Denúncias anônimas e escutas telefônicas levaram à prisão de suspeitos.

Após quatro meses de investigações baseadas em denúncias anônimas e escutas telefônicas autorizadas pela Justiça, os policiais conseguiram abordar os suspeitos e identificar a atividade criminosa na sorveteria. Segundo o delegado, foi constatado que no local funcionava um laboratório para o preparo de entorpecentes.

O delegado Ivo Martins informou que o cabo estava lotado na 6ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom). Ainda segundo o delegado, o policial utilizava o fardamento da Polícia Militar e viaturas para a atividade de tráfico.

“As denúncias dão conta de que ele usava farda da polícia e as viaturas da PM para traficar. Isso, inclusive, facilitava a ação deles. Esse policial preso chegou, inclusive, a trabalhar no 18º DIP. Ele já estava no tráfico há, pelo menos, dois anos. Não descartamos o envolvimento de mais policiais no caso”, disse.

Na casa da vizinha e na residência do cabo, foram apreendidas balanças, uma pistola PT40, uma espingarda calibre 28, ambas do policial, além de 400 trouxas de pasta base, oxi e maconha. A Polícia também apreendeu um carro modelo Fiat Strada, celulares, câmeras, relógios e duas TVs.

O cabo foi autuado por tráfico de drogas, associação para o tráfico e posse ilegal de arma de fogo. Ele foi conduzido para o Batalhão de Guarda da PM, no Monte das Oliveiras, na Zona Norte. A vizinha dele presa na operação também vai responder processo por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Ela será encaminhada para a Cadeia Pública Raimundo Vidal Pessoa, no centro da capital.

Fonte:  G1

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