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Os 10 melhores filmes de terror para você assistir chapado no Netflix

Filmes de terror para assistir chapado no Netflix

Se você está carente de ver um filme de terror massa, mesmo depois de procurar nas imensas listas da internet e só se decepcionou. Fizemos uma lista que vai fazer você com medinho, principalmente se assistir a noite.

Aperta o baseado que a lista de filmes de terror está assombrando sua noite! Se tem uma dica deixa nos comentários! Viva a noite do terror chapado!

[REC]

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Ángela Vidal é uma jornalista que está fazendo uma matéria para mostrar o cotidiano do quartel do Corpo de Bombeiros. Ai após um chamado o pesadelo acontece.

Atividade Paranormal

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Desde quando era criança a Katie escutava uns barulhos estranhos, sussurros e sentia sensações inesperadas. Depois que ela ficou adulta ela foi morar com o namorado que é cético e acha que ela está viajando. Aí ele resolve usar uma câmera para gravar tudo o que acontece enquanto eles dormem. Ai a pira acontece.

Contatos de 4º Grau

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Gravações de uma psicóloga revelam casos de abduções alienígenas no Alasca, há gravações supostamente originais da época e você sair de casa cabreiro(a).

1408

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Um escritor que curte desmascarar fenômenos paranormais decide se hospedar no quarto 1408 do Dolphin Hotel, famoso por ser mal assombrado, e acaba experimentando momentos de horror.

O Exorcismo de Emily Rose

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Esse é f*#a “O Exorcismo de Emily Rose” é um dos melhores filmes de terror que já vimos. A menina tem umas possessões demoníacas e vish, assista!

Psicose

Janet Leigh in Psycho

Se você viaja em cinema clássico, não tem como ficar sem conhecer a história do Bates Motel.

Stigmata

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Belo Quinto, uma fictícia cidade no sudeste do Brasil, recebe a visita de um padre que foi mandado pelo Vaticano para investigar uma igreja que tem a estátua de uma santa que verte lágrimas de sangue depois que um padre morreu… Ai em diante, tenha atenção.

O Chamado

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Rachel Keller é uma jornalista que decide investigar a misteriosa morte de sua sobrinha e descobre que há outras mortes relacionadas a um estranho vídeo, que faz com que todas as pessoas que o assistam morram exatamente sete dias depois. Só que ela e o filho dela viram o vídeo ai…

Os Outros

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Durante a 2ª Guerra Mundial, Grace decide ir morar com seus dois filhos em uma mansão isolada na ilha de Jersey, a fim de esperar que seu marido retorne da guerra. Como seus filhos possuem uma estranha doença que os impedem de receber diretamente a luz do sol, a casa onde vivem está sempre em total escuridão. Eles vivem sozinhos seguindo religiosamente certas regras, como nunca abrir uma porta sem fechar a anterior, mas esqueceram de avisar os vizinhos.

Terror em Amityville

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Em 1974 a polícia do condado de Sufolk recebeu uma chamada telefônica que a levou ao endereço 112 Ocean Avenue, Amityville, Long Island, lá se depararam com um assassinato de uma família inteira enquanto dormia. Poucos dias depois, Ronald Defeo Jr admitiu que usou um rifle para matar os pais e seus 4 irmãos, alegando ter ouvido vozes que vinham de dentro da casa e que o influenciaram a cometer os crimes. Um ano depois chega uma galera nova com os filhos pra morar ali e não demora muito para se ligarem que tem uma presença maligna na casa.

Você também pode gostar desta super lista de filmes de comedia para assistir chapado você vai passar mal de tanto rir. Criamos em parceria e está irada! Os filmes de guerra são outra pedida.

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André Barros Colunas Opinião

MEIA-NOITE E MEIO-DIA NA CIDADE DE DEUS

A máxima de Buscapé – “… na Cidade de Deus, se correr o bicho pega e se ficar o bicho come” personagem da ficção, mantém-se viva e realista no texto dessa semana do Advogado da Marcha da Maconha, Dr. André Barros, mostrando que nada mudou nos últimos anos, na CDD,  e antigos jargões como ‘Morcegão’ que hoje são conhecidos como ‘Meia-Noite e Meio-Dia’ continuam assombrando a Cidade que era para ser de Deus, mas é da UPP.

Conversando com uma família desesperada por estar com um filho na custódia de hospital público do Rio de Janeiro, porque recebeu um tiro nas costas e pelas costas na cidade de Deus, perguntei sobre o “morcegão”.

Quando me formei, em 1988, já tinha experiência em defesas orais, pois havia estagiado no I Tribunal do Júri durante dois anos. Meu pai, Fernando Barros, foi um dos maiores tribunos a que assisti. E olha que vi advogados excepcionais atuando, como Evaristo de Moraes, Humberto Telles, George Tavares, Técio Lins e Silva, Arthur Lavigne, Murilo e Canaã.

Em 1989, fui contratado por duas mulheres, que trabalhavam na Cobra Computadores, em Jacarepaguá, para defender seu irmão, que já estava preso há cinco anos por duas tentativas de homicídio na Cidade de Deus. Na realidade, a polícia entrou atirando com duas guarnições e atingiu um trocador e um garoto. Queriam que meu cliente segurasse as duas tentativas de homicídio. Diziam que era traficante, mas ele não tinha qualquer condenação por tal crime nem estava sendo acusado por tráfico, e queriam que ele fosse condenado por dois outros crimes que não havia cometido.

Pedi que convocassem as senhoras da Cidade de Deus e assim aconteceu. Depois de duas horas de acusação e defesa, mais meia hora de réplica, na tréplica, terminei dizendo que o julgamento é público, porque a sociedade tem o direito de julgar se a Justiça está ou não fazendo Justiça. Emendei, afirmando que as pessoas que presenciaram aquela violência policial, que já não acreditavam na Justiça, se voltassem à Cidade de Deus, ao saberem que meu cliente tinha sido condenado a trinta anos de prisão, por dois crimes que não havia cometido, se as pessoas da Cidade de Deus iriam acreditar mais ou menos na Justiça? Como são sete jurados, ganhei de 7 X O em cada uma das duas tentativas, Assim, ganhei o Júri por 14 X 0.

Nesse processo fiquei sabendo que o posto da polícia na Cidade de Deus era apelidado de “morcegão”, porque os policiais colocavam moradores de cabeça para baixo, sob o argumento de que eram criminosos. Contando essa história para eles, meus novos clientes me disseram que isso não existia mais, mas que agora eram meia-noite e meio-dia.

Então perguntei a razão. A família explicou que os plantões da UPP que fazem as rondas na Cidade de Deus costumam ser tranquilos, exceto por dois que circulam sem identificação, o verdadeiro pavor do local. Como um é negro e o outro é branco e tocam o terror sem identificação, a comunidade apelidou o negro de “meia-noite” e o branco de “meio-dia”.

Portanto, pelo visto, depois de tantos anos, nada mudou na Cidade de Deus!!!