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Música

Música: Feminine Hi-Fi reúne mulheres da Jamaica e do Brasil no clipe Femina Ganja

A Feminine Hi-Fi, projeto e selo paulistano comandado por mulheres e focado na linguagem do reggae e sound system, lançou no último dia 10 de outubro a faixa “Femina Ganja“. O single, produzido por Digitaldubs, conta com vozes e composição das cantoras Lei Di Dai, Laylah Arruda, Mis Ivy, Shirley Casaverde e também da jamaicana Sister Carol. A notícia é do site de música ZonaSuburbana.

Femina Ganja traz para os ouvintes o formato que se popularizou na Jamaica a partir dos anos 1960 e se espalhou por todo o mundo nas festas de sound system. Nele, diversos cantores versam sobre o mesmo riddim (nome dado na Jamaica à base instrumental), o que inspirou ao longo do tempo outros gêneros e vertentes musicais, como o rap e seus cyphers.

A jamaicana Sister Carol, nascida em Kingston, foi criada no bairro do Brooklin, em Nova York, e abriu sua própria gravadora, chamada Black Cinderella, nos anos 1980. É uma das vozes femininas pioneiras do reggae mundial. Também conhecida como Mother Culture, traz em suas letras mensagens conscientes sobre temas como poder feminino, ancestralidade e sociedade. Em passagem pelo Brasil em 2018, Carol se reuniu às cantoras Laylah Arruda, Lei Di Dai, Mis Ivy e Shirley Casaverde sob produção musical do Digitaldubs, e o resultado foi o single “Femenina Ganja”.

A faixa está disponível em todas as plataformas digitais, e a estreia vem acompanhada de videoclipe, dirigido por Bianca Hoffmann.

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Curiosidades Tecnologia Maconha

Jroll – Conheça a maquina de bolar baseado expresso que viralizou no Whatsapp!

Nas últimas semanas uma maquina fantástica que enrola baseados acabou ganhando fama em todos os grupos de whatsapp de maconha e entre os amigos canabistas também. Mas de onde surgiu essa invenção? Como é o nome da maquina de enrolar maconha? Onde vende essa tecnologia canábica?

A maquina de enrolar baseados se chama Jroll X10 e ainda não foi lançada, no entanto o comercial oficial da empresa mostra a facilidade de ter um beck bolado logo pela manhã, enquanto se faz um café. Mas realmente pode ser uma mão na roda para quem não tem um braço, por exemplo. Veja o comercial oficial abaixo!

Os preços ainda não foram divulgados, no entanto a Legalize Já aposta que o valor da maquina deverá custar cerca de 350 dólares – preço similar a uma maquina de expresso de café. A evolução do design é demais e foi postada no instagram oficial deles.

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Cinema e Televisão

CBD & Meditação: Kim Kardashian comemora a chegada do seu 4° filho com cannabis

No sábado, os famosos amigos e familiares de Kim Kardashian e Kanye West se reuniram para celebrar a chegada do seu quarto filho com um chá de bebê estilo Kardashian. A celebração de uma das famílias mais poderosas dos Estados Unidos foi postada no instagram e ganhou destaque na mídia tradicional por se tratar de uma barriga de aluguel e também pela temática da cannabis.

Além disso, a diva revelou que o bebê que nascerá em maio, é um menino, no entanto, ela e Kanye ainda não decidiram um nome para ele. Essa não é a primeira vez que a família de Kim Kardashian tem filhos através da gestação por substituição ou popularmente conhecida como barriga-de-aluguel, onde há um acordo em que uma mulher aceita engravidar com o objetivo de engendrar e dar à luz uma criança a ser criada por outros. Chicago West, o caçula da família também foi gerado por uma barriga de aluguel.


“Kim e Kanye tinham um embrião masculino e ficaram emocionados que funcionou. Ela sempre quis ter quatro filhos, e sendo dois meninos e duas meninas, é perfeito. Eles ficaram muito felizes com a primeira experiência e estão muito gratos por ter mais um bebê”, contou uma fonte do E! News.

No encontro temático “CBD & Meditation” realizado na casa do casal, cada participante recebeu um kit Yeezy (com cannabis) e participou de um banho de sol com mediação ao lado de algumas plantas de maconha, também teve uma brincadeira com sugestões para o nome do bebê. O neném deve nascer em maio e assim como Chicago West, o caçula da família também está sendo gerado por uma barriga de aluguel.

“Então, porque eu estou em pânico e o bebê está chegando, tipo, duas semanas, eu pensei que melhor maneira de comemorar seria ter um pouco CBD”, disse a seus convidados. Na celebração estavam a manager, Kris Jenner e a irmã Kourtney Kardashian, bem como Chrissy Teigen, Paris Hilton, Larsa Pippen, Jen Atkin e E! estrelas Olivia Pierson e Natalie Halcro.

Depois do chã, Kardashian West refletiu sobre o chá de bebê, dizendo aos fãs e seguidores no Instagram Story: “Ontem eu tive meu chá de bebê CBD! Obrigado a todos que celebraram o #4 bebê conosco. Foi perfeito!”

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Kim’s CBD baby shower yesterday!

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Em novembro de 2017, a família Kardashian jogou um lindo chá de bebê cheio de flores de cerejeira antes do nascimento do terceiro filho da Kardashian West, Chicago, por meio de um substituto.

“Ok, pessoal, [isso é] meu chá de bebê para o bebê número 3”, disse Kardashian West no Snapchat ao lado de vídeos que documentam as decorações elegantes. “É uma linda floresta de chá e flor de cerejeira.”

Dica do leitor: Dan Novaes. Valeu Dan!

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Curiosidades Especiais

Drauzio Dichava: Dr. Drauzio Varella lança série falando só sobre maconha

O doutor mais conhecido do Brasil, Dr. Drauzio Varella vai começar uma série só sobre maconha. A série Drauzio Dichava, que terá lançamento no dia de hoje – 22 de abril, pontualmente às 4:20 vai abordar o uso adulto da maconha (antes chamado de “uso recreativo”). Não somente do ponto de vista científico e de saúde, mas analisando também os impactos sociais da política que envolve a cannabis. Vamos dichavar este assunto.

“Há 12 mil anos, já havia maconheiros no planeta”, assim começa o vídeo o médico mais reconhecido no país ao abordar um tema que é tendência mundial: a regulamentação da maconha.

São cinco episódios, lançados simultaneamente (colocamos todos nesse post), a nova série do Portal Drauzio Varella no entanto o episódio “O Jardineiro Fiel” que deveria ser o quinto e ultimo episódio da séria Drauzio Dichava vazou acidentalmente no UOL, o episódio em questão mostrava a realidade de uma pessoa que cultiva e vende maconha, que se autodenomina um agricultor-comerciante, mas que perante a atual lei de drogas seria preso como traficante.

O episódio conta com pessoas importantes como o historiador Mauricio Fiore, do Cebrap – Centro Brasileiro de Análise Planejamento, o Dr. Emílio Figueiredo, advogado da Rede Jurídica pela Reforma da Política de Drogas.

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Cinema e Televisão Curiosidades

Netflix: Documentário sobre a história da influência da maconha na música e a guerra as drogas

A Netflix lançou no último 4/20 o documentário Grass Is Greener (A grama é mais verde), no Brasil chamado Baseado em Fatos Raciais, que mostra como a maconha se tornou combustível para o jazz e o hip-hop, e também o estopim de uma guerra contra as drogas baseada na injustiça racial. Este documentário analisa a complexa relação dos EUA com a maconha. Vale muito a pena ver!

Dirigido e narrado pela lenda do hip hop, Fab 5 Freddy (Fred Brathwaite) que foi apresentador da MTV e conta a relação da música com a maconha. Como surgiu os primeiros músicos que defenderam a maconha no jazz, até hip hop e a maconha.

O documentário tem depoimentos de nomes importantes que levantaram a bandeira da legalização há mais de 30 anos, Snoop Dogg, Cypress Hill, Run DMC e Damian Marley.

 

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Cinema e Televisão Mundo Canábico

Fantástico: Maconha e CBD viram febre nos Estados Unidos e gera polêmica

Após decisão do Congresso americano no fim de 2018, várias lojas que vendem a substância surgiram. Dá para encontrar CBD em comidas e bebidas. Mas nem sempre realmente existe a substância indicada, é o que diz a matéria do Fantástico deste domingo 15/04/2019.

A onda verde está dominando os Estados Unidos. Por todo país, é possível encontrar estufas com milhares de pés de cannabis e até mesmo empreendedores brasileiros que estão extraindo o CBD e criando produtos industriais. No entanto a matéria que tenta a todo momento separar Maconha do CBD na reportagem aborda algo surpreendente, explica que com o avanço do mercado, agora também há produtos que estão sendo lançados por empresas mal intencionadas e sendo vendidas como se o CBD fosse parte dos ingredientes, ou seja seria um comestível medicinal de canabidiol. É o caso de um “cookie” e um “carro de comestíveis de maconha” que está na rua e até mesmo de outros tantos produtos que você irá ver.

Além do enfoque para as três letrinhas (CBD) estarem estampadas em diferentes produtos – doces, bebidas, cremes, óleos. Os repórteres Tiago Eltz e Lucas Louis também mostraram a polêmica por trás do uso da substância, que também tem sido vendida como a cura pra muitas doenças e transtornos, mas o fato é que ainda existem poucas pesquisas e os governos não ajudam tanto com o tema.
Veja a matéria abaixo e assine o nosso canal para ficar informado!

A matéria é um tanto tendenciosa (como toda matéria produzida por esse tipo de programa) mas mostra uma realidade que é de fato conhecida por quem acompanha o avanço do green rush. Enquanto o THC não é legalizado a palavra cannabis ou maconha continuará sendo estigmatizada, portanto quem está nesse mercado acaba criando outros produtos com outras substâncias para ganhar mercado, mesmo que sem a substância.

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Curiosidades Mundo Canábico

Como é o Turismo Canábico em Ámsterdam?

Se você estiver a passeio no velho continente, e é amante da cannabis, precisa incluir Ámsterdam no seu roteiro. Não somente pelas centenas de coffeeshops que você pode comprar buds da melhor qualidade mas também pela história, arquitetura e laricas sensacionais que você vai encontrar por aqui.

Amsterdam é um destino muito procurado por turistas de todas as idades, é uma cidade antiga que se encontra ABAIXO do nível do mar, por esse motivo é cheia de canais para que não alague! As edificações tem uma arquitetura curiosa, por conta do solo ser muito instável e difícil de trabalhar, as casas que beiram esses canais são estreitas e com muitos andares para que possam caber todos os cômodos. Chegando perto dessas construções, é possível notar que elas já estão tortas, e não é brisa não, nitidamente dá para ver que elas estão inclinadas e parece que vão tombar a qualquer momento.

Morei 3 anos próximo a fronteira da Alemanha com a Holanda e minhas idas a Amsterdam eram constantes, seja sozinho ou com grupo de amigos pra dar uma voltinha e degustar a erva nessa cidade que é também conhecida pela tolerância.

Tolerância?

É! Tolerância!

Não existe nenhuma lei que torne a cannabis legal aqui no país, a não ser para fins medicinais, mas o governo percebeu que uma Holanda sem drogas é algo irreal, fantasioso, impossível e decidiram investir seus esforços em conscientizar e minimizar os danos causados pelo uso de drogas recreativas.
 A maconha ficou enquadrada junto com haxixe e pílulas de dormir como drogas leves e tem um comércio regulado, mas em 2015 vários coffeeshops, inclusive o icônico Mellow Yellow, tiveram que fechar as portas devido a uma nova lei onde não poderiam haver tais estabelecimentos perto de escolas.

Uma curiosidade, é que apesar dessa tolerância e regulamentação para a venda da ganja, o seu plantio é proibido, o que é estranho já que os coffeeshops precisam obter seus produtos de algum lugar…
Drogas pesadas, como crack, cocaína e heroína são combatidas por toda nação.

Legenda: White Heroin Sold as Cocaine!
Legenda: White Heroin Sold as Cocaine!

 

Vitrines

Coffeeshops
Vamos começar pelo o que interessa, descolar a maconha pra poder curtir a brisa do passeio. Amsterdam tem muitos coffeeshops, alguns bem conhecidos pelos turistas, como o Bulldog, Green House e o Dolphin, que tendem a vender uma erva mais cara do que os demais.

A maioria deles ficam numa área designada, chamada de o Distrito da luz vermelha, na mesma região onde ficam as famosas “vitrines” com as prostitutas oferecem seus serviços, que diga-se de passagem, estão dentro da lei e são taxados pelo governo.
Para comprar a maconha nos coffee shops, precisa apenas ser maior de 18 anos e ter um documento válido com foto, de preferência, o passaporte, alguns lugares até podem fazer vista grossa caso você apresente um outro documento brasileiro, mas não arrisque.
Todo coffeeshop vai ter um cardápio, não é barato, afinal a cotação do euro está acima do 4 pra 1, flores secas e haxixe são os produtos mais ofertados, as extrações são dificílimas de achar e algumas lojas oferecem os famosos space cakes, bolinhos que vão te levar até o espaço, e se você for iniciante na parada, vão mesmo! Tome cuidado, o bolinho só faz efeito depois de digerido e esse tempo de digestão varia de pessoa para pessoa, portanto é mais difícil dosar o quanto você precisa comer pra dar o barato, não exagere para não dar bad trip.

Recomendo sempre comprar as flores secas por grama e ir enrolando seus baseados com sedas e piteiras bem legais que você vai encontrar nas lojas, mas caso você seja um pasteleiro que está começando a arte do origami canábico, todos vendem baseados já pré enrolados pra você curtir sua viagem sem estresse.

O ambiente e estilo vai variar em cada coffeeshop, alguns são mais modernos e contam até com microscópios para você analisar a sua erva e ver se está bem resinada, outros decorados de maneira mais rústica, apenas com um lounge e música para você degustar seu baseado antes de ir turistar por aí. Aproveite os coffeeshops como paradas estratégicas para descansar do bater perna pela cidade e comer alguma coisa, vários deles também oferecem comida e bebidas sem álcool.

Coffeeshops que eu recomendo por aqui:

Green House Coffeeshop
Além de coffeeshop, os donos também tem um banco de sementes muito premiado, possuem diversos prêmios das cannabis cup na prateleira e o local já atraiu diversas celebridades para fumar uma boa maconha.
Oferecem almoço, jantar e diversas laricas deliciosas enquanto você curte uma brisa. Procure pelo Green House que fica rua Haarlemmerstraat.

 Além dele, na mesma rua fica o Barney’s coffee shop que também oferece comidas e deixam Volcanos em cima das mesas para você aproveitar os benefícios da vaporização.

Beirando os belos canais de Amsterdam, considero parada obrigatória no Amnesia Coffeeshop. A atmosfera e decoração são modernas, microscópios e vaporizadores a disposição dos clientes, na parte de fora, bancos para você fumar seu base tomando um solzinho e observando os barcos passarem!

O Bulldog é icônico, apesar de cheio de turistas e um atendimento pouco menos amigável do que os demais, esse coffeeshop é um dos que se destacou pelo Branding e conquistou o mundo com sua marca, portanto vale a visita! Você ainda encontra bares e hotéis da bulldog.

Depois de estocado, curta a cidade! Caminhe ou alugue uma bike, Amsterdam é a cidade das bicicletas e os pontos turísticos são pertos um dos outros. Tome cuidado com o trânsito e outros turistas desavisados que andam pela ciclovia deixando os ciclistas locais bem enfurecidos.

Aproveite para conhecer a fábrica da Heineken, que tem um passeio super legal com aquela cervejinha garantida no fim. Próximo a fábrica, fica a praça dos museus, aqui você vai encontrar o Van Gogh Museum, o RijksMuseum e o famoso letreiro I AMSTERDAM. O passeio de barco pelos canais é muito recomendado e uma ótima maneira de aprender mais sobre a história da cidade.
A noite, a vida noturna é muito ativa, a maioria dos bares e clubes não pagam entrada, vá para o distrito da luz vermelha e passeie pelas vielas onde ficam as vitrines e divirta-se!

E a larica?


Cara, acho que Amsterdam é a cidade das laricas, não deixe de comer Stroopwafel e batatinhas fritas, essa segunda opção mais especificamente na Vlaams Friteshuis Vleminckx, no centro da cidade, acrescente molho Joopie (se pronuncia iÔpi, e é um molho tradicionalíssimo holandês sensacional. Melhores batatas que já comi.

 

 

 

Até a próxima viagem!

Jah bless.

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Música

Vocalista do Nickelback tinha uma funcionária apenas para enrolar os seus baseados

O baterista do Steel Panther contou a revista Rolling Stone que ficou impressionado com o fato durante gravação conjunta de “It Won’t Suck Itself”

O Steel Panther se prepara para lançar seu quinto álbum de estúdio no final de 2019. Em entrevista à Blabbermouth, Stix Zadinia, baterista da banda, falou um pouco sobre o novo projeto e relembrou os sucessos da banda.

Uma das músicas mais divertidas de gravar, para Stix, foi “It Won’t Suck Itself”, de 2011. A faixa contou com a participação de Chad Kroeger, vocalista do Nickelback.

“Trabalhar com ele foi incrível. A gente foi até a casa dele, e ele tinha uma garota lá cujo único trabalho era bolar os beques. Era uma doidera. Juro por deus, não estou brincando, esse era o trabalho dela! Talvez ela fizesse outras coisas, mas naquele dia, foi só aquilo”, contou.

“Mas foi superdivertido trabalhar com ele. Ele é legal e criativo. A música foi feita bem rápida. A gente estava lá sentado, e Satchel [guitarrista] estava com uma guitarra e criou o riff. E aí o Chad fez as letras, e achei superinteressante, porque quando você escreve escreve com alguém novo, você nunca sabe como vai ser”, comentou o baterista sobre o processo criativo.

Steel Panther é uma banda humorística e satírica, que foca em imitar as bandas glam dos anos 1980. O Blabbermouth a descreveu como “Van Halen indo de encontro ao Motley Crue indo de encontro ao Ratt indo de encontro ao Wayne’s World e se completam com gritos de ópera, misoginia, solo de guitarra exagerados e inundação de libido”.

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Música

Jota 3 lança o clipe “Flores e Ervas” com BNegão e Digitaldubs

As palavras de resistência, espiritualidade, liberdade e autoconhecimento do reggaeman Jota 3 estão no ar. Ele está de volta – e muito bem acompanhado – por BNegão. Após uma intensa temporada com a turnê do projeto “Inna Positive” (protagonizado por um dos sound systems mais respeitados do Brasil, o carioca Digitaldubs).

“A ideia do clipe surgiu em janeiro de 2017, enquanto eu participava de uma temporada de verão com o Digitaldubs na casa do skatista Bob Burnquist na Barra da Tijuca (RJ)”, conta Jota 3, que decidiu gravar justamente na vizinhança do famoso campeão do skate brasileiro.

A aventura de Jota 3 e seus parceiros musicais a bordo da selva da Babilônia também foi gravada em uma outra locação secreta fora do Brasil. O vídeo é uma ode ao direito de plantar flores e ervas no quintal. Um hino aos jardineiros libertários da cultura ancestral. E também um alerta pela legalização da cannabis medicinal. 

O produtor da faixa, Marcus MPC (aka Digitaldubs) também aparece nesta aventura selvagem, assim como o MC Jeru Banto. A sonoridade da faixa segue a estética do Digitaldubs, com o bassline pesado do dub e programação digital aliada à percussão nyahbinghi e metais. 

“Cantar e escrever sempre foram um processo de cura e descoberta para mim. E minha causa maior passou a ser dedicar minha vida afim de ajudar as pessoas a evoluir intelectual, espiritual e moralmente através da música, da mesma forma como fui e sou ajudado por ela”, afirma o artista-ativista

E seguindo a tradição da música jamaicana, foi lançado também o vinil compacto 7” desta faixa, que conta com um lado B em versão instrumental – e exclusiva – para todos os sound systems tocarem e improvisarem suas rimas. Compre na Reggae Shop.

Porque segundo escreveu o jornalista Carlos Albuquerque (Calbuque) sobre o discoAmplificado por Digitaldubs – que foigravado entre Rio de Janeiro, Vitória, Barcelona (Espanha), Birmingham (Inglaterra) e Kingston (Jamaica): “reggae bom é reggae vivo. Apoiado em gigantes como Sly & Robbie e Twilight Circus , o cantor e MC Jota 3 – nascido no Rio, criado em Vitória – dispensa clichês moribundos e deixa a herança militante do gênero fluir, forte e pulsante”.

Ainda vai ter uma festa com Sound System de lançamento do clipe e vinil “Flores e Ervas” no Rio no próximo dia 20/01/2018;

Local: Bco (Rua General Luís Mendes de Morais, 210)
Horário: 20h – 02h
Ingressos: R$ 20 a R$ 40  
Venda Física: na portaria
Venda Online:

https://www.sympla.com.br/digitaldubs—o-eterno-verao-do-dub__430714

Classificação: 18 anos
Capacidade: 1000 pessoas

Evento:                                                 https://www.facebook.com/events/287683341933867/?ti=icl  

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Curiosidades Música

Biografia do Planet Hemp vira discussão entre Produtora da banda e Autor

Recentemente os fãs do Planet Hemp foram agraciados com duas maravilhosas obras que relatam a trajetória de uma das bandas mais importantes dos anos 1990. Um filme que ganhou um enredo especial contando a história do Skunk e o amor de dois amigos e uma biografia em livro, um pouco mais crua, que reconstrói trajetória em fotos, histórias e entrevistas. No entanto após o lançamento oficial do livro começou a borbulhar nas redes sociais postagens da Produtora do Planet ao autor da biografia até então tinha sido autorizado a realizar a biografia. Porém o que rolou não está escrito…

A história do Planet Hemp é emblemática. Eles chegaram a ser presos por apologia a droga. Só por cantar letras falando da maconha.
A história do Planet Hemp é emblemática. Eles chegaram a ser presos por apologia a droga. Só por cantar letras falando da maconha.

O debate se torna ainda mais complexo já quede um lado há quem defende a autorização prévia dos biografados o que resulta em uma prévia censura (veto). De outro há quem defende que a vida das “pessoas públicas” pertence a toda a sociedade, e que em caso de uma biografia com inverdades ou invasão de privacidade, no pior das hipóteses deveria ser resolvida juridicamente.

Nós não sabemos o que de fato aconteceu, mas o fato é que Marcelo D2 autografou a biografia e ao que tudo indica pareceu estar de acordo com o biógrafo. Já Marcello Lobatto, CEO da Produtora da Banda mostrou descontentamento em relação a história, sobretudo ao termo utilizado pelo autor do livro, afirmando que seria a história definitiva da banda.

Como assim definitivo se o Planet Hemp ainda tá fazendo história?

Marcelo D2 escreveu isso por se sentir homenageado ou já havia lido o livro?

Depois de uma semana de resenha a Na Moral Produções, empresa que administra a carreira do Planet Hemp, largou no dia 28/12/2018 uma nota em que critica a publicação da biografia “Mantenha o Respeito” que, segundo ela, “é uma colcha de retalhos de inverdades” sem contar aos fãs quais seriam elas e esquece de ouvir integrantes da banda como B Negão. Veja abaixo.

Não poderíamos fechar o ano sem essa nota de esclarecimento sobre o livro lançado a respeito do Planet Hemp. Afinal, foi…

Posted by Na Moral Produções on Friday, December 28, 2018

“Não poderíamos fechar o ano sem essa nota de esclarecimento sobre o livro lançado a respeito do Planet Hemp. Afinal, foi um ano excepcional para o Planet , com um projeto lindo como o Legalize Já – O Filme ganhando o mundo e conquistando prêmios em grandes festivais nacionais e internacionais de cinema, shows lotados em todo o país, 25 anos de banda; enfim, vamos ao motivo da nota…

Em primeiro lugar, “biografia definitiva”? Como dizer que essa é a história definitiva de uma banda que está em plena atividade? No mínimo, questionável. A história do Planet Hemp AINDA está sendo escrita!

Segundo ponto: como o livro que conta a trajetória do Planet Hemp pode se basear em apenas UMA conversa com o protagonista de tudo, o Marcelo D2? E pior, como simplesmente ignora a versão de pessoas tão fundamentais como BNegão, Black Alien, Fernando Gabeira, Marcello Lobatto, Maria Juçá ( Circo Voador), Eddie (produtor da banda há mais de 10 anos), entre tantos outros. Claro que houve muitos relatos de personagens importantes e queridos por todos nós, mas, como “esquecer” peças tão cruciais?!

Apoiamos o autor e fomos surpreendidos com uma grande colcha de retalhos de inverdades. Quando recebemos o livro e iniciamos a leitura ficamos em choque e após várias mensagens de integrantes da banda, figuras importantes do mercado musical e do próprio D2, decidimos que o mais honesto a se fazer seria compartilhar com vocês o nosso parecer.

Bom, para quem quiser ver boas fotos de acervo e ler sobre o ponto de vista de coadjuvantes, boa leitura. Agora, se você espera conhecer com profundidade e fidedginidade o que é a essência do Planet, não perca seu tempo.”

Cesinha Chaves, Marcelo D2, Pedro de Luna and Legalize Já no lançamento do livro na Headshop La Cucaracha, No Rio de Janeiro.

A resposta oficial de Gustavo Guertler, CEO na Editora Belas Letras, e Pedro de Luna, jornalista e escritor foi mais incisivo, inclusive pontuando toda a crítica de Marcelo Lobatto, CEO da Produtora do Planet Hemp.

1. Dos ex e atuais integrantes da banda e funcionários, o autor do livro entrevistou as seguintes pessoas:

Apollo (ex-tecladista da banda) – Entrevista gravada
Bacalhau (ex-baterista) – Entrevista gravada
Black Alien – Entrevista gravada
Formigão (baixista da banda) – Entrevista gravada
Eduardo Vitória “Jackson” (ex-roadie e guitarrista da banda) – Entrevista gravada
Felipe Casqueira (ex-produtor de estrada da banda) – Entrevista gravada
Kadu Carlos (primeiro roadie) – Entrevista gravada
Kleber França (técnico de PA) – Entrevista gravada
Marcelo D2 (vocalista) – Entrevistas gravadas
Marcello Lobatto (empresário da banda e responsável pela nota contra a biografia) – Entrevista gravada
Mario Caldato Jr (produtor dos discos da banda) – Entrevista gravada
Pedro Nicolas (ex-tour manager da banda) – Entrevista gravada
Ronaldo Pereira (primeiro empresário da banda) – Entrevista gravada
Seu Jorge (ex-percussionista) – Entrevista gravada
Zé Gonzales (ex-DJ da banda) – Entrevista gravada
Rafael (ex-guitarrista da banda) – Entrevista gravada
Renata Lopes (ex-funcionária da Na Moral Produções nos anos 1990) – Entrevista gravada
Bruno Pederneiras (atual guitarrista) – Entrevista por e-mail
Daniel Ganjaman (ex-guitarrista e tecladista) – Entrevista por e-mail
David Corcos (ex-roadie e produtor de músicas da banda) – Entrevista por e-mail
Germany Ribeiro (técnico de monitor da banda) – Entrevista por e-mail
Pedro Garcia (atual baterista) – Entrevista por e-mail
BNegão, que o autor considera realmente peça muito importante na história da banda, foi procurado por mais de uma vez; no entanto, não foi possível ouvir o seu depoimento por conta de incompatibilidade de agenda do artista. Claro que é uma ausência importante, mas o autor entendeu que o material reunido já era mais do que suficiente para contar a história da banda. Aguardar mais tempo por Bnegão seria falta de respeito com quem encontrou espaço na sua agenda para colaborar. Se mais alguém ficou de fora e considerou que deveria estar no livro, pedimos desculpas pela omissão, que certamente não foi voluntária.

2. Os áudios das entrevistas gravadas estão bem guardados com o autor e a editora e estão totalmente disponíveis para a imprensa.

3. O livro tem 496 páginas; dezenas de fotos inéditas de bastidores, e 116 pessoas participaram de sua produção, seja como entrevistados, seja cedendo fotografias ou documentos. Ao contrário da produtora, que chama essas pessoas de coadjuvantes, entendemos que elas são, sim, cruciais na história da banda. Este é o nono livro de Pedro de Luna, que viveu a cena do rock e do skate dos anos 90 e 2000 no RJ. Segundo o próprio D2 escreveu na sua dedicatória ao autor, “Pedro, só você poderia escrever essa história. Obrigado”. O objetivo foi sempre ouvir todos os lados da história, buscar a verdade sobre a banda com isenção e imparcialidade. Nesse projeto, Pedro se uniu à editora Belas Letras, que publicou, entre outros, as biografias de Anthony Kiedis (Scar Tissue), Paul Stanley (Uma Vida sem Máscaras), os livros de Neil Peart, Nasi, Ultraje a Rigor, Humberto Gessinger, entre outros, e ainda vai publicar ano que vem a biografia de Bob Marley mais bem avaliada pelos leitores na Amazon.

4. Em nenhum momento, ao contrário do que a nota insinua, ficou combinado que o autor permitiria acesso ao que estava sendo escrito para o empresário da banda, muito menos que ele coordenaria ou aprovaria o conteúdo. Não faria sentido nenhum a história do Planet Hemp ser submetida a qualquer censura do empresário, que tem seu próprio ponto de vista sobre os fatos – que não é o mesmo ponto de vista de outros integrantes da banda, é importante registrar. A ideia era contar a verdade nua e crua, doa a quem doer. A nota da empresa produtora da banda (que também administra o perfil da banda, e compartilhou as postagens nas páginas do Planet) só fortalece essa ideia.


5. Aos leitores, informamos que a biografia vai continuar sendo vendida e não será alterada, salvo se algum leitor identificar erros de informação, que serão corrigidos em próximas edições. Seria uma contradição que um empresário de uma banda que lutou a vida inteira pela liberdade de expressão tentasse desmerecer ou mesmo impedir a venda de uma biografia do Planet simplesmente porque ele não gostou do espaço que ocupa nela.

A história de uma banda não pertence ao empresário da banda. Ela é de todos que a construíram, no palco ou na plateia. E ninguém pode decidir qual é a história certa. Não vai ser o empresário da banda que vai dizer se ela é boa ou ruim (principalmente se ele achar que deveria ter ocupado mais espaço na história), se é completa ou não, mas o leitor. Temos a convicção de que fizemos o melhor que podíamos pelo Planet, todo mundo aqui queimou até a última ponta para entregar a história mais f* de todas para o leitor, a história que todo fã de verdade merece ler, não uma história chapa branca controlada por ninguém.”

Enfim, não cabe a nós dizer quem está certo ou errado, mas obviamente como fã ficamos imensamente chateado com esse tipo de situação. Já que foram mais de 15 anos sem a banda nos palcos e na época de ouro da banda ainda não tinha toda essa galera postando conteúdo freneticamente.