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O governo uruguaio, prosseguindo com a regulamentação da lei da maconha, autorizou a comercialização de produtos derivados da cannabis para fins medicinais, beneficiando os pacientes que até então eram obrigados a importar ou comprar no mercado negro.

Três meses após o início das vendas de maconha nas farmácias uruguaias, o presidente Tabaré Vázquez assinou um decreto que autoriza a venda de medicamentos derivados da cannabis, tanto em farmácias comerciais como nas que se encontram dentro dos hospitais, mas somente ‘com receita’ emitida por médicos.

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O governo uruguaio autorizou recentemente uma empresa a comercializar produtos feitos à base de cannabis que devem chegar às farmácias do país até o fim do ano, a um preço final de US$ 100, segundo informações do El Observador.

Atualmente, os pacientes que utilizam cremes e outros produtos à base de maconha para fins medicinais são obrigados a importar, pagando em média US$ 250, ou comprar os mesmos no mercado negro.

Além da comercialização de produtos feitos à base de maconha para fins medicinais, outra porta que se abre com a Lei é a das pesquisas. Nesta área, os avanços são poucos devido à falta de recursos, de acordo com os cientistas.

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