A iniciativa procura fomentar a criação de empregos com o cultivo de uma fibra que tenha baixo nível do químico psicoativo THC, o elemento que produz a euforia entre os fumantes. As informações são da EFE, via UOL

Um comitê do Senado da Flórida, nos Estados Unidos, aprovou nesta terça-feira (24) um projeto de lei encaminhado para permitir o cultivo de fibra de maconha para o preparo de comidas, bebidas, cosméticos e materiais têxteis, mas descartou sua utilização para fins terapêuticos ou recreativos.

O senador democrata Jeff Clemens explicou que a iniciativa procura fomentar a criação de empregos com o cultivo de uma fibra que tenha baixo nível do químico psicoativo THC, o elemento que produz a euforia entre os fumantes.

Enquanto isso, dois projetos de lei sobre uso da maconha medicinal na Flórida e outro encaminhado para permitir o consumo legal recreativo de uma dose de 70 gramas estão estagnados na Legislatura. Estas propostas se somam à campanha particular da United for Care para submeter a referendo em 2016 o uso da maconha medicinal no Estado, que já rejeitou em votação em novembro do ano passado uma proposta similar.

Embora a votação tenha alcançado 58% dos votos a favor, o respaldo esteve dois pontos abaixo do necessário para ser aprovada. Hoje, Ben Pollara, diretor da United for Care, criticou a “falta de ação” da Legislatura que “vai atrasar ainda mais o acesso à maconha medicinal”.

Em novembro de 2012, Colorado e Washington aprovaram o consumo de pequenas quantidades de maconha com fins recreativos, opção à qual se uniram posteriormente o distrito de Columbia, onde está a capital federal, Oregon e Alasca, enquanto o consumo de cannabis para fins medicinais é permitido em 23 Estados.