Apesar de defender publicamente, na rede social, o consumo da erva sem repreensão, Ex-integrante do grupo infantil Trem da Alegria, diz não usar mais por motivos religiosos. Postagens na ocasião era para incentivar que os artistas se manifestassem mais sobre o assunto ao invés de gastarem seu tempo com os escândalos no mundo das celebridades. As informações são do Terra.

Patrícia Marx comentou na tarde desta quarta-feira (24) a polêmica foto em que aparece fumando um cigarro de maconha —publicada em seu perfil no instagram e depois excluída— e disse que não é mais usuária. Segundo a cantora, naquela ocasião, o objetivo era apenas abrir uma discussão.

“Eu era usuária. Sempre achei normal ter essa abertura, essa liberdade de fazer o que eu quisesse. Até me senti meio ‘Madalena’. Eu uso as minhas redes sociais meio inconsequentemente. Não me vejo como artista 24 horas e eu postei essa foto. A intenção era mostrar um lado meu, mostrar que eu cresci, que era uma pessoa independente, mostrar o meu lado humano, que eu erro, que eu tenho os meus defeitos. Algumas pessoas se aproximaram, me defenderam, e outra não, não entenderam. O meu intuito foi abrir uma discussão: ‘por que [a maconha] é tão malvista?'”, questionou a cantora em tom de desabafo. “Não sou mais usuária. Eu parei de fumar [maconha]. Tive uma relação muito ruim com isso, me deixou muito deprimida, muito para baixo. Então resolvi parar e refletir”, acrescentou em seguida durante entrevista ao programa “Mulheres”, da TV Gazeta.

Sem citar nomes, a cantora ainda criticou parte da classe artística. “Eu sabia o que estava fazendo. Eu quis criar essa discussão. Eu vejo que os artistas, cada vez mais, não têm posicionamento de nada. Eles preferem ficar nas coisas básicas, em escândalos, virar celebridade sem conteúdo, do que um posicionamento corajoso, de dizer o que você realmente pensa. E isso com relação a tudo. Não só a maconha, nem digo as outras drogas porque não gosto e não apoio”, disparou.

A discussão sobre a legalização e a regulamentação do uso, produção e distribuição da maconha no Brasil é quente e está na pauta dos candidatos à Presidência no país. Em dezembro de 2013, o Uruguai aprovou a legalização do cultivo e venda da maconha. Esse ano, os Estados do Colorado e de Washington, nos EUA, passaram a permitir a substância para fins recreativos. O jornal americano “The New York Times” estampou na edição do último dia 3 um anúncio de página inteira de uma companhia da indústria de marijuana – reforçando a posição do jornal em favor da legalização desta substância.

Com 40 anos e mãe de uma adolescente de 15 anos, Patrícia Marx iniciou carreira artística no grupo infantil Trem da Alegria, sucesso principalmente na década de 80.

Na Pontinha ~
No seu perfil no Facebook a cantora ainda complementa que apesar da matéria do UOL não ter citado o motivo, Patrícia “encontrou no espiritismo kardecista, toda a compreensão que precisava para entender o que é um vicio e as consequências que isso acarreta no plano espiritual e consequentemente, no físico, social e psicológico.”, e complementa “Respeito todo mundo. Quem usa, quem não usa, quem é contra ou a favor”.

Assista na íntegra a participação de Patrícia Marx no programa “Mulheres” do canal GNT em que ela fala sobre o assunto(a partir dos 09 minutos e 50 segundos)

  • anonimato

    #PARTIUIGREJA

  • Latica

    Também sou espírita Kardecista, e lá não diz nada sobre não fumar maconha, e sim sobre vícios.. Aí é que tá, ela devia tá fumando muito pra achar q parar de fumar maconha vai resolver o vício haha

    P.S.: Fumar me ajuda a estudar o espiritismo, e muito.