O uso de derivados da maconha para tratar doenças é uma realidade cada vez mais comum em várias partes do mundo. No Brasil, o canabidiol foi aprovado, mas os custos de importação dificulta o acesso de quem precisa da medicação.

Deborah Rosa, 20 anos, sofre com a síndrome de Dravet e necessita do Cannabidiol. Patrícia Rosa, mãe de Deborah, uma das 200 pessoas que obteve o direito de tratamento sob prescrição, confirma os benefícios do uso do derivado da maconha como a melhora no sono e a redução das crises que antes eram de 15 a 45 por mês, reduzindo para 7 após o começo do tratamento. Mas o suplemento é caro, podendo chegar até 1.800 dólares ao mês, o que em algum momento pode inviabilizar o tratamento.

Patrícia Rosa foi a porta voz das mães e pacientes com epilepsia de difícil controle na última audiência pública da #SUG8.


Esperança ainda distante por afpportugues