Em Israel, Canadá, e Estados Unidos, grandes centros da medicina mundial, o uso da maconha para o tratamento do câncer é autorizado. Em 20 estados dos EUA, tal avanço foi conquistado através de plebiscito.

Já no Brasil, país que vive graves problemas estruturais em seu sistema de saúde, o uso da maconha é proibido no tratamento do câncer. Quem deve ter maior razão nesta questão? Os países citados têm longos anos de pesquisa, além de medicina bem mais avançada que a nossa.

É público e notório que a maconha diminui o enjôo do paciente submetido à quimioterapia e à radioterapia, além de abrir o apetite. Outros remédios para a mesma função não possuem a eficiência da maconha. Tal combinação apresenta grande eficácia no tratamento da terrível doença.

O artigo 2º da Lei 11343/2006, a lei de drogas em vigor, estabelece o seguinte:

“Art. 2o …..
Parágrafo único. Pode a União autorizar o plantio, a cultura e a colheita dos vegetais referidos no caput deste artigo, exclusivamente para fins medicinais ou científicos, em local e prazo predeterminados, mediante fiscalização, respeitadas as ressalvas supramencionadas.”

Portanto, seria bem simples, a União poderia autorizar o plantio da maconha, no jardim do paciente durante o período de combate à doença.

Trata-se então de mais uma luta da Marcha da Maconha em defesa de lei. Estamos acostumados com essa luta, somos um movimento garantido pela Suprema Corte do país depois de longos embates contra a repressão do sistema penal.
Por isso, hoje, 27 de novembro de 2013, vamos realizar, em quase 20 cidades do Brasil, o Dia Nacional pela Legalização da Maconha e Combate ao Câncer.