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Fantástico: Maconha e CBD viram febre nos Estados Unidos e gera polêmica

Após decisão do Congresso americano no fim de 2018, várias lojas que vendem a substância surgiram. Dá para encontrar CBD em comidas e bebidas. Mas nem sempre realmente existe a substância indicada, é o que diz a matéria do Fantástico deste domingo 15/04/2019.

A onda verde está dominando os Estados Unidos. Por todo país, é possível encontrar estufas com milhares de pés de cannabis e até mesmo empreendedores brasileiros que estão extraindo o CBD e criando produtos industriais. No entanto a matéria que tenta a todo momento separar Maconha do CBD na reportagem aborda algo surpreendente, explica que com o avanço do mercado, agora também há produtos que estão sendo lançados por empresas mal intencionadas e sendo vendidas como se o CBD fosse parte dos ingredientes, ou seja seria um comestível medicinal de canabidiol. É o caso de um “cookie” e um “carro de comestíveis de maconha” que está na rua e até mesmo de outros tantos produtos que você irá ver.

Além do enfoque para as três letrinhas (CBD) estarem estampadas em diferentes produtos – doces, bebidas, cremes, óleos. Os repórteres Tiago Eltz e Lucas Louis também mostraram a polêmica por trás do uso da substância, que também tem sido vendida como a cura pra muitas doenças e transtornos, mas o fato é que ainda existem poucas pesquisas e os governos não ajudam tanto com o tema.
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A matéria é um tanto tendenciosa (como toda matéria produzida por esse tipo de programa) mas mostra uma realidade que é de fato conhecida por quem acompanha o avanço do green rush. Enquanto o THC não é legalizado a palavra cannabis ou maconha continuará sendo estigmatizada, portanto quem está nesse mercado acaba criando outros produtos com outras substâncias para ganhar mercado, mesmo que sem a substância.

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Notícias sobre maconha

Bom Dia Brasil mostra a decisão da justiça que autoriza família a plantar maconha

São exceções que a Justiça vem adotando diante da comprovação dos benefícios da maconha no tratamento de doenças. Pra quem não está familiarizado, os derivados da planta são os únicos capazes de amenizar dor, paralisia e convulsões da jovem. Adolescente de 16 anos tinha 80 crises por dia e o uso da maconha reduziu a zero.

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) autorizou uma família a plantar maconha para fins medicinais. O pai e a mãe de uma adolescente de 16 anos pediram um habeas corpus preventivo porque a filha tem recomendação médica de tratamento com o princípio ativo da planta e o acesso ao canabidiol estava difícil. O pedido tinha sido negado em primeira instância, mas a 1ª Turma Criminal da Corte decidiu, por unanimidade, conceder a autorização. O relator do caso, desembargador George Lopes Leite, visitou a residência da família acompanhado de uma equipe médica do tribunal antes de tomar a decisão.

— Ele fez o trabalho de um juiz. Visitou, buscou prova, juntou equipe médica, viu nossa filha em crise, e como era a medicação. Tudo para ter respaldo, segurança. É um uso medicinal e a gente vai ser acompanhado — contou o fotógrafo Renan Hackradt Rego, padrasto da menina.

A adolescente tem a síndrome rara de Silver-Russel (SSR) — que afeta o seu desenvolvimento desde o útero — e teve um edema cerebral aos 3 anos, após tomar um anti-inflamatório. O edema ocasionou uma paralisia do lado direito e a menina começou a ter convulsões e dor crônica. Segundo o relato da família, ela chegou a ter 80 convulsões diárias, e uma das crises foi tão forte que ela chegou a quebrar um dos dedos da mão.

Incursão ao mercado negro

Apenas dois medicamentos que usam o princípio ativo da maconha têm efeito sobre essas convulsões. A família tem autorização para importar canabidiol (CBD), mas o alto preço e questões burocráticas impedem o acesso com a frequência necessária.

— Eles têm prescrição médica e autorização, mas o canabidiol custa US$ 1,2 mil por mês. E quando chega ao Brasil, sempre fica parado na Receita Federal de 60 a 80 dias até ser entregue. Por isso foi feito o pedido do salvo-conduto para o plantio — explica a advogada Daniela Tamanini.

Com o cultivo da planta, a menina passou a usar a flor da maconha em um vaporizador igual ao usado em hospitais, o que conseguiu zerar as convulsões. A família chegou a recorrer ao mercado negro para tentar ter acesso à planta.

— A primeira vez que a gente comprou no mercado negro era uma planta pesada, que deixou ela de baixo astral. Não tem como saber qual era a planta e cada uma tem uma genética diferente, um efeito diferente — explicou o padrasto.

O cultivo é feito na residência da família, de forma artesanal e sem uso de produtos químicos, e a flor da maconha aparece após seis meses. A família está na primeira colheita, pois só começou a plantar após ter ingressado com o processo.

— A gente usava flores de cultivadores artesanais, que conhecemos através das famílias que têm pessoas com esse tipo de problema — disse Rego.

Na primeira instância, o pedido tinha sido negado porque o juiz argumentou haver um procedimento em andamento para a liberação de outro remédio que usa cannabis como princípio ativo. Ocorre que o pedido da liberação é de 2014 e até agora não houve liberação. Além disso, a estimativa é que o tratamento com o medicamento custe R$ 2,8 mil por mês.

O salvo-conduto expedido pelo tribunal valerá apenas para as polícias Militar e Civil do Distrito Federal. A família tinha pedido que também a Polícia Federal fosse alvo do habeas corpus, mas os desembargadores entenderam não ser possível tomar essa decisão porque a competência seria da Justiça Federal.

O padrasto da menina conta que a decisão é recebida com alívio e permitirá que ela tenha uma vida com o menor comprometimento possível.

— Ela estuda e está mais sociável. Não usa mais morfina, e reduziu a quantidade de rivotril. E está com toda a aceitação e clareza para enfrentar o problema. Agora temos controle total sobre a genética da planta e pode oferecer o que ela precisa.

Presidente da Comissão de Segurança Pública da OAB-Rio, Breno Melaragno explica que, mesmo diante da necessidade médica, a família teria dificuldades judiciais se não obtivesse autorização para o plantio da maconha.

— A família estaria violando a Lei de Drogas e poderia tentar absolvição por estar no chamado de estado de necessidade, já que os efeitos da substância reduzem um problema de saúde. Ainda assim, a absolvição não seria garantida — explica. (Colaborou Renato Grandelle)

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Fantástico mostra policiais que prendem usuários de droga como traficantes para alcançar meta

Nas últimas semanas o Fantástico e o Jornal Extra, revelou o esquema esquema criminoso de recebimento de propinas, policiais militares do 7º BPM (São Gonçalo) acusavam usuários de drogas de serem traficantes, mesmo sabendo que não eram, apenas para atingirem a meta de prisões da unidade. A prática conhecida por quem cobre o proibicionismo e muito falada inclusive na SUG8, foi descoberta pela Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DHNSG), durante investigação que culminou na prisão de 82 PMs acusados de receberem dinheiro de traficantes para não coibirem o tráfico de drogas.


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De acordo com informações da especializada, os PMs faziam apreensões de drogas após combinação com os traficantes, que deixavam os entorpecentes em endereços já acertados. Os policiais, então, abordavam usuários no morro e os levavam para a delegacia, alegando que eles eram os responsáveis pela droga encontrada. Na unidade, os usuários acabavam sendo autuados por tráfico de drogas.

A prática dos policiais desagradava os verdadeiros traficantes das comunidades, que reclamavam da prisão dos usuários.

— Os PMs alegavam (aos criminosos) que precisavam não só bater a meta de apreensões de drogas e armas, mas também a de prisões — detalha o delegado assistente da DHNSG, Marcus Amim.

Pelas escutas telefônicas autorizadas pela Justiça durante as investigações, a DHNSG conseguiu identificar o caso de um usuário que foi preso no ano passado pelos policiais do 7º BPM e acusado injustamente de tráfico de drogas. Ele já foi condenado na Justiça, mas será pedida uma revisão criminal de seu caso, para que ele responda apenas pelo uso dos entorpecentes.

As investigações da especializada permitiram a decretação da prisão de 96 policiais militares e 76 traficantes. Até a noite de ontem, 82 policiais e nove traficantes já tinham sido presos, dois deles em flagrante. Outros 15 criminosos denunciados já estavam atrás das grades. As investigações demonstraram que os policiais recebiam propina para não combater o tráfico de drogas nas comunidades de São Gonçalo. Além disso, revendiam armas e drogas apreendidas nas operaçãoes para os bandidos. Numa situação, um dos policiais chegou a oferecer escolta para um “bonde” (grupo) de criminosos se deslocar, após um traficante ter perguntado a ele se era possível alugar um fuzil da própria Polícia Militar para o tráfico.

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Veja a matéria do Profissão Repórter sobre maconha e a legalização

O uso da maconha e a polêmica sobre a legalização foram os assuntos do Profissão Repórter dessa quarta-feira (5). A maconha é a droga mais consumida no Brasil.

O repórter Guilherme Belarmino conheceu os integrantes da LEAP, Agentes da Lei Contra a Proibição. São delegados, policias, juízes e carcereiros que defendem “a eliminação da política de proibição das drogas e a introdução de uma política alternativa de controle e regulação das drogas”. Segundo a juíza aposentada Maria Lúcia Karam, integrante da LEAP, as drogas podem ser profundamente destrutivas na vida de uma pessoa, mas a guerra às drogas é muito pior.

Em um fim de semana em Fortaleza, 14 pessoas foram assassinadas por arma de fogo na capital. Nas cenas dos crimes, moradores dizem que o tráfico de drogas é quase sempre a causa da violência. “Não é porque está se perdendo a guerra (contra a drogas) que você tem que se render ao inimigo”, diz André Santos Costa, secretário de Segurança Pública do Ceará.

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Parte II – Assine nosso canal e veja primeiro!

O uso da maconha e a discussão sobre a legalização são assuntos polêmicos no Brasil. A maconha é a droga mais consumida no país. O primeiro cultivo legal para uso medicinal do país acontece na Paraíba. A Associação Brasileira de Apoio Cannabis Esperança (ABRACE) é a única no Brasil que produz óleos a partir da maconha para tratamento de várias doenças, com autorização da Anvisa. O plantio foi autorizado pela Justiça Federal.

Químicos, farmacêuticos e agricultores trabalham seis meses no processo de produção até chegar ao óleo de cannabis. A ABRACE está fazendo testes com o THC, a substância da maconha que tem efeito psicotrópico, e que ainda não é regulamentada pela Anvisa. Pessoas com mal de Parkinson têm procurado a associação para tomar o extrato de THC. Frederico Waclawovsky faz parte de um grupo de médicos que estuda o uso da cannabis como remédio: “A gente está tendo resultados muito positivos. A gente solicita que as medicações vigentes não sejam descontinuadas. Esse é um tratamento em conjunto”.

PREP maconha (Foto: TV Globo)Óleo medicinal produzido a partir da maconha

A Associação Brasileira de Psiquiatria não reconhece o componente THC da maconha como medicamento. “O único que tem ação medicinal é o canabidiol, porque ele tem o efeito tranquilizante e não afeta diretamente as funções neuronais. O delta 9 TCH acaba antecipando o início da esquizofrenia, uma doença grave em psiquiatria. Tudo isso já está rastreado cientificamente”, afirma Itiro Shirakawa, da Associação Brasileira de Psiquiatria.

Sheila Geriz e Júlio Pinto Neto usam o óleo de cannabis no filho Pedro, que tem crises de convulsão, e comemoram a melhora do filho. A fisioterapeuta do menino, Thaís Andrade, também vê avanços: “Ele chegava muito sonolento, não conseguia fazer a fisioterapia, chegava muito irritado e tinha crises durante a sessão. Depois, ele começou a permanecer mais tempo, menos irritado, isso foi melhorando bastante e a gente conseguiu progredir nos exercícios”.

Plantações escondidas
A maior área de plantação de maconha no Brasil, conhecida como “Polígono da Maconha”, abrange 13 cidades da Bahia e de Pernambuco, às margens do Rio São Francisco. Quarenta e cinco mil pessoas estão envolvidas no plantio da maconha na região, segundo Paulo Fraga, sociólogo da Universidade Federal de Juiz de Fora.

A maconha é plantada em ilhas que pertencem à União. Muitas vezes, quando a polícia destrói uma plantação, em 15, 20 dias as plantações voltam. “Acredita-se que o Polígono da Maconha hoje seja responsável por 40% do consumo da maconha no Brasil”, diz o advogado Paulo César de Oliveira, da reserva da Polícia Militar.

Paulo César faz parte de um grupo de policias militares, promotores e juízes que defendem a legalização das drogas: “Eu não vejo outra solução para tanto encarceramento e morte”. Quase 190 mil pessoas estão presas no Brasil por tráfico de drogas. É um terço da população carcerária.

Guerra contra o tráfico
O combate ao tráfico de drogas no Rio de Janeiro já dura mais de três décadas. No ano passado, a polícia matou 673 pessoas na capital e na Baixada Fluminense, de acordo com o Instituto de Segurança Pública do RJ.

PREP maconha (Foto: TV Globo)

No começo de junho, moradores de Santa Teresa se reuniram para discutir a violência na região e a política de guerra às drogas na cidade. “Eu acho que a polícia deve se aproximar das pessoas no sentido de comunicar as suas questões. A questão das drogas não pode ser vista como uma questão policial. Debater a legalização é muito importante”, opina Orlando Zaccone, delegado da Polícia Civil.

Zaccone é membro da LEAP, Agentes da Lei Contra a Proibição. São delegados, policias, juízes e carcereiros que são contra a proibição das drogas e defendem a legalização e regulamentação. Segundo a juíza aposentada Maria Lúcia Karam, também integrante da LEAP, as drogas podem ser profundamente destrutivas na vida de uma pessoa, mas a guerra às drogas é muito pior.

Em Fortaleza, a capital mais violenta do Brasil, facções criminosas disputam o domínio do tráfico de drogas. Em um fim de semana, 14 pessoas foram assassinadas por arma de fogo na capital. Nas cenas dos crimes, moradores dizem que o tráfico de drogas é quase sempre a causa da violência. “Sou contra a descriminalização da droga. Não é porque está se perdendo a guerra (contra a drogas) que você tem que se render ao inimigo”, diz André Santos Costa, secretário de Segurança Pública do Ceará.

Uso recreativo
Em Campina Grande, na Paraíba, um grupo de quatro pessoas cultivam maconha para uso recreativo em um clube canábico. Eles alugaram uma casa para o cultivo. “É para o nosso consumo. Não vendemos porque seríamos um braço do tráfico”, diz um deles.

PREP maconha (Foto: TV Globo)José Mujica fala sobre legalização da maconha

No Uruguai, a partir dessa semana está permitida a venda de maconha para uso recreativo. É a última etapa de um processo de quatro anos de discussões sobre o cultivo e a distribuição. No país, a maconha será vendida nas farmácias. Só cidadão uruguaios, que se cadastrarem, poderão comprar a droga. Até agora, há 1,6 mil inscritos. Essa etapa de venda encontra resistência dos donos de farmácia e de parte da população.

A legalização da maconha foi aprovada durante o governo do ex-presidente José Mujica. Segundo ele, a intenção foi tirar os consumidores da ilegalidade e acabar com o narcotráfico: “Nós não estamos de acordo com o consumo de alucinógenos, nenhum vício é bom. Para nós, é uma doença que não poderemos tratar se mantermos a maconha na clandestinidade. O que posso dizer ao Brasil é que se vocês querem mudar e estão há 50 anos fazendo a mesma coisa, vocês têm que pensar em experimentar outro caminho”.

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Pânico na Band esteve na Marcha da maconha 2017. Confira como foi!

O Pânico foi até a Marcha da Maconha São Paulo para ver qual é a brisa, com a Amadinha e Gabe Cielici. Se inscreva no nosso canal e assista antes!

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8 melhores filmes de comédia para ver chapado no Netflix

Filmes para assistir chapado

Os filmes para assistir chapado são muitos, mas você não quer apenas um filme de maconha para assistir chapado. A Netflix fornece um acervo imenso de filmes e séries, disponíveis 24 horas no seu computador ou celular. Se você não assina Netflix, começa chamar seus amigos!

Depois de muitos pedidos… Voltamos com mais uma super lista dos melhores filmes netflix comedia, dessa vez de comédias para quem está doido para dar boas risadas. Alguns filmes de comédia já passaram pela nossa lista #1, #2, #3 e #4. Mas clássico é clássico e vice-versa né?

Melhores filmes Netflix de comedia

Quero Matar o Meu Chefe

filmes para assistir chapadoApesar ser de 2011 o filme conta com um ótimo elenco Nick Hendricks (Jason Bateman), Kurt Buckman (Jason Sudeikis) e Dale Arbus (Charlie Day) que são amigos que só sofrem nas mãos do seus chefes. Juntos, eles “bolam” um plano pra melhorar suas vidas e…

…Resolvem pôr em ação um plano para eliminar os chefes que são uns cuzões e tanto quanto engraçados: Dave Harken (Kevin Spacey), Bobby Pellitt (Colin Farrell) e Julia Harris (Jennifer Aniston). Risada garantida, filme para assistir chapado!

Segurando as Pontas / Pineapple Express

melhores filmes netflix comedia

Este título é um dos meus preferidos e suponho que de muita gente. O filme traz James Franco e Seth Rogen no papel de um traficante e um usuário que acabam se deparando com inúmeras confusões e até com a polícia corrupta. Vale o play.

 

2 Doidões em Harvard / How High

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Silas (Method Man) e Jamal (Redman) são dois amigos que querem apenas muita diversão e maconha. Os dois são os reis do vacilo na Universidade de Harvard. até que um deles descobre um novo baseado que faz com que eles tirem boas notas…

Famoso filme de chapado para assistir chapado!

Cheech & Chong’s Next Movie

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Os dois maconheiros mais conhecidos do mundo passam por uma outra série, cheio de aventuras e muita erva. Com certeza um dos melhores filmes netflix comedia, um clássico!

Falou em filme de maconheiro primeiro ícone Hippie que vem na mente de muitas gerações este provavelmente é o melhor filme de maconheiro dos últimos tempos! Você precisa ver esse filme chapado. Good vibes!

 

Vovô Sem Vergonha / Jackass Presents: Bad Grandpa

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Irving (Johnny Knoxville) é um senhor de 86 anos que viaja ao redor dos Estados Unidos ao lado de seu neto Billy, de apenas oito anos. Durante o percurso ele permite que o garoto fume, ofenda as pessoas e beba bebidas alcóolicas, e tudo gravado com uma câmera escondida – parecido com o que o Ivo Holanda, do Silvio Santos fazia, a diferença que com começo, meio e fim. Muita zoeira nesta lista de melhores filmes no Netflix de comédia.

 

Vizinhos / Bad Neighbors

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Mac (Seth Rogen) e Kelly Radner acabaram de se mudar para uma casa nova, junto com o filho recém-nascido deles. Aparentemente trata-se do local perfeito para criar uma família, mas logo o casal percebe que tem uma fraternidade (imagine mas bagunça que uma república) ao lado da casa.

 

Paul, o Alien Fugitivo

Dois amigos tinham programado a viagem dos sonhos, uma visita a famosa e sempre negada pelo exército Area 51. Só que no meio do caminho eles encontraram Paul ( Seth Rogen), um alienígena que escapou da base militar e precisa encontrar sua nave mãe para retornar ao seu planeta em segurança. Começa então uma insana aventura do trio para escapar da garras dos agentes que querem esconder o Alien do mundo.

 

Todo mundo em Pânico – Filmes para ver chapado

filme para ver chapado

Um dos primeiros filmes de maconheiro de suspense-comédia, em que adolescentes fugindo de maníacos assassinos são o pretexto para uma série de piadas envolvendo todos os recentes filme de terror, de “Pânico” até “O sexto sentido”, passando ainda por outros grandes sucessos do cinema, como “Matrix” e “Os suspeitos”. Sensacional filme de maconheiro!

Melhores filmes de comedia Netflix, gostou?

Curtiu? Faltou algum? Então deixa seu comentário sobre quais os melhores filmes Netflix de comédia que mais te fez chorar de rir e que você quer ver nós indicando aqui. Tem também séries e terror.

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Karma, Apresentador brasileiro que “decretou” morte aos maconheiros sofre infarto

O apresentador alagoano Sikera Junior ficou famoso entre os proibicionistas por ter “decretado” a morte de maconheiros em seu programa de TV e quase acabou sentindo o próprio veneno. Na madrugada desta quinta-feira (5) ele foi levado ao Hospital do Coração de Alagoas em Maceió onde foi submetido a um cateterismo pois sofreu um princípio de infarto. É parece que o falador passou mal…

Segundo a TV Ponta Verde, afiliada do SBT, não se sabe se o apresentador entendeu a relação do caso, dizem apenas que ele sentiu-se mal e agora passa bem. Agora o Plantão Alagoas está sendo substituído por outro reporter sensacionalista e que provavelmente vai falar tanta merda quanto, como todo programa policial sensacionalista.

Olha o que a população fica vendo na TV Aberta, que horror!

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Cinema e Televisão Direito e Política Mundo Canábico Notícias sobre maconha

Jornal da Globo: Eleitores dos EUA vão ter que decidir sobre a venda de maconha

A Globo é uma caixinha de surpresa, de um lado um editorial e seus atores falam bem sobre a maconha e do outro lado falam mal, pra gerar aquele medo do novo, clássico. É o caso da matéria que foi ao ar nessa noite que fala sobre o plebiscito que os estados unidos irá fazer muito em breve. Na matéria eles mostram dados relevantes, citando fontes e os pontos como a dependência é fruto da Globo Folha, ninguém sabe de onde vem.

Separamos alguns dos pontos relevantes pra você saber.

  • A venda por lá começou a dois anos e Colorado foi o primeiro estado a legalizar/regulamentar.
  • Nunca os americanos foram tão favoráveis à legalização da maconha para uso recreativo e medicinal. Pesquisa do Gallup, divulgada pelo “Washington Post”, revela que 60% da população adulta acha que o consumo deve ser descriminalizado, o maior nível de apoio em quase meio século de pesquisas.
  • Em 2015, a Maconha foi a industria que mais cresceu no colorado, mais que o petróleo e o gás e rendeu mais de 2 bilhões de dólares pra economia do estado.
  • Lá você pode comprar até 28g ou até 100ml de compostos que contém THC.
  • Caiu em 46% o número de pessoas presas por fumar um
  • Quer saber mais?
    https://www.portaldacannabis.com/veja-apuracao-do-plebiscito-nos-eua-que-pode-ajudar-descriminalizar-maconha/

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    Multishow faz Paródia de programa policial, com Rafinha Bastos ironizando as prisões por Tráfico.

    Parece que o Rafinha bastos ou o roteirista perceberam o quão imbecís são os programas policiais, fator determinante para o emburrecimento da população.Enfim… eles resolveram parodiar isso tudo em programa chamado, “Chamado Central” que acompanha o expediente de policiais. A paródia da vez, foi o caso clássico de dizer que tudo que é de maconha é apologia. Assiste aí.

    Chamado Central estreou em Julho com Rafinha Bastos interpretando o cabo da polícia militar Sérgio Marcos, a em dupla com o tenente Saulo. O programa, que tem clima de “falso reality”, vai mostrar as ocorrências designadas para cada um dos policiais, numa sátira da realidade das ruas e dos procedimentos da polícia.

    CHAMADO CENTRAL

    De segunda a sexta, às 23h30

    Uma ganjinha do episódio aqui;

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    HBO lançou o trailer de High Maintenance: Série sobre entregador de maconha

    Depois de um enorme sucesso na internet, a série, High Maintenance está chegando na HBO com seis novos episódios e o grupo HBO disse que vai liberar os 19 já existentes. Pra quem está chegando agora tem um novo trailer da série que conta a história de um vendedor de maconha e seus clientes.

    Quem quiser conhecer os personagens, rola dar uma passadinha no vimeo da série.