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O uso recreativo da maconha pode até ser legalizado no estado norte-americano do Colorado, mas em plataformas como Twitter e Google, a história é diferente.

Em artigo publicado no Adweek, Garett Sloane ressalta como os vendedores e lojas que comercializam a erva estão se virando para divulgar o produto.

Mesmo que a Apple, por exemplo, não sugira que pessoas vendam maconha pelo iPhone, alguns aplicativos na App Store tentam driblar as barreiras. Caso do WeedMaps, que mostra onde estão os estabelecimentos que vendem a erva.

Já com Google e Twitter a história é mais complicada. Se você vende maconha ou produz o produto, não pode promover um tweet ou desenvolver um link patrocinado para ele. Enquanto as regras não ficarem claras, uma saída para as empresas é contratar o apoio de celebridades que sempre demonstraram seu apoio ao uso da marijuana. “Como o Woody Harrelson”, lembra o CEO da agência United Entertainment Group, Jarrod Moses.

E não é só Harrelson que pode faturar com o a divulgação da “novidade”. Pense rápido: qual celebridade se encaixaria perfeitamente numa publicidade de maconha? Exatamente. “O Snoop Dogg pode ser o Michael Jordan do mercado da erva”, diz Nick Adler, vp de desenvolvimento de negócios da agência Cashmere, que representa o astro do hip-hop.

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O Snoop Dogg pode ser o Michael Jordan do mercado da erva? Opine!

Aliás, enquanto as marcas não podem fechar negócio diretamente com o Google, elas podem inovar e apostar em merchans no canal de Snoop Dogg no Youtube, o WestFestTV.

O astro também tem um aplicativo que permite a montagem de fotos com peças ligadas ao mundo da maconha, algo que também pode ser explorado pelas marcas.

Os negócios que envolvem a maconha não estão restritos somente à venda da famigerada erva. Uma tour pelos plantios de ganja no estado do Colorado conseguiu driblar as proibições do Google. Ao buscar “Colorado marijuana tours”, o Adweek se deparou com um banner do projeto Get Elevated Colorado no resultado das buscas. Para Daniel Moorefield, gerente do serviço, tudo se trata do uso “correto das palavras-chave”.

E não são só marcas diretamente ligadas ao consumo da maconha que estão precisando driblar proibições de terceiros. Recentemente, por exemplo, uma marca de sorvetes aproveitou o assunto para brincar no Twitter (veja aqui).

Enquanto os Estados Unidos não regulamentam as regras para a publicidade de maconha, resta apenas a propaganda boca a boca, como bem ressalta Chris Leonardo, chefe da Colorado Green Adventures.

Via AdNews

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Quais astros seriam os publicitários da erva? Comente abaixo!

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