Want create site? Find Free WordPress Themes and plugins.

Nos EUA a maconha vai além dos brownies e cookies. A variedade estonteante de alimentos que podem ser misturados com a erva alavanca um mercado que fatura cada vez mais e busca na prática a conscientização sobre os melhores métodos de uso da maconha. As informações são da Folha de S.Paulo.

Os produtos comestíveis e com infusão de maconha floresceram e resultaram em um mercado para produtos de alto preço contendo maconha, quando os Estados do Colorado e Washington legalizaram o uso recreativo da maconha nos últimos meses.

A criação dessa pequena indústria de doces, óleos com infusão e cursos deve crescer ainda mais à medida que mais Estados legalizarem a prática e a conscientização sobre os melhores métodos de consumir a droga se ampliar.

“Estamos vendo mais produtos como livros de receitas para pratos com maconha”, diz Erik Altieri, porta-voz da Organização Nacional pela Reforma das Leis da Maconha. “Agora, que mais e mais consumidores convencionais têm acesso ao produto, o interesse vem crescendo.”

pot-cooking-class-teaches-responsible-eating
Tempero verde

Muitos usuários de maconha recorrem a produtos comestíveis porque não gostam de tragar ou inalar a fumaça, ou porque querem variedade.

Para pessoas doentes, doses controladas de maconha em forma comestível podem oferecer resultados terapêuticos mais duradouros e sem o efeito entorpecente.

E há dinheiro a ganhar com isso. A BluKudu, de Denver, começou há três anos a produzir chocolate com maconha para propósitos medicinais. Desde que o uso recreativo da maconha se tornou legal no Colorado, neste ano, diz o proprietário Andrew Schrot, o negócio mais que dobrou –de algumas centenas de barras de chocolate ao dia a mais de mil barras diárias, com preços entre US$ 9 e US$ 17 por unidade (de cerca de R$ 20,30 a R$ 38,40).

Cursos de culinária usando maconha também vêm surgindo. Um deles, em Denver, comandado por um chef que criou receitas de bacon com chocolate e almôndegas com uma crosta com infusão de maconha, ganhou tanta popularidade que passará a ser oferecido uma vez por semana a partir de agosto.

Os alunos são aconselhados a não fumar antes de chegar à aula porque existe muito a aprender sobre dosagem e eles estarão provando os pratos que preparam. “No final da aula, todo mundo está bem chapado”, diz J. J. Walker, o criador do curso.

A Mountain High Suckers, de Denver, vende pirulitos e pastilhas de garganta contendo maconha para os usuários de maconha medicinal e planeja lançar esses produtos também para os consumidores recreativos, neste mês.

“As pessoas estão inovando e faturando alto no departamento recreativo”, disse Chad Tribble, um dos sócios da Mountain High Suckers.

CIÊNCIA

E não se trata apenas de um hobby ou de negócio: há ciência envolvida.

O THC, o componente químico psicoativo da maconha, precisa ser fumado ou aquecido -ou seja, cozido- para ser ativado. Quando ingerido, ele oferece sensação mais duradoura e muitas vezes mais intensa.

“Estamos vendo uma espécie de renascimento, no qual quanto mais as pessoas se interessam mais usos da maconha experimentam”, disse Chris Simunek, editor-chefe da revista “High Times”, publicação mensal sediada em Nova York que cobre o tema há 40 anos e sempre teve coluna de receitas com a erva.

Did you find apk for android? You can find new Free Android Games and apps.

Escreva seu comentário

pessoas


Curte nossa nova página no Facebook

DESCONSTRUA

Please enter your comment!
Please enter your name here