: desta vez, há tudo para dar certo.

Estamos torcendo!

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Marcha da Maconha SP acontece sábado, em meio a crescimento de 600% na apreensão do entorpecente

Coletivo espera reunir entre 10 mil e 15 mil pessoas. Marcha se manifestará contra política ‘de guerra às drogas’ e prisões em massa. As informações são do O Globo.

A 8ª edição da Marcha da Maconha de São Paulo, a maior do país, acontece na Avenida Paulista no sábado, em meio a um grande crescimento da apreensão do entorpecente por parte da polícia na capital paulista. Foram 4,4 toneladas apreendidas na cidade nos três primeiros meses deste ano ante 580 quilos no mesmo período do ano passado, um aumento de mais de 600%, segundo dados da Secretaria de Segurança Pública (SSP). Em relação ao que a SSP considera “entorpecentes em geral” (maconha, cocaína, crack e outras drogas), houve um crescimento de 240% no volume apreendido na capital. Em resposta à chamada “guerra às drogas” decretada pelas forças policiais na capital e no estado e, consequentemente, ao aumento no número de prisões de pessoas por associação ao tráfico de drogas, a marcha pretende reunir entre 10 mil e 15 mil pessoas no vão livre do Masp e, de lá, seguir em caminhada por ruas da região da Paulista até o centro de São Paulo.

O ato deste ano será realizado na semana seguinte a uma decisão polêmica do ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), que mandou soltar um jovem que estava preso em Porto Alegre após ser flagrado com 69 gramas de maconha. Na ocasião, Barroso atacou a atual política de combate às drogas e criticou as condições do sistema prisional brasileiro.

Os pontos destacados pelo ministro são os principais temas em discussão na marcha deste ano. Ambas as políticas de Estado, de guerra às drogas e a do encarceramento em massa, são consideradas falidas e higienistas pelo Coletivo de São Paulo da Marcha da Maconha, idealizador do ato. Além do protesto, a marcha exigirá – a exemplo de edições anteriores – a legalização da produção, circulação e uso de maconha no Brasil e a utilização da cannabis para fins medicinais, recreativos e religiosos.

Proibida em outras edições pela Justiça paulista (em 2011, a Polícia Militar reprimiu com violência uma manifestação convocada em favor da liberdade de expressão, após a proibição judicial), que alegou que o evento faria apologia às drogas, a marcha acontece na Avenida Paulista, em São Paulo, desde 2008. De lá para cá, a jornalista Gabriela Moncau, uma das organizadoras, avalia que o debate no país sobre a legalização da maconha avançou bastante, mas acrescenta que há um grande desafio, que é justamente o de promover o que não acontece no Brasil atual, segundo ela: “um debate sobre a política antidrogas em todos os lares”.

Gabriela lembra que as políticas proibicionistas são recentes se comparadas ao uso de drogas no mundo. Ela acrescenta que a guerra às drogas é uma justificativa para o Estado ter domínio sobre os cidadãos e controlar ainda mais as populações já marginalizadas.

– A intenção da marcha este ano é chamar a atenção da sociedade de que a gente vive uma guerra e que o debate sobre a política de drogas não acontece em todos os lares. Ainda há uma impressão de que marcha são só usuários que vão pra rua querendo fumar maconha. As pessoas (que participam) já usam maconha. Historicamente, a relação da humanidade com as drogas sempre existiu. A proibição, no entanto, é algo recente do ponto de vista histórico. Essa guerra às drogas tem pouco mais de 100 anos. Na verdade, ela serve para o controle do estado sobre os nossos corpos e o controle da população já reprimida do estado, que são os negros, jovens e pobres moradores da periferia. Temos a terceira maior população carcerária do mundo e o tráfico de drogas é dos motivos que mais encarceram.

A Marcha da Maconha este ano, a exemplo de outras edições, reúne atividades paralelas, como festivais culturais e aulas públicas. Nesta quinta-feira, por exemplo, haverá uma roda de samba com um bloco feminista e um debate de como as mulheres são afetadas pelo proibicionismo.

– Não focamos nosso discurso pressionando deputados para criar projeto de lei x ou y a favor da legalização. Nosso trabalho é na base da mudança de mentalidade, de como lidar de outra forma com as drogas, principalmente as demais (que não a maconha), em cujas discussões ainda estamos muito atrasados. No tocante à maconha, temos avançado no debate, principalmente em relação ao uso medicinal. Esse avanço é mais por conta do Judiciário, no caso o Supremo Tribunal Federal.

Além da decisão mais recente do ministro Luís Roberto Barroso, em junho de 2011, após a repressão violenta por parte da PM no ato daquele ano em São Paulo, o STF decidiu que a marcha da maconha é legitima, pois nela está presente o exercício de dois direitos constitucionais: o de reunião e de liberdade de pensamento.

Para evitar esse tipo de ação por parte de policiais nesta edição, o coletivo elaborou uma carta desconvite à PM. “Já basta de guerra. Por uma Marcha da Maconha onde caibam muitos rostos e causas, e onde as flores vençam o canhão”, diz um trecho do texto.

Acesse e confirme presença no evento criado no Facebook: https://www.facebook.com/events/997146923632975/

Foto de capa: Mídia Ninja | Flickr

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Marcha da Maconha reúne milhares pessoas no Rio de Janeiro

Com o tema defendendo o Cultivo Caseiro de Maconha, milhares de pessoas, acompanhadas por centenas de policiais da Tropa de Choque, marcham pela legalização da maconha na orla carioca.

Apesar do desnecessário e ostensivo policiamento, a Marcha da Maconha percorreu os 2.420 metros da Avenida Vieira Souto finalizando seu percurso no Arpoador.

Se outubro é rosa e novembro é azul (devido às campanhas contra o câncer de mama e de próstata), o mês de maio há alguns anos já foi classificado como Verde, abrindo as temporadas das Marchas da Maconha pelo Brasil.

A 12ª edição da Marcha da Maconha reuniu milhares de ativistas na tarde deste sábado (09) na orla de Ipanema, na Zona Sul do Rio. Como nos anos anteriores, a principal reivindicação dos manifestantes foi a regulação da maconha, mas a bandeira do fim da repressão contra cultivadores domésticos recebeu atenção especial.

Marcha da Maconha RJ - Foto SmokeBud
Tropa de Choque marcha pela legalização da maconha – MM RJ 2015 Foto: Smkbd

Segundo a organização, 10 mil pessoas participaram do protesto, mas a Polícia Militar, como sempre, estimou o número bem menor, em dois mil manifestantes.

Quem passou pela orla de Ipanema ficou na dúvida se era uma marcha da maconha ou da Tropa de Choque. Mesmo com seu direito garantido pelo STF, desde 2011, os manifestantes foram acompanhados por um contingente jamais visto na marcha da maconha no Rio. De acordo com o comando da PM no evento, cerca de 150 policiais do 23º BPM, do Batalhão de Grandes Eventos e do Batalhão de Choque foram mobilizados para acompanhar a marcha. Popularmente conhecidos como Robocops, escoltaram, ameaçaram, ora agredindo verbalmente ou fisicamente ativistas durante todo percurso, exigindo a ocupação apenas de uma faixa da Av. Vieira Souto, além de tentar impedir por diversas vezes que o carro de som acompanhasse o ato, até o Arpoador.

Em um determinado momento da Marcha, ocorreu uma abordagem sobre a violência contra a população negra e pobre, violência sexual contra as mulheres, contra a redução da maioridade penal e pelo fim da polícia militar, – “Sem Hipocrisia essa polícia, mata pobre todo dia”  Nesta hora, um dos oficiais presentes se incomodou, indo até os manifestantes na tentativa de censurar o ato (assista o vídeo abaixo produzido pelo Correio do Rio).

| DISTÚRBIOS CIVIS |MARCHA DA MACONHA EM IPANEMA ABORDA VIOLÊNCIA POLICIAL CONTRA COMUNIDADES POBRES E OFICIAL TENTA…

Posted by Correio do Rio on Domingo, 10 de maio de 2015

Apesar do clima de navio negreiro, com a ideologia dos capitães do mato, a Marcha da Maconha no Rio percorreu todo o trajeto sem maiores problemas, mesmo tensionado pelo cerco da tropa, o ato finalizou em festa no Arpoador.

A curiosidade do ato ficou com a missionária Dirce Oliveira, 60, que no meio do ato tentava evangelizar novos fiéis para a Igreja Batista. Após recebermos um folheto da igreja dela, questionamos o posicionamento da mesma e enfaticamente, ela também se diz favorável a regulação da maconha.

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Será que ela conseguiu encontrar algum desanimado no meio de tanta marola?

No Rio de Janeiro ainda acontecerão várias marchas. Nesta semana, 16 de maio, a Marcha da Maconha Niterói, dia 23 é a vez de Nova Iguaçu e 31 é São Gonçalo quem sai em ato pelo fim da guerra às drogas. Confira os atos spalhados pelo país. Acesse o portal da Marcha da Maconha, clicando AQUI.

Confira os registros fotográficos feito durante a 12ª Marcha da Maconha do RJ

Confira mais fotos no Flickr da Mídia NINJA

Abaixo relacionamos a clipagem das principais notícias sobre a Marcha da Maconha do Rio de Janeiro:
(Para ler a notícia na íntegra, clique em cada imagem.)

Clipping UOL   Clipping EBC

 

Clipping G1   Clipping Folha

 

Clipping O GloboClipping IG

 

Clipping O SulClipping O Tempo   

 

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Jamaica concederá licença para o cultivo de maconha a duas universidades

Duas instituições educativas da Jamaica receberão em breve uma licença para cultivar maconha com fins de pesquisa, iniciativa possível graças às emendas aprovadas para a descriminalização da erva nesse país caribenho. As informações são da EFE via Uol.

O ministro de Ciência, Tecnologia, Energia e Mineração, Phillip Paulwell, indicou que a Universidade de Tecnologia, mais conhecida como UTech, e a Universidade de West Indies serão os primeiros dois centros educativos a receber as licenças e deverão cumprir com requisitos estritos, segundo publicou nesta quinta-feira o jornal “The Jamaica Observer”.

“Se a Jamaica quer se posicionar como um centro de excelência para a pesquisa da “ganja” -termo usado pelos rastafaris para a maconha-, o país deve ser o lugar de pesquisa e desenvolvimento da ganja”, disse Paulwell.

Além disso, Paulwell indicou que a licença será emitida para um período específico e que as atividades de pesquisa serão supervisionadas pelas autoridades.

Segundo apontou o Ministério da Justiça da Jamaica, a nova legislação que na quarta-feira começou a ser aplicada, “abre o caminho para que seja criada uma indústria legítima de maconha medicinal que terá oportunidades e benefícios econômicos muito significativos”.

Apesar de seu consumo ser totalmente legal para os que contam com uma licença, que será concedida aos jamaicanos que demonstrem interesses religiosos ou medicinais, o Ministério da Justiça não anunciou data para o estabelecimento oficial da Autoridade de Permissões de Cannabis que emitirá as licenças.