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Planta na Mente reúne 5 mil foliões na Lapa pela legalização da maconha

Em uma das maiores e mais belas manifestações em prol da legalização da maconha, no carnaval carioca, o Planta na mente com muita alegria e seriedade puxou o bloco pela legalização da erva.

“Bandeira branca amor, não posso mais me esconder, só por fumar erva paz.” e “Mamãe eu quero, mamãe eu quero, mamãe eu quero fumar. Dá a semente, dá a semente, dá a semente pra eu parar de comprar”, essas e outras paródias das tradicionais marchinhas de carnaval, adaptadas no repertório do bloco Planta na Mente, carregou mais de 5 mil foliões no seu 4º desfile na quarta-feira de “brasas”, no Rio de Janeiro.

O bloco, que teve a concentração nos pés dos arcos da Lapa, entre o circo e a fundição, três ícones da cultura canábica carioca saiu às 16e20 no tradicional horário da marola descendo a Rua dos Arcos, até a esquina da Rua do Lavradio com a Rua do Resende, onde contamos com a ilustre aparição, no estilo Bonecão de Olinda, de “Eduardo Paespalho” representando o ‘adorado’ prefeito da cidade carioca, que acompanhou o bloco pela Rua do Resende, entrando na Avenida Gomes Freire finalizando no tradicional ‘bar da cachaça’, na esquina da Av. Mem de Sá.

Para o ativista, Rudi Fidel do coletivo Horta Urbana, “a importância do bloco é enorme, por que além de vir criticando o modelo de guerra às drogas traz propostas positivas para uma nova legislação, fora que é bom protestar com alegria”, complementou o ativista.

Já o ator Daniel Curi, do Canal Parafernalha, que marcou presença em outras edições do bloco e da marcha, ficou surpreso com o crescimento. “Foi bem mais cheio, mais longo e não ficamos tão “escondidos” pelas ruelas da Lapa. Acho que ano que vem estaremos na Rio Branco.”

Segundo o ator, o mais interessante foi ver a cara das autoridades ‘perplexa escoltando’ milhares de maconheiros sem ocorrer uma confusão. “A partir do momento que os usuários botam a cara nas ruas, desmistificam aquela imagem do estereótipo de maconheiro. Muitos médicos, advogados, empresários, estudantes, ambulantes e vagabundos lutando juntos pela paz e por um ideal é sempre bonito de se ver. Como diz um amigo meu “Não sei porque prender um usuário fumando maconha nas ruas ou em algum evento. O máximo que pode acontecer é ele ficar na larica e pedir um petisco.”, finalizou Curi.

Para o comerciante Luan Rocha, “o bloco tem a importância de mostrar através da música que a maconha além de ser recreativa tem outros usos, sejam medicinal, industrial ou cultural. Percebi que cresceu em relação aos outros anos, um sinal de que a galera ta saindo do armário.”

Antonio Campello, um dos organizadores, acredita que esse crescimento é sinal do fortalecimento de todo o movimento antiproibicionista. Campello finaliza, “…achei lindo e fico emocionado pois o Planta é como um filho pra mim.”

Entre ativistas foliões, vimos a alegria em um forma contagiante com a boa aceitação explanada entre sorrisos e rimas por onde o bloco passava, nos rostos dos ambulantes, transeuntes, moradores em suas sacadas , turistas, motoristas e até dos guardas municipais, admirados com tanta alegria e beleza reunidos em uma celebração tranquila e regada de positividade, em prol da legalização da maconha como foi o desfile do Planta na Mente. A presença da polícia foi mínima.

A seguir confira as fotos do Bloco Planta na Mente, que proporcionou o melhor carnaval libertário de todos os tempos.

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Agradecimento especial pelas imagens, Wally Hermann, Oliver Kornblihtt / Mídia NINJA e SmokeBud

 

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