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Música: Feminine Hi-Fi reúne mulheres da Jamaica e do Brasil no clipe Femina Ganja

A Feminine Hi-Fi, projeto e selo paulistano comandado por mulheres e focado na linguagem do reggae e sound system, lançou no último dia 10 de outubro a faixa “Femina Ganja“. O single, produzido por Digitaldubs, conta com vozes e composição das cantoras Lei Di Dai, Laylah Arruda, Mis Ivy, Shirley Casaverde e também da jamaicana Sister Carol. A notícia é do site de música ZonaSuburbana.

Femina Ganja traz para os ouvintes o formato que se popularizou na Jamaica a partir dos anos 1960 e se espalhou por todo o mundo nas festas de sound system. Nele, diversos cantores versam sobre o mesmo riddim (nome dado na Jamaica à base instrumental), o que inspirou ao longo do tempo outros gêneros e vertentes musicais, como o rap e seus cyphers.

A jamaicana Sister Carol, nascida em Kingston, foi criada no bairro do Brooklin, em Nova York, e abriu sua própria gravadora, chamada Black Cinderella, nos anos 1980. É uma das vozes femininas pioneiras do reggae mundial. Também conhecida como Mother Culture, traz em suas letras mensagens conscientes sobre temas como poder feminino, ancestralidade e sociedade. Em passagem pelo Brasil em 2018, Carol se reuniu às cantoras Laylah Arruda, Lei Di Dai, Mis Ivy e Shirley Casaverde sob produção musical do Digitaldubs, e o resultado foi o single “Femenina Ganja”.

A faixa está disponível em todas as plataformas digitais, e a estreia vem acompanhada de videoclipe, dirigido por Bianca Hoffmann.

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Vocalista do Nickelback tinha uma funcionária apenas para enrolar os seus baseados

O baterista do Steel Panther contou a revista Rolling Stone que ficou impressionado com o fato durante gravação conjunta de “It Won’t Suck Itself”

O Steel Panther se prepara para lançar seu quinto álbum de estúdio no final de 2019. Em entrevista à Blabbermouth, Stix Zadinia, baterista da banda, falou um pouco sobre o novo projeto e relembrou os sucessos da banda.

Uma das músicas mais divertidas de gravar, para Stix, foi “It Won’t Suck Itself”, de 2011. A faixa contou com a participação de Chad Kroeger, vocalista do Nickelback.

“Trabalhar com ele foi incrível. A gente foi até a casa dele, e ele tinha uma garota lá cujo único trabalho era bolar os beques. Era uma doidera. Juro por deus, não estou brincando, esse era o trabalho dela! Talvez ela fizesse outras coisas, mas naquele dia, foi só aquilo”, contou.

“Mas foi superdivertido trabalhar com ele. Ele é legal e criativo. A música foi feita bem rápida. A gente estava lá sentado, e Satchel [guitarrista] estava com uma guitarra e criou o riff. E aí o Chad fez as letras, e achei superinteressante, porque quando você escreve escreve com alguém novo, você nunca sabe como vai ser”, comentou o baterista sobre o processo criativo.

Steel Panther é uma banda humorística e satírica, que foca em imitar as bandas glam dos anos 1980. O Blabbermouth a descreveu como “Van Halen indo de encontro ao Motley Crue indo de encontro ao Ratt indo de encontro ao Wayne’s World e se completam com gritos de ópera, misoginia, solo de guitarra exagerados e inundação de libido”.

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Jota 3 lança o clipe “Flores e Ervas” com BNegão e Digitaldubs

As palavras de resistência, espiritualidade, liberdade e autoconhecimento do reggaeman Jota 3 estão no ar. Ele está de volta – e muito bem acompanhado – por BNegão. Após uma intensa temporada com a turnê do projeto “Inna Positive” (protagonizado por um dos sound systems mais respeitados do Brasil, o carioca Digitaldubs).

“A ideia do clipe surgiu em janeiro de 2017, enquanto eu participava de uma temporada de verão com o Digitaldubs na casa do skatista Bob Burnquist na Barra da Tijuca (RJ)”, conta Jota 3, que decidiu gravar justamente na vizinhança do famoso campeão do skate brasileiro.

A aventura de Jota 3 e seus parceiros musicais a bordo da selva da Babilônia também foi gravada em uma outra locação secreta fora do Brasil. O vídeo é uma ode ao direito de plantar flores e ervas no quintal. Um hino aos jardineiros libertários da cultura ancestral. E também um alerta pela legalização da cannabis medicinal. 

O produtor da faixa, Marcus MPC (aka Digitaldubs) também aparece nesta aventura selvagem, assim como o MC Jeru Banto. A sonoridade da faixa segue a estética do Digitaldubs, com o bassline pesado do dub e programação digital aliada à percussão nyahbinghi e metais. 

“Cantar e escrever sempre foram um processo de cura e descoberta para mim. E minha causa maior passou a ser dedicar minha vida afim de ajudar as pessoas a evoluir intelectual, espiritual e moralmente através da música, da mesma forma como fui e sou ajudado por ela”, afirma o artista-ativista

E seguindo a tradição da música jamaicana, foi lançado também o vinil compacto 7” desta faixa, que conta com um lado B em versão instrumental – e exclusiva – para todos os sound systems tocarem e improvisarem suas rimas. Compre na Reggae Shop.

Porque segundo escreveu o jornalista Carlos Albuquerque (Calbuque) sobre o discoAmplificado por Digitaldubs – que foigravado entre Rio de Janeiro, Vitória, Barcelona (Espanha), Birmingham (Inglaterra) e Kingston (Jamaica): “reggae bom é reggae vivo. Apoiado em gigantes como Sly & Robbie e Twilight Circus , o cantor e MC Jota 3 – nascido no Rio, criado em Vitória – dispensa clichês moribundos e deixa a herança militante do gênero fluir, forte e pulsante”.

Ainda vai ter uma festa com Sound System de lançamento do clipe e vinil “Flores e Ervas” no Rio no próximo dia 20/01/2018;

Local: Bco (Rua General Luís Mendes de Morais, 210)
Horário: 20h – 02h
Ingressos: R$ 20 a R$ 40  
Venda Física: na portaria
Venda Online:

https://www.sympla.com.br/digitaldubs—o-eterno-verao-do-dub__430714

Classificação: 18 anos
Capacidade: 1000 pessoas

Evento:                                                 https://www.facebook.com/events/287683341933867/?ti=icl  

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Biografia do Planet Hemp vira discussão entre Produtora da banda e Autor

Recentemente os fãs do Planet Hemp foram agraciados com duas maravilhosas obras que relatam a trajetória de uma das bandas mais importantes dos anos 1990. Um filme que ganhou um enredo especial contando a história do Skunk e o amor de dois amigos e uma biografia em livro, um pouco mais crua, que reconstrói trajetória em fotos, histórias e entrevistas. No entanto após o lançamento oficial do livro começou a borbulhar nas redes sociais postagens da Produtora do Planet ao autor da biografia até então tinha sido autorizado a realizar a biografia. Porém o que rolou não está escrito…

A história do Planet Hemp é emblemática. Eles chegaram a ser presos por apologia a droga. Só por cantar letras falando da maconha.
A história do Planet Hemp é emblemática. Eles chegaram a ser presos por apologia a droga. Só por cantar letras falando da maconha.

O debate se torna ainda mais complexo já quede um lado há quem defende a autorização prévia dos biografados o que resulta em uma prévia censura (veto). De outro há quem defende que a vida das “pessoas públicas” pertence a toda a sociedade, e que em caso de uma biografia com inverdades ou invasão de privacidade, no pior das hipóteses deveria ser resolvida juridicamente.

Nós não sabemos o que de fato aconteceu, mas o fato é que Marcelo D2 autografou a biografia e ao que tudo indica pareceu estar de acordo com o biógrafo. Já Marcello Lobatto, CEO da Produtora da Banda mostrou descontentamento em relação a história, sobretudo ao termo utilizado pelo autor do livro, afirmando que seria a história definitiva da banda.

Como assim definitivo se o Planet Hemp ainda tá fazendo história?

Marcelo D2 escreveu isso por se sentir homenageado ou já havia lido o livro?

Depois de uma semana de resenha a Na Moral Produções, empresa que administra a carreira do Planet Hemp, largou no dia 28/12/2018 uma nota em que critica a publicação da biografia “Mantenha o Respeito” que, segundo ela, “é uma colcha de retalhos de inverdades” sem contar aos fãs quais seriam elas e esquece de ouvir integrantes da banda como B Negão. Veja abaixo.

Não poderíamos fechar o ano sem essa nota de esclarecimento sobre o livro lançado a respeito do Planet Hemp. Afinal, foi…

Posted by Na Moral Produções on Friday, December 28, 2018

“Não poderíamos fechar o ano sem essa nota de esclarecimento sobre o livro lançado a respeito do Planet Hemp. Afinal, foi um ano excepcional para o Planet , com um projeto lindo como o Legalize Já – O Filme ganhando o mundo e conquistando prêmios em grandes festivais nacionais e internacionais de cinema, shows lotados em todo o país, 25 anos de banda; enfim, vamos ao motivo da nota…

Em primeiro lugar, “biografia definitiva”? Como dizer que essa é a história definitiva de uma banda que está em plena atividade? No mínimo, questionável. A história do Planet Hemp AINDA está sendo escrita!

Segundo ponto: como o livro que conta a trajetória do Planet Hemp pode se basear em apenas UMA conversa com o protagonista de tudo, o Marcelo D2? E pior, como simplesmente ignora a versão de pessoas tão fundamentais como BNegão, Black Alien, Fernando Gabeira, Marcello Lobatto, Maria Juçá ( Circo Voador), Eddie (produtor da banda há mais de 10 anos), entre tantos outros. Claro que houve muitos relatos de personagens importantes e queridos por todos nós, mas, como “esquecer” peças tão cruciais?!

Apoiamos o autor e fomos surpreendidos com uma grande colcha de retalhos de inverdades. Quando recebemos o livro e iniciamos a leitura ficamos em choque e após várias mensagens de integrantes da banda, figuras importantes do mercado musical e do próprio D2, decidimos que o mais honesto a se fazer seria compartilhar com vocês o nosso parecer.

Bom, para quem quiser ver boas fotos de acervo e ler sobre o ponto de vista de coadjuvantes, boa leitura. Agora, se você espera conhecer com profundidade e fidedginidade o que é a essência do Planet, não perca seu tempo.”

Cesinha Chaves, Marcelo D2, Pedro de Luna and Legalize Já no lançamento do livro na Headshop La Cucaracha, No Rio de Janeiro.

A resposta oficial de Gustavo Guertler, CEO na Editora Belas Letras, e Pedro de Luna, jornalista e escritor foi mais incisivo, inclusive pontuando toda a crítica de Marcelo Lobatto, CEO da Produtora do Planet Hemp.

1. Dos ex e atuais integrantes da banda e funcionários, o autor do livro entrevistou as seguintes pessoas:

Apollo (ex-tecladista da banda) – Entrevista gravada
Bacalhau (ex-baterista) – Entrevista gravada
Black Alien – Entrevista gravada
Formigão (baixista da banda) – Entrevista gravada
Eduardo Vitória “Jackson” (ex-roadie e guitarrista da banda) – Entrevista gravada
Felipe Casqueira (ex-produtor de estrada da banda) – Entrevista gravada
Kadu Carlos (primeiro roadie) – Entrevista gravada
Kleber França (técnico de PA) – Entrevista gravada
Marcelo D2 (vocalista) – Entrevistas gravadas
Marcello Lobatto (empresário da banda e responsável pela nota contra a biografia) – Entrevista gravada
Mario Caldato Jr (produtor dos discos da banda) – Entrevista gravada
Pedro Nicolas (ex-tour manager da banda) – Entrevista gravada
Ronaldo Pereira (primeiro empresário da banda) – Entrevista gravada
Seu Jorge (ex-percussionista) – Entrevista gravada
Zé Gonzales (ex-DJ da banda) – Entrevista gravada
Rafael (ex-guitarrista da banda) – Entrevista gravada
Renata Lopes (ex-funcionária da Na Moral Produções nos anos 1990) – Entrevista gravada
Bruno Pederneiras (atual guitarrista) – Entrevista por e-mail
Daniel Ganjaman (ex-guitarrista e tecladista) – Entrevista por e-mail
David Corcos (ex-roadie e produtor de músicas da banda) – Entrevista por e-mail
Germany Ribeiro (técnico de monitor da banda) – Entrevista por e-mail
Pedro Garcia (atual baterista) – Entrevista por e-mail
BNegão, que o autor considera realmente peça muito importante na história da banda, foi procurado por mais de uma vez; no entanto, não foi possível ouvir o seu depoimento por conta de incompatibilidade de agenda do artista. Claro que é uma ausência importante, mas o autor entendeu que o material reunido já era mais do que suficiente para contar a história da banda. Aguardar mais tempo por Bnegão seria falta de respeito com quem encontrou espaço na sua agenda para colaborar. Se mais alguém ficou de fora e considerou que deveria estar no livro, pedimos desculpas pela omissão, que certamente não foi voluntária.

2. Os áudios das entrevistas gravadas estão bem guardados com o autor e a editora e estão totalmente disponíveis para a imprensa.

3. O livro tem 496 páginas; dezenas de fotos inéditas de bastidores, e 116 pessoas participaram de sua produção, seja como entrevistados, seja cedendo fotografias ou documentos. Ao contrário da produtora, que chama essas pessoas de coadjuvantes, entendemos que elas são, sim, cruciais na história da banda. Este é o nono livro de Pedro de Luna, que viveu a cena do rock e do skate dos anos 90 e 2000 no RJ. Segundo o próprio D2 escreveu na sua dedicatória ao autor, “Pedro, só você poderia escrever essa história. Obrigado”. O objetivo foi sempre ouvir todos os lados da história, buscar a verdade sobre a banda com isenção e imparcialidade. Nesse projeto, Pedro se uniu à editora Belas Letras, que publicou, entre outros, as biografias de Anthony Kiedis (Scar Tissue), Paul Stanley (Uma Vida sem Máscaras), os livros de Neil Peart, Nasi, Ultraje a Rigor, Humberto Gessinger, entre outros, e ainda vai publicar ano que vem a biografia de Bob Marley mais bem avaliada pelos leitores na Amazon.

4. Em nenhum momento, ao contrário do que a nota insinua, ficou combinado que o autor permitiria acesso ao que estava sendo escrito para o empresário da banda, muito menos que ele coordenaria ou aprovaria o conteúdo. Não faria sentido nenhum a história do Planet Hemp ser submetida a qualquer censura do empresário, que tem seu próprio ponto de vista sobre os fatos – que não é o mesmo ponto de vista de outros integrantes da banda, é importante registrar. A ideia era contar a verdade nua e crua, doa a quem doer. A nota da empresa produtora da banda (que também administra o perfil da banda, e compartilhou as postagens nas páginas do Planet) só fortalece essa ideia.


5. Aos leitores, informamos que a biografia vai continuar sendo vendida e não será alterada, salvo se algum leitor identificar erros de informação, que serão corrigidos em próximas edições. Seria uma contradição que um empresário de uma banda que lutou a vida inteira pela liberdade de expressão tentasse desmerecer ou mesmo impedir a venda de uma biografia do Planet simplesmente porque ele não gostou do espaço que ocupa nela.

A história de uma banda não pertence ao empresário da banda. Ela é de todos que a construíram, no palco ou na plateia. E ninguém pode decidir qual é a história certa. Não vai ser o empresário da banda que vai dizer se ela é boa ou ruim (principalmente se ele achar que deveria ter ocupado mais espaço na história), se é completa ou não, mas o leitor. Temos a convicção de que fizemos o melhor que podíamos pelo Planet, todo mundo aqui queimou até a última ponta para entregar a história mais f* de todas para o leitor, a história que todo fã de verdade merece ler, não uma história chapa branca controlada por ninguém.”

Enfim, não cabe a nós dizer quem está certo ou errado, mas obviamente como fã ficamos imensamente chateado com esse tipo de situação. Já que foram mais de 15 anos sem a banda nos palcos e na época de ouro da banda ainda não tinha toda essa galera postando conteúdo freneticamente.

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Além do Filme, livro que conta a trajetória do Planet Hemp Planet Hemp será lançado em setembro

Fãs alucinados derrubando os muros da antiga Estação Livre da Cantareira durante um show. Uma revista em quadrinhos com apenas duas edições lançadas por conta de um processo por apologia à maconha. Saídas disfarçadas para fugir da “dura” da polícia após apresentações. Essas histórias e outras inéditas estarão na biografia da Planet Hemp, banda que completa 25 anos terça-feira.

O livro “Planet Hemp: mantenha o respeito” será lançado em setembro pela editora Belas Letras. O autor por trás da obra é o jornalista e cartunista Pedro de Luna. Fã de rock, ele fez os registros do primeiro show da banda em Niterói, realizado em 1996, e já acumula oito livros publicados, entre eles “Niterói rock underground”, que mostra a transição da música e seus reflexos na cidade; e “Brodagens”, que narra a trajetória do rock carioca. Foi ele, também, quem criou o movimento Arariboia Rock, que de 2004 a 2015 trouxe shows a Niterói.

Pedro de Luna relata histórias do grupo, que completa 25 anos

— A pesquisa partiu do zero. Vasculhei prêmios, shows, panfletos. Eles falavam de liberdade de expressão num momento em que isso ainda era delicado. Eram atrevidos — diz De Luna, que destaca o músico Skunk como o verdadeiro criador da banda. — Ele morreu em 1994 sem ver o sucesso do grupo. Skunk lia revistas estrangeiras e assim conheceu a Cypress Hill, que misturava hip hop com rock. Daí teve a ideia de fazer igual com o Planet.

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Planet Hemp, D2 e B Negão mandam recado a eleitores do Bolsonaro

Bnegão e D2, atitudes dos artistas dos anos 90′ ainda flora em 2018 e chamaram a atenção e a responsabilidade dos fãs no João Rock 2018, alertando o grande público do festival sobre as eleições deste ano.

O forte discurso político contra Bolsonaro, envolve a intervenção militar e racismo, citando o episódio em que estudantes da PUC-RJ atiraram cascas de banana contra estudantes negros de outra universidade; Também o discurso da família Bolsonaro, cujo vereador da cidade do Rio de Janeiro, apresentou projeto, que apenas um mandato de vereador daria direito à aposentadoria e o pai, Jair Bolsonaro falou em 2010 em esterelizar os pobres, pois assim acabariam os bandidos. Fica a reflexão!

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Ludmilla troca o namorado pelo baseado no novo clipe ‘não encosta’

Ludmilla também aproveitou o dia da cannabis para lançar o seu clipe, a música, lançada no inicio do ano era não encosta no meu baseado. Já no clipe a cantora trocou a versão para “não encosta no meu namorado”.

No entanto a versão do baseado está disponível nas plataformas digitais como o Spotify. O clipe da música “Não encosta” já conta com quase três milhões de visualizações. O baseado não é citado na letra, mas aparece em cena.

Versão com baseado

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Wiz Khalifa confirma seu novo álbum “Rolling Papers 2” para Julho

Os fãs estão ansiosos para o próximo álbum de Wiz Khalifa, Rolling Papers 2, mas não tem foi tão fácil de vir, ele já adiou o lançamento algumas vezes. No dia canabista mundial, ele resolveu dar noticias do álbum!

O chefe da Taylor Gang anunciou que seu quinto álbum de estúdio chegará às lojas dia 13 de julho. Wiz fez a revelação durante uma transmissão ao vivo no Instagram enquanto fazia o que mais gosta: fumar maconha.

O Rolling Papers 2 será o sucessor do Blacc Hollywood de 2014, que estreou no número 1 no quadro da Billboard 200 com 90k unidades. O primeiro single ‘ Something New ‘ com Ty Dolla Sign definitivamente está sendo apresentado, mas Wiz certamente deve ter algo atraente a caminho. Ontem à noite, ele lançou a faixa ‘4.20 Freestyle’ produzido por Mike WiLL Made It.

Confira o anúncio abaixo e aguarde até Julho que deve ser um dos meses mais aguardados visto que teremos diversos laçamentos.

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Jack Johnson celebra o 4/20 com uma nova musica sobre fumar maconha com Willie Nelson; ouça

Poucos meses após lançar um novo álbum de estúdio, o cantor Jack Johnson está de volta com uma canção inédita que conta uma história um tanto… curiosa.

Em “Willie Got Me Stoned”, o cantor relembra o dia em que decidiu jogar poker com Willie Nelson enquanto os dois fumavam maconha. O resultado não foi muito positivo: Nelson “tomou” todo o dinheiro do cantor, deixando-o sem nenhum trocado para pegar um táxi de volta pra casa.

Ao conversar com a revista Rolling Stone, Johnson comentou sobre o episódio:

Algumas das experiências mais memoráveis da minha vida aconteceram no Farm Aid ou outros eventos com Willie Nelson. ‘Willie Got Me Stoned’ é uma história verdadeira sobre uma dessas noites.

A canção já foi tocada ao vivo por Johnson em diversas ocasiões, mas essa é a primeira vez que a versão “oficial” dela foi lançada.

De forma apropriada, o músico decidiu compartilhá-la no dia 4 de Abril — conhecido “popularmente” como o dia mundial da maconha por ser escrito como 4/20 em países como os EUA. Você pode ouvir a canção logo abaixo.

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Música Notícias sobre maconha

O Rappa vai fazer pausa por tempo indeterminado, veja quem foram os leitores que ganharam o ingresso para o show de hoje/amanhã com BaianaSystem!

Alô leitores de Salvador e de Fortaleza, o SmokeBud trás exclusivamente o sorteio entre os leitores e colaboradores para um show exclusivo com BaianaSystem + O Rappa.  É a primeira vez que os dois grupos tocam juntos e são os últimos shows do Rappa, pois eles anunciaram uma pausa por tempo indeterminado.

Conheça os ganhadores:

Fortaleza
Lucas Moreira Victor
Anderson Duarte

Salvador
Ana Maas
Inácio José Catani

Em Salvador
O Rappa, Baiana System e Attooxxa
Data: 23 de março de 2018
Local: Arena Fonte Nova
http://www.pida.com.br/orappa-e-baiana-system/

Em Fortaleza
Local: Centro de Eventos do Ceará
Endereço: Av Washington Soares, 999 Edson Queiroz
Horário de abertura do local: 20h30
Showtime: 01h
Censura: 16 anos
https://www.facebook.com/events/325204601309348/