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Curiosidades Tecnologia Maconha

Jroll – Conheça a maquina de bolar baseado expresso que viralizou no Whatsapp!

Nas últimas semanas uma maquina fantástica que enrola baseados acabou ganhando fama em todos os grupos de whatsapp de maconha e entre os amigos canabistas também. Mas de onde surgiu essa invenção? Como é o nome da maquina de enrolar maconha? Onde vende essa tecnologia canábica?

A maquina de enrolar baseados se chama Jroll X10 e ainda não foi lançada, no entanto o comercial oficial da empresa mostra a facilidade de ter um beck bolado logo pela manhã, enquanto se faz um café. Mas realmente pode ser uma mão na roda para quem não tem um braço, por exemplo. Veja o comercial oficial abaixo!

Os preços ainda não foram divulgados, no entanto a Legalize Já aposta que o valor da maquina deverá custar cerca de 350 dólares – preço similar a uma maquina de expresso de café. A evolução do design é demais e foi postada no instagram oficial deles.

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Curiosidades Especiais

Drauzio Dichava: Dr. Drauzio Varella lança série falando só sobre maconha

O doutor mais conhecido do Brasil, Dr. Drauzio Varella vai começar uma série só sobre maconha. A série Drauzio Dichava, que terá lançamento no dia de hoje – 22 de abril, pontualmente às 4:20 vai abordar o uso adulto da maconha (antes chamado de “uso recreativo”). Não somente do ponto de vista científico e de saúde, mas analisando também os impactos sociais da política que envolve a cannabis. Vamos dichavar este assunto.

“Há 12 mil anos, já havia maconheiros no planeta”, assim começa o vídeo o médico mais reconhecido no país ao abordar um tema que é tendência mundial: a regulamentação da maconha.

São cinco episódios, lançados simultaneamente (colocamos todos nesse post), a nova série do Portal Drauzio Varella no entanto o episódio “O Jardineiro Fiel” que deveria ser o quinto e ultimo episódio da séria Drauzio Dichava vazou acidentalmente no UOL, o episódio em questão mostrava a realidade de uma pessoa que cultiva e vende maconha, que se autodenomina um agricultor-comerciante, mas que perante a atual lei de drogas seria preso como traficante.

O episódio conta com pessoas importantes como o historiador Mauricio Fiore, do Cebrap – Centro Brasileiro de Análise Planejamento, o Dr. Emílio Figueiredo, advogado da Rede Jurídica pela Reforma da Política de Drogas.

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Cinema e Televisão Curiosidades

Netflix: Documentário sobre a história da influência da maconha na música e a guerra as drogas

A Netflix lançou no último 4/20 o documentário Grass Is Greener (A grama é mais verde), no Brasil chamado Baseado em Fatos Raciais, que mostra como a maconha se tornou combustível para o jazz e o hip-hop, e também o estopim de uma guerra contra as drogas baseada na injustiça racial. Este documentário analisa a complexa relação dos EUA com a maconha. Vale muito a pena ver!

Dirigido e narrado pela lenda do hip hop, Fab 5 Freddy (Fred Brathwaite) que foi apresentador da MTV e conta a relação da música com a maconha. Como surgiu os primeiros músicos que defenderam a maconha no jazz, até hip hop e a maconha.

O documentário tem depoimentos de nomes importantes que levantaram a bandeira da legalização há mais de 30 anos, Snoop Dogg, Cypress Hill, Run DMC e Damian Marley.

 

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Curiosidades Mundo Canábico

Como é o Turismo Canábico em Ámsterdam?

Se você estiver a passeio no velho continente, e é amante da cannabis, precisa incluir Ámsterdam no seu roteiro. Não somente pelas centenas de coffeeshops que você pode comprar buds da melhor qualidade mas também pela história, arquitetura e laricas sensacionais que você vai encontrar por aqui.

Amsterdam é um destino muito procurado por turistas de todas as idades, é uma cidade antiga que se encontra ABAIXO do nível do mar, por esse motivo é cheia de canais para que não alague! As edificações tem uma arquitetura curiosa, por conta do solo ser muito instável e difícil de trabalhar, as casas que beiram esses canais são estreitas e com muitos andares para que possam caber todos os cômodos. Chegando perto dessas construções, é possível notar que elas já estão tortas, e não é brisa não, nitidamente dá para ver que elas estão inclinadas e parece que vão tombar a qualquer momento.

Morei 3 anos próximo a fronteira da Alemanha com a Holanda e minhas idas a Amsterdam eram constantes, seja sozinho ou com grupo de amigos pra dar uma voltinha e degustar a erva nessa cidade que é também conhecida pela tolerância.

Tolerância?

É! Tolerância!

Não existe nenhuma lei que torne a cannabis legal aqui no país, a não ser para fins medicinais, mas o governo percebeu que uma Holanda sem drogas é algo irreal, fantasioso, impossível e decidiram investir seus esforços em conscientizar e minimizar os danos causados pelo uso de drogas recreativas.
 A maconha ficou enquadrada junto com haxixe e pílulas de dormir como drogas leves e tem um comércio regulado, mas em 2015 vários coffeeshops, inclusive o icônico Mellow Yellow, tiveram que fechar as portas devido a uma nova lei onde não poderiam haver tais estabelecimentos perto de escolas.

Uma curiosidade, é que apesar dessa tolerância e regulamentação para a venda da ganja, o seu plantio é proibido, o que é estranho já que os coffeeshops precisam obter seus produtos de algum lugar…
Drogas pesadas, como crack, cocaína e heroína são combatidas por toda nação.

Legenda: White Heroin Sold as Cocaine!
Legenda: White Heroin Sold as Cocaine!

 

Vitrines

Coffeeshops
Vamos começar pelo o que interessa, descolar a maconha pra poder curtir a brisa do passeio. Amsterdam tem muitos coffeeshops, alguns bem conhecidos pelos turistas, como o Bulldog, Green House e o Dolphin, que tendem a vender uma erva mais cara do que os demais.

A maioria deles ficam numa área designada, chamada de o Distrito da luz vermelha, na mesma região onde ficam as famosas “vitrines” com as prostitutas oferecem seus serviços, que diga-se de passagem, estão dentro da lei e são taxados pelo governo.
Para comprar a maconha nos coffee shops, precisa apenas ser maior de 18 anos e ter um documento válido com foto, de preferência, o passaporte, alguns lugares até podem fazer vista grossa caso você apresente um outro documento brasileiro, mas não arrisque.
Todo coffeeshop vai ter um cardápio, não é barato, afinal a cotação do euro está acima do 4 pra 1, flores secas e haxixe são os produtos mais ofertados, as extrações são dificílimas de achar e algumas lojas oferecem os famosos space cakes, bolinhos que vão te levar até o espaço, e se você for iniciante na parada, vão mesmo! Tome cuidado, o bolinho só faz efeito depois de digerido e esse tempo de digestão varia de pessoa para pessoa, portanto é mais difícil dosar o quanto você precisa comer pra dar o barato, não exagere para não dar bad trip.

Recomendo sempre comprar as flores secas por grama e ir enrolando seus baseados com sedas e piteiras bem legais que você vai encontrar nas lojas, mas caso você seja um pasteleiro que está começando a arte do origami canábico, todos vendem baseados já pré enrolados pra você curtir sua viagem sem estresse.

O ambiente e estilo vai variar em cada coffeeshop, alguns são mais modernos e contam até com microscópios para você analisar a sua erva e ver se está bem resinada, outros decorados de maneira mais rústica, apenas com um lounge e música para você degustar seu baseado antes de ir turistar por aí. Aproveite os coffeeshops como paradas estratégicas para descansar do bater perna pela cidade e comer alguma coisa, vários deles também oferecem comida e bebidas sem álcool.

Coffeeshops que eu recomendo por aqui:

Green House Coffeeshop
Além de coffeeshop, os donos também tem um banco de sementes muito premiado, possuem diversos prêmios das cannabis cup na prateleira e o local já atraiu diversas celebridades para fumar uma boa maconha.
Oferecem almoço, jantar e diversas laricas deliciosas enquanto você curte uma brisa. Procure pelo Green House que fica rua Haarlemmerstraat.

 Além dele, na mesma rua fica o Barney’s coffee shop que também oferece comidas e deixam Volcanos em cima das mesas para você aproveitar os benefícios da vaporização.

Beirando os belos canais de Amsterdam, considero parada obrigatória no Amnesia Coffeeshop. A atmosfera e decoração são modernas, microscópios e vaporizadores a disposição dos clientes, na parte de fora, bancos para você fumar seu base tomando um solzinho e observando os barcos passarem!

O Bulldog é icônico, apesar de cheio de turistas e um atendimento pouco menos amigável do que os demais, esse coffeeshop é um dos que se destacou pelo Branding e conquistou o mundo com sua marca, portanto vale a visita! Você ainda encontra bares e hotéis da bulldog.

Depois de estocado, curta a cidade! Caminhe ou alugue uma bike, Amsterdam é a cidade das bicicletas e os pontos turísticos são pertos um dos outros. Tome cuidado com o trânsito e outros turistas desavisados que andam pela ciclovia deixando os ciclistas locais bem enfurecidos.

Aproveite para conhecer a fábrica da Heineken, que tem um passeio super legal com aquela cervejinha garantida no fim. Próximo a fábrica, fica a praça dos museus, aqui você vai encontrar o Van Gogh Museum, o RijksMuseum e o famoso letreiro I AMSTERDAM. O passeio de barco pelos canais é muito recomendado e uma ótima maneira de aprender mais sobre a história da cidade.
A noite, a vida noturna é muito ativa, a maioria dos bares e clubes não pagam entrada, vá para o distrito da luz vermelha e passeie pelas vielas onde ficam as vitrines e divirta-se!

E a larica?


Cara, acho que Amsterdam é a cidade das laricas, não deixe de comer Stroopwafel e batatinhas fritas, essa segunda opção mais especificamente na Vlaams Friteshuis Vleminckx, no centro da cidade, acrescente molho Joopie (se pronuncia iÔpi, e é um molho tradicionalíssimo holandês sensacional. Melhores batatas que já comi.

 

 

 

Até a próxima viagem!

Jah bless.

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Curiosidades Música

Biografia do Planet Hemp vira discussão entre Produtora da banda e Autor

Recentemente os fãs do Planet Hemp foram agraciados com duas maravilhosas obras que relatam a trajetória de uma das bandas mais importantes dos anos 1990. Um filme que ganhou um enredo especial contando a história do Skunk e o amor de dois amigos e uma biografia em livro, um pouco mais crua, que reconstrói trajetória em fotos, histórias e entrevistas. No entanto após o lançamento oficial do livro começou a borbulhar nas redes sociais postagens da Produtora do Planet ao autor da biografia até então tinha sido autorizado a realizar a biografia. Porém o que rolou não está escrito…

A história do Planet Hemp é emblemática. Eles chegaram a ser presos por apologia a droga. Só por cantar letras falando da maconha.
A história do Planet Hemp é emblemática. Eles chegaram a ser presos por apologia a droga. Só por cantar letras falando da maconha.

O debate se torna ainda mais complexo já quede um lado há quem defende a autorização prévia dos biografados o que resulta em uma prévia censura (veto). De outro há quem defende que a vida das “pessoas públicas” pertence a toda a sociedade, e que em caso de uma biografia com inverdades ou invasão de privacidade, no pior das hipóteses deveria ser resolvida juridicamente.

Nós não sabemos o que de fato aconteceu, mas o fato é que Marcelo D2 autografou a biografia e ao que tudo indica pareceu estar de acordo com o biógrafo. Já Marcello Lobatto, CEO da Produtora da Banda mostrou descontentamento em relação a história, sobretudo ao termo utilizado pelo autor do livro, afirmando que seria a história definitiva da banda.

Como assim definitivo se o Planet Hemp ainda tá fazendo história?

Marcelo D2 escreveu isso por se sentir homenageado ou já havia lido o livro?

Depois de uma semana de resenha a Na Moral Produções, empresa que administra a carreira do Planet Hemp, largou no dia 28/12/2018 uma nota em que critica a publicação da biografia “Mantenha o Respeito” que, segundo ela, “é uma colcha de retalhos de inverdades” sem contar aos fãs quais seriam elas e esquece de ouvir integrantes da banda como B Negão. Veja abaixo.

Não poderíamos fechar o ano sem essa nota de esclarecimento sobre o livro lançado a respeito do Planet Hemp. Afinal, foi…

Posted by Na Moral Produções on Friday, December 28, 2018

“Não poderíamos fechar o ano sem essa nota de esclarecimento sobre o livro lançado a respeito do Planet Hemp. Afinal, foi um ano excepcional para o Planet , com um projeto lindo como o Legalize Já – O Filme ganhando o mundo e conquistando prêmios em grandes festivais nacionais e internacionais de cinema, shows lotados em todo o país, 25 anos de banda; enfim, vamos ao motivo da nota…

Em primeiro lugar, “biografia definitiva”? Como dizer que essa é a história definitiva de uma banda que está em plena atividade? No mínimo, questionável. A história do Planet Hemp AINDA está sendo escrita!

Segundo ponto: como o livro que conta a trajetória do Planet Hemp pode se basear em apenas UMA conversa com o protagonista de tudo, o Marcelo D2? E pior, como simplesmente ignora a versão de pessoas tão fundamentais como BNegão, Black Alien, Fernando Gabeira, Marcello Lobatto, Maria Juçá ( Circo Voador), Eddie (produtor da banda há mais de 10 anos), entre tantos outros. Claro que houve muitos relatos de personagens importantes e queridos por todos nós, mas, como “esquecer” peças tão cruciais?!

Apoiamos o autor e fomos surpreendidos com uma grande colcha de retalhos de inverdades. Quando recebemos o livro e iniciamos a leitura ficamos em choque e após várias mensagens de integrantes da banda, figuras importantes do mercado musical e do próprio D2, decidimos que o mais honesto a se fazer seria compartilhar com vocês o nosso parecer.

Bom, para quem quiser ver boas fotos de acervo e ler sobre o ponto de vista de coadjuvantes, boa leitura. Agora, se você espera conhecer com profundidade e fidedginidade o que é a essência do Planet, não perca seu tempo.”

Cesinha Chaves, Marcelo D2, Pedro de Luna and Legalize Já no lançamento do livro na Headshop La Cucaracha, No Rio de Janeiro.

A resposta oficial de Gustavo Guertler, CEO na Editora Belas Letras, e Pedro de Luna, jornalista e escritor foi mais incisivo, inclusive pontuando toda a crítica de Marcelo Lobatto, CEO da Produtora do Planet Hemp.

1. Dos ex e atuais integrantes da banda e funcionários, o autor do livro entrevistou as seguintes pessoas:

Apollo (ex-tecladista da banda) – Entrevista gravada
Bacalhau (ex-baterista) – Entrevista gravada
Black Alien – Entrevista gravada
Formigão (baixista da banda) – Entrevista gravada
Eduardo Vitória “Jackson” (ex-roadie e guitarrista da banda) – Entrevista gravada
Felipe Casqueira (ex-produtor de estrada da banda) – Entrevista gravada
Kadu Carlos (primeiro roadie) – Entrevista gravada
Kleber França (técnico de PA) – Entrevista gravada
Marcelo D2 (vocalista) – Entrevistas gravadas
Marcello Lobatto (empresário da banda e responsável pela nota contra a biografia) – Entrevista gravada
Mario Caldato Jr (produtor dos discos da banda) – Entrevista gravada
Pedro Nicolas (ex-tour manager da banda) – Entrevista gravada
Ronaldo Pereira (primeiro empresário da banda) – Entrevista gravada
Seu Jorge (ex-percussionista) – Entrevista gravada
Zé Gonzales (ex-DJ da banda) – Entrevista gravada
Rafael (ex-guitarrista da banda) – Entrevista gravada
Renata Lopes (ex-funcionária da Na Moral Produções nos anos 1990) – Entrevista gravada
Bruno Pederneiras (atual guitarrista) – Entrevista por e-mail
Daniel Ganjaman (ex-guitarrista e tecladista) – Entrevista por e-mail
David Corcos (ex-roadie e produtor de músicas da banda) – Entrevista por e-mail
Germany Ribeiro (técnico de monitor da banda) – Entrevista por e-mail
Pedro Garcia (atual baterista) – Entrevista por e-mail
BNegão, que o autor considera realmente peça muito importante na história da banda, foi procurado por mais de uma vez; no entanto, não foi possível ouvir o seu depoimento por conta de incompatibilidade de agenda do artista. Claro que é uma ausência importante, mas o autor entendeu que o material reunido já era mais do que suficiente para contar a história da banda. Aguardar mais tempo por Bnegão seria falta de respeito com quem encontrou espaço na sua agenda para colaborar. Se mais alguém ficou de fora e considerou que deveria estar no livro, pedimos desculpas pela omissão, que certamente não foi voluntária.

2. Os áudios das entrevistas gravadas estão bem guardados com o autor e a editora e estão totalmente disponíveis para a imprensa.

3. O livro tem 496 páginas; dezenas de fotos inéditas de bastidores, e 116 pessoas participaram de sua produção, seja como entrevistados, seja cedendo fotografias ou documentos. Ao contrário da produtora, que chama essas pessoas de coadjuvantes, entendemos que elas são, sim, cruciais na história da banda. Este é o nono livro de Pedro de Luna, que viveu a cena do rock e do skate dos anos 90 e 2000 no RJ. Segundo o próprio D2 escreveu na sua dedicatória ao autor, “Pedro, só você poderia escrever essa história. Obrigado”. O objetivo foi sempre ouvir todos os lados da história, buscar a verdade sobre a banda com isenção e imparcialidade. Nesse projeto, Pedro se uniu à editora Belas Letras, que publicou, entre outros, as biografias de Anthony Kiedis (Scar Tissue), Paul Stanley (Uma Vida sem Máscaras), os livros de Neil Peart, Nasi, Ultraje a Rigor, Humberto Gessinger, entre outros, e ainda vai publicar ano que vem a biografia de Bob Marley mais bem avaliada pelos leitores na Amazon.

4. Em nenhum momento, ao contrário do que a nota insinua, ficou combinado que o autor permitiria acesso ao que estava sendo escrito para o empresário da banda, muito menos que ele coordenaria ou aprovaria o conteúdo. Não faria sentido nenhum a história do Planet Hemp ser submetida a qualquer censura do empresário, que tem seu próprio ponto de vista sobre os fatos – que não é o mesmo ponto de vista de outros integrantes da banda, é importante registrar. A ideia era contar a verdade nua e crua, doa a quem doer. A nota da empresa produtora da banda (que também administra o perfil da banda, e compartilhou as postagens nas páginas do Planet) só fortalece essa ideia.


5. Aos leitores, informamos que a biografia vai continuar sendo vendida e não será alterada, salvo se algum leitor identificar erros de informação, que serão corrigidos em próximas edições. Seria uma contradição que um empresário de uma banda que lutou a vida inteira pela liberdade de expressão tentasse desmerecer ou mesmo impedir a venda de uma biografia do Planet simplesmente porque ele não gostou do espaço que ocupa nela.

A história de uma banda não pertence ao empresário da banda. Ela é de todos que a construíram, no palco ou na plateia. E ninguém pode decidir qual é a história certa. Não vai ser o empresário da banda que vai dizer se ela é boa ou ruim (principalmente se ele achar que deveria ter ocupado mais espaço na história), se é completa ou não, mas o leitor. Temos a convicção de que fizemos o melhor que podíamos pelo Planet, todo mundo aqui queimou até a última ponta para entregar a história mais f* de todas para o leitor, a história que todo fã de verdade merece ler, não uma história chapa branca controlada por ninguém.”

Enfim, não cabe a nós dizer quem está certo ou errado, mas obviamente como fã ficamos imensamente chateado com esse tipo de situação. Já que foram mais de 15 anos sem a banda nos palcos e na época de ouro da banda ainda não tinha toda essa galera postando conteúdo freneticamente.

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Curiosidades

Registros arqueológicos afirmam que os Vikings plantavam maconha

O que ainda é tabu no Brasil, parecia não ser para os povos vikings que viveram durante o século 7 na Noruega aparentavam ter um entendimento bem menos conservador sobre as plantas do gênero Cannabis. Pesquisas conduzidas pelo Museu Nacional da Dinamarca realizaram exames no solo do sítio arqueológico de Sosteli para comprovar que o plantio da maconha era comum entre os povos da região. É o que afirma a revista Galileu.

De acordo com a análise, a erva foi cultivada no sudeste norueguês entre os anos de 650 a 800. É provável que os vikings empregavam as fibras do cânhamo — nome recebido pelas variedades da planta Cannabis ruderalis — na confecção de roupas e cordas.

Ainda não é possível ter certeza se a Cannabis sativa era utilizada como droga terapêutica ou recreativa. Em um sítio arqueológico da região, entretanto, foi encontrada uma pequena sacola de couro com sementes de Cannabis que pertencia à uma idosa — a análise do esqueleto revela que a mulher sofria de diferentes problemas de saúde e, provavelmente, utilizava a maconha como analgésico para aliviar suas enfermidades.

Registros do uso da Cannabis são documentados há pelo menos 2,5 mil anos de idade, quando fragmentos de folhas de maconha foram encontrados ao lado de um corpo mumificado na China. Durante séculos, a planta não foi criminalizada: apenas no início do século 20 os países promulgaram leis que proibiram o cultivo e o consumo da maconha.

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Mercado Canábico: É possível trabalhar em plantação de maconha no Uruguai?

Todos os dias chegam brasileiros para fazer um passeio canábico no Uruguai com uma pergunta em comum: é possível mudar pro Uruguai e trabalhar em um cultivo de cannabis? Bom, depende de muitos fatores, vou tentar explicar o porque.

Trâmites legais

Não é bem assim só chegar no Uruguai para trabalhar com a erva. Muito antes de chegar tem que se regularizar no país, ou seja o primeiro passo é ter a cédula uruguaia, casa e roupa lavada. Só depois você pode se dar ao luxo de tentar encontrar um dos clubes legalizado, do contrário, um clube é ilegal é o mesmo que tráfico, inclusive se você for pego nele há grandes chances de ser deportado.

Atualmente, segundo o mais recente relatório oficial do Uruguai sobre maconha foi informado que há pouco mais de 107 clubes de cultivo de cannabis e todos eles tem uma coisa em comum: Eles já tem pessoas trabalhando lá!

Calma, não quero acabar com o sonho de ninguém! Mas temos que ser realista e nos atermos a alguns fatos que evidenciam que é complicado trabalhar em uma plantação ou clube de maconha ou growshop:

  1. O que é a cannabis para um Clube?
    Dinheiro! Clube é uma associação onde a galera divide os custos da produção e a lei obriga eles fecharem o balanço sempre no zero, isso não significa que não haja muito investimento para montar um clube até chegar no produto final, a maconha de qualidade do associado. O respeito e a responsabilidade com o dinheiro dos associados é a primeira premissa automaticamente descarta amadores, mas calma que já vou chegar lá.
  2. Segurança
    Se plantas são dinheiro há que proteger-las, certo? Isso faz com que os clubes busquem proteger-se de eventuais roubos. Afinal um quilo de flor é muito dinheiro! Você pode até achar piada, mas não é. O roubo de plantas não é uma novidade para cultivadores. Inclusive o Ministério do Interior aqui no Uruguai estabelece que a colheita de cannabis, artefatos e acessórios destinados ao cultivo e são propriedade privada e estão protegidos pela legislação vigente.  Inclusive, já tentaram roubar até mesmo a maconha no governo aqui no Uruguai.

    Cultivo Profissional de Cannabis requer até vestimenta especializada.
    Cultivo Profissional de Cannabis requer até vestimenta especializada.
  3. Mercado Fechado
    O fato de ter dinheiro de muitas gente envolvido e a necessidade de segurança faz com que este terceiro fator seja uma caracteristica de todos clubes. Os clubes são organizados desde um princípio então é muito raro ou quase uma sorte “ficar amigo” de um clube e ainda cair nas graças da contratação.
  4. Cultivadores Amadores vs Cultivadores Profissionais
    O fator experiência que citei acima vem agora… A menos que você seja agrônomo ou biólogo formado, ainda assim será necessário você ter uma vasta experiência com cannabis e mais, que os responsáveis pelo clube saibam disso.
  5. Mas talvez você possa trabalhar com cannabis…
    Pode ser que dê! Posso contar nos dedos o número de amigos meus conseguiram realizar este feito. Na maioria todos já eram Canabistas e inclusive cultivavam no Brasil, vieram para cá, enfrentaram vários perrêngues como por exemplo trabalhar em outras áreas até conseguir trabalhar no setor canábico.
  6. Vou aí montar um clube. #Comofaz?
    Vish, esse é outra ideia que eu vivo escutando, há também os que querem comprar um campo e plantar maconha, fazer uma comunidade autosustentável de cannabis… A galera pergunta sem pensar, isso porque fazer tudo isso envolve não só dominar as técnicas de cultivo, envolve relacionamento, muito dinheiro, conhecer a econômia local, dominar o idioma e leis locais entre outros. Difícil.
  7. Mas não desista dos seus planos!
    Não quero acabar com o seu sonho de trabalhar com maconha aqui no Uruguai (risos), por isso deixei essa parte por último. Você é o representante dos teus sonhos na terra. Faça valer essa sua vida!

    Se você está de férias no Uruguai e quer conhecer aqui. Faça um turismo canábico com o WeedTour. Recomendo!
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Curiosidades

Fake News: Não existe um cruzamento da maconha com morango!

A recente matéria que fala sobre o estudante de biologia que foi denunciado por fazer o cruzamento da maconha com morango ganhou a internet através no Brasil através site insoonia e na gringa pelo haynoticia.es. No entanto, se trata de mais uma mentira relacionada a planta.

Como sabemos?

Pela respota do estudante, pela foto da matéria que claramente teve photoshop e por nenhum portal, jornal ou matéria científica citar tal cruza.

A fake news completa

Um estudante de 24 anos da Universidade de Sevilha na Espanha, foi recentemente denunciado às autoridades por ter feito um cruzamento ilegal entre duas plantas: A Cannabis e o Morangueiro.

O jovem apresentou o resultado de sua experiência numa aula prática. A planta híbrida que resultou numa espécie de Cannabis que produz morangos está dando o que falar nos corredores da faculdade.

O estudante, amante das plantas, afirmou não ser usuário de maconha:

Eu nunca fumei nem um sopro, mas achei interessante fazer esta espécie, pensei que seria uma boa ideia combinar maconha com morango“.

O professor surpreendido foi imediatamente ao diretor após a apresentação do projeto e a Universidade, que não queria o nome envolvido, decidiu denunciar o aluno às autoridades.

A polícia apreendeu a planta, mas teve dificuldades com os alunos, que tentaram impedir.

Alguns dos meus companheiros de equipe ficaram loucos, queriam cortar algumas folhas para obter outros híbridos, mas a polícia chegou muito rápido, eu só espero que a justiça seja piedosa comigo, eu não sou um criminoso ou um viciado em drogas, eu só sou um estudante brincando um pouco de ser Deus”.

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Curiosidades Notícias sobre maconha

Como é feito uma das Copas Canábicas do Uruguai?

Domingo, sete e meia da manhã, Montevidéu, Barrio Sur. Com receio de não me despertar e perder um dos eventos que mais esperei para acontecer. Era minha primeira vez, eu estava curioso e na expectativa de observar como será um evento de competição e degustação canábica, levanto apressado e sigo para Ciudad De La Costa, cidade distane 20 km da capital Montevideo, local onde em se realizou a 1ª Edição de uma Cata na Ciudad de La Costa, também conhecida popularmente como CANNABIS CUP. E lá vou eu debutar em um evento desse tipo. Confere aí.

No caminho pego meu parceiro de empreitada canabista, Mestre Jonas, maconheiro de raça maior que nos dará o prazer de compartilharmos essa experiência.

Uma parada na praia antes de ir pra Copa.

O Evento tem a mão e a marca de um clube de cultivadores – The RASKAMINES – que se envolveram e fizeram, literalmente acontecer o Evento. Na ocasião foi possível ver gente de mais de 10 nacionalidades no encontro além de mais de 40 patrocinadores, grows e derivados do mercado canábico que estiveram marcando presença e conferindo o que tá rolando no cenário alternativo de Montevideo e arredores.

Chegando lá, por volta das 10 horas da manhã, fomos gentilmente recepcionados e credenciados em diversas esferas de participantes. Haviam os colaboradores, produtores, degustadores, curiosos e um bom número de pessoas envolvidas que apreciam o cultivo e a degustação em um ambiente com nível de qualidade.

Logo fomos convidados para tomar um desayuno, expressão utilizada para Café da manhã aqui no Uruguai, e para não se fazer de rogado, fomos direto às frutas e às inúmeras opções de achocolatados, dulces de leche, pães, queijos e seus derivados.

Matamos a broca e nos posicionamos em uma das tendas que haviam disponíveis. Logo fizemos amizade com cultivadores que nos convidaram a provar suas colheitas, no melhor estilo para a ocasião, estourando uma perfumada flor. Detalhe que enquanto confraternizávamos todos receberam um 3 becks “in natura” para garantir o divertimento de todo mundo e manter a buena onda.

O grande momento do evento estava por chegar, afinal esperávamos a oportunidade para desfrutar, degustar, observar e se encantar com 16 variedades e espécies de Marihuana, todas produzidas por cultivadores que apresentaram seus produtos cultivados indoor ou outdoor, com ou sem produtos químicos, sativa, índica, alfa, beta,  ou seja, haviam flores para todos os gostos e cabeças.

Para um principante é quase um Turismo Canábico

Nos reunimos em grupos de 8 pessoas em cada mesa, totalizando aproximadamente 10 mesas de degustação e começamos a degustar as 16 espécies de Cannabis produzidas e assim avaliarmos sob 5 aspectos: efeito, visual, cheiro, gosto e fumabilidade.

Confesso que lá pela quarta ou quinta variedade só era possível observar 4 aspectos porque a avaliação ao tocante ao efeito já estava prejudicada pois já estávamos “prá lá de Bagdá”, mas os aromas e aspectos certamente encantariam qualquer Coffe Shop ou grownner de Amsterdam.

O rosin rolava libre para todos os participantes.

Por sorte, com apenas U$ 2000,00 pesos (aproximadamente R$ 250,00) tive o direito às degustações privadas de Cannabis, avaliação das espécies, mais café e almoço, diga-se de passagem, provamos um assado de parrilla com carne de primeira qualidade nos moldes da tradicional culinária Uruguaia. Nos deliciamos, afinal a larica tinha aparecido de forma brutal.

No intervalo fui ver a feira sem o olhar de mero avaliador de cannabis, queria ver quem eram, de onde vinham e o que faziam as pessoas que estavam ali reunidas. Vi gente de todas as tribos, confraternizando de forma amistosa, jogando ping-pong, passeando, comendo, compartilhando suas iguarias, comprando utensílios para produção. Tudo de forma amistosa e cordial. Exatamente nos parâmetros de um maconheiro do bem. Destaque para a degustação gratuita de Rosin, ofertada livremente para os participantes do evento.

Já passavam das 16h e ainda tínhamos 8 espécies para avaliar. Na real, a essas alturas já estava louco degustar o “digestivo” então aguardava ansioso para que reiniciassem os trabalhos avaliatórios. E assim permanecemos, um atrás do outro, sem piedade. De diferentes aromas, gostos e efeitos. Depois de 14 variedades, esmoirecemos, arregamos. Já não dava mais. Parei.

Confesso que foi uma experiência muito gratificante. Não só por poder avaliar, provar e comprovar as diferentes espécies da mais nobre produção uruguaia e latina, mas o que mais me deixou entusiasmado foi a interatividade entre os integrantes e o compartilhamento de informações e contatos a respeito do tema de forma aberta, adulta, sem preconceito e com gente de visão de mercado. Não se impressionem se o mercado canábico for o bussines mais badalado dos próximos anos, com a anunciada abertura comercial que os grandes capitais econômicos depositarão no tema.

Que no pare Señores!!!!

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Como é o cheiro de maconha boa?

Em uma das minhas viagens recentes de São Paulo a Curitiba um senhor me perguntou com o que eu trabalhava… minutos depois de eu explicar que trabalho com cannabis no Uruguai, prontamente me perguntou: Mas como é o cheiro de maconha boa?

A resposta foi fácil, eu tinha o uma flor ali para que ele pudesse distinguir, minutos depois fiquei lembrando outras especiarias que já havia degustado e concluí que na real a maconha pode ter diversos cheiros isso porque dependendo da cura, da seca e principalmente a dos terpenos da planta pode ter diversos cheiros e também sabor diferente na maconha, ou seja a planta é cheia de terpenos!

Se você cheirar uma lemon haze ou uma tangie perceberá nitidamente que o nome foi dado pelo fato de ter um terpeno cítrico, ou seja você está cheirando limoneno, que também é feito por frutas cítricas reais.

Os aromas mais exóticos e estranhos vêm das proporções específicas e combinações de aromáticas diferentes como:

  • laranja (genérico)
  • pimenta preta (cariofileno)
  • pinheiro (pinene)
  • citrino (limoneno)
  • manga (mircene)
  • lavanda (linalol)
  • red berry (cereja, morango e framboesa)
  • chocolate (mirtilo)

A inalação de terpenos de cannabis antes do consumo aumenta os benefícios. E particularmente acho que essa é a parte mais importante do prazer Canabista, além de cheirar diferente também tem várias com um gosto incrível.