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Curiosidades Especiais

Drauzio Dichava: Dr. Drauzio Varella lança série falando só sobre maconha

O doutor mais conhecido do Brasil, Dr. Drauzio Varella vai começar uma série só sobre maconha. A série Drauzio Dichava, que terá lançamento no dia de hoje – 22 de abril, pontualmente às 4:20 vai abordar o uso adulto da maconha (antes chamado de “uso recreativo”). Não somente do ponto de vista científico e de saúde, mas analisando também os impactos sociais da política que envolve a cannabis. Vamos dichavar este assunto.

“Há 12 mil anos, já havia maconheiros no planeta”, assim começa o vídeo o médico mais reconhecido no país ao abordar um tema que é tendência mundial: a regulamentação da maconha.

São cinco episódios, lançados simultaneamente (colocamos todos nesse post), a nova série do Portal Drauzio Varella no entanto o episódio “O Jardineiro Fiel” que deveria ser o quinto e ultimo episódio da séria Drauzio Dichava vazou acidentalmente no UOL, o episódio em questão mostrava a realidade de uma pessoa que cultiva e vende maconha, que se autodenomina um agricultor-comerciante, mas que perante a atual lei de drogas seria preso como traficante.

O episódio conta com pessoas importantes como o historiador Mauricio Fiore, do Cebrap – Centro Brasileiro de Análise Planejamento, o Dr. Emílio Figueiredo, advogado da Rede Jurídica pela Reforma da Política de Drogas.

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Beckstage Curiosidades Especiais

Mercado Canábico: É possível trabalhar em plantação de maconha no Uruguai?

Todos os dias chegam brasileiros para fazer um passeio canábico no Uruguai com uma pergunta em comum: é possível mudar pro Uruguai e trabalhar em um cultivo de cannabis? Bom, depende de muitos fatores, vou tentar explicar o porque.

Trâmites legais

Não é bem assim só chegar no Uruguai para trabalhar com a erva. Muito antes de chegar tem que se regularizar no país, ou seja o primeiro passo é ter a cédula uruguaia, casa e roupa lavada. Só depois você pode se dar ao luxo de tentar encontrar um dos clubes legalizado, do contrário, um clube é ilegal é o mesmo que tráfico, inclusive se você for pego nele há grandes chances de ser deportado.

Atualmente, segundo o mais recente relatório oficial do Uruguai sobre maconha foi informado que há pouco mais de 107 clubes de cultivo de cannabis e todos eles tem uma coisa em comum: Eles já tem pessoas trabalhando lá!

Calma, não quero acabar com o sonho de ninguém! Mas temos que ser realista e nos atermos a alguns fatos que evidenciam que é complicado trabalhar em uma plantação ou clube de maconha ou growshop:

  1. O que é a cannabis para um Clube?
    Dinheiro! Clube é uma associação onde a galera divide os custos da produção e a lei obriga eles fecharem o balanço sempre no zero, isso não significa que não haja muito investimento para montar um clube até chegar no produto final, a maconha de qualidade do associado. O respeito e a responsabilidade com o dinheiro dos associados é a primeira premissa automaticamente descarta amadores, mas calma que já vou chegar lá.
  2. Segurança
    Se plantas são dinheiro há que proteger-las, certo? Isso faz com que os clubes busquem proteger-se de eventuais roubos. Afinal um quilo de flor é muito dinheiro! Você pode até achar piada, mas não é. O roubo de plantas não é uma novidade para cultivadores. Inclusive o Ministério do Interior aqui no Uruguai estabelece que a colheita de cannabis, artefatos e acessórios destinados ao cultivo e são propriedade privada e estão protegidos pela legislação vigente.  Inclusive, já tentaram roubar até mesmo a maconha no governo aqui no Uruguai.

    Cultivo Profissional de Cannabis requer até vestimenta especializada.
    Cultivo Profissional de Cannabis requer até vestimenta especializada.
  3. Mercado Fechado
    O fato de ter dinheiro de muitas gente envolvido e a necessidade de segurança faz com que este terceiro fator seja uma caracteristica de todos clubes. Os clubes são organizados desde um princípio então é muito raro ou quase uma sorte “ficar amigo” de um clube e ainda cair nas graças da contratação.
  4. Cultivadores Amadores vs Cultivadores Profissionais
    O fator experiência que citei acima vem agora… A menos que você seja agrônomo ou biólogo formado, ainda assim será necessário você ter uma vasta experiência com cannabis e mais, que os responsáveis pelo clube saibam disso.
  5. Mas talvez você possa trabalhar com cannabis…
    Pode ser que dê! Posso contar nos dedos o número de amigos meus conseguiram realizar este feito. Na maioria todos já eram Canabistas e inclusive cultivavam no Brasil, vieram para cá, enfrentaram vários perrêngues como por exemplo trabalhar em outras áreas até conseguir trabalhar no setor canábico.
  6. Vou aí montar um clube. #Comofaz?
    Vish, esse é outra ideia que eu vivo escutando, há também os que querem comprar um campo e plantar maconha, fazer uma comunidade autosustentável de cannabis… A galera pergunta sem pensar, isso porque fazer tudo isso envolve não só dominar as técnicas de cultivo, envolve relacionamento, muito dinheiro, conhecer a econômia local, dominar o idioma e leis locais entre outros. Difícil.
  7. Mas não desista dos seus planos!
    Não quero acabar com o seu sonho de trabalhar com maconha aqui no Uruguai (risos), por isso deixei essa parte por último. Você é o representante dos teus sonhos na terra. Faça valer essa sua vida!

    Se você está de férias no Uruguai e quer conhecer aqui. Faça um turismo canábico com o WeedTour. Recomendo!
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Economia Especiais Mundo Canábico

Startup de Turismo Canábico oferece passeios exclusivos no Uruguai

Depois que o Uruguai legalizou a maconha muitas empresas surgiram e mostraram que podem dar fôlego a diversos segmentos como por exemplo, o turismo. O Portal da Cannabis conseguiu ir até lá e conversar com Dan Novaes, diretor operacional e co-fundador da empresa de turismo canábico, Weed Tour que nos contou porque a empresa hoje é pioneira no turismo cannabico uruguaio.

Dan é formando em Gestão Financeira pela Universidade Potiguar, trabalhou para diversas instituições financeiras no Brasil e no Uruguai se dedica ao turismo cannabico e consultorias financeiras para clubes e hosteis em Montevideo.

Portal da Cannabis: Porque o Weed Tour é um sucesso?
Levantamos alguns dados curiosos, com ano de funcionamento e um investimento inicial de aproximadamente 4000 dólares tornou o Weed Tour uma agência de turismo cannabica com a maior com maior êxito e procura na atualidade, em baixa temporada foram registrados cerca de 20 turistas brasileiros mensalmente realizando algum tipo de experiência cannabica com a plataforma, os serviços variam entre 80 dólares até 500 dólares, isso depende do que o cliente esteja procurando afirma Dan Novaes.

Segundo o Dan, a empresa oferece pacotes para diversos públicos e deverá alcancar uma média de 200 turistas comprando algum tipo de serviço nesse verão. “Nós fornecemos pacotes de todos os tipos, desde um conhecimento cannabico profissional até experiências recreativas”.

No verão passado o Uruguai bateu recorde de turistas e nesse ano estima-se um novo record. Isso faz com que os números de Dan sejam bem sinceros, “hoje a empresa WeedTour está avaliada em mais de 40 mil dólares, o que supera as nossas expectativas quando criamos a empresa. A nossa projeção para 2019 é que alcance um fluxo de caixa de 100 mil dólares.”

Qual o diferencial e o que fez o Weed Tour se tornar pioneiro no turismo cannabico no Uruguai?

Dan: Exclusividade! Planejamos muito bem todos os serviços e valores, no ínicio ficamos um pouco assustados com os valores pois aqui no Montevideo tudo é baseado no dólar, então para pagar nossa equipe, transporte, guias também precisa ser na mesma moeda. Achamos que isso ia pesar muito para turista brasileiro, foi então que focamos em ser um serviço exclusivo e o único que pode ser contratado em qualquer dia da semana, isso fez com que os turistas valorizassem o serviço que ofertamos.

Olhamos no site e não há um tour para grupos ainda, como funciona?

Dan: Então, hoje tentamos realizar o tour com no máximo três pessoas, como disse o serviço é exclusivo, fazemos o máximo para que o turista disfrute da experiência canábica, muitas vezes vamos buscar no aeroporto voltamos fumando uma flor e conversando, tentando entender a necessidade daquele turista. Nós orientamos em todos os aspectos desde uma boa casa de câmbio, até um restaurante legal e fazemos umas paradas legais para tirar fotos, nossos pacotes duram até cinco horas e disponibilizamos água, suco e lanches como alfajores ou frutas.
O diferencial dos pacotes é que não é nada engessado, o turista pode escolher não fumar e se deliciar em um jantar canábico por exemplo ou então relaxar em uma massagem com óleos de maconha.

Hoje muitas empresas apoiam o Weed Tour de alguma forma no Uruguai? Como funciona a concorrência?

Dan: Sim claro, hoje temos parcerias pousadas como o Puerto Maria que fica no bairro nobre de carrasco e hosteis no coração de montevideu, temos também parcerias com Grow Shops como a Hemp Passion e a TuCultivo que nos ajudam em diversos pontos, eu adoro os caras eles são incríveis e trabalham com a mesma humildade e profissionalismo que respiramos aqui no WeedTour. Também fazemos workshops com o WeedCloud que é nosso professor nato de extrações, pioneiro no uruguai no ramo e tem também a Expocannabis que acontece no final do ano e, ainda cuidamos com muito carinho de outras plataformas como pelo Micasa420. Enfim, isso faz não desperdiçarmos tempo pensando na concorrência e sim em fortalecer os laços que já temos e criar novos roteiros canábicos – eu confio cada vez mais no trabalho que estamos fazendo quando um turista termina nosso tour e afirma que vai recomendar aos amigos, e é isso que nos deixa feliz.

Quantas pessoas trabalham no Weed Tour hoje?

Dan: Hoje trabalhamos com uma equipe de 10 pessoas, 4 fazem parte do transporte, temos disponíveis quatro carros, uma van e um ônibus agora para a temporada de verão.

E podemos esperar muita erva boa nesse tour?

Dan:  Risos… sim claro, hoje como todos sabem o turista não pode comprar erva aqui no Uruguai, mas o convite a degustação não é ilegal, no nosso tour fazemos questão de apresentar as melhores espêcies de cannabis para que os nossos turistas possam apreciar o que os uruguaios estão cultivando. Além disso, fumar um no bairro mais nobre e com uma das vistas mais lindas de Montevideo é um prazer inenarrável.

O WeedTour.net também está no instagram @weed.tour  também para quem quiser acompanhar.

 

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Ciência e Saúde Destaques Especiais Notícias sobre maconha Tecnologia Maconha

REAJA: Startup brasileira lança produto capaz de identificar Canabidiol

Foto page facebook Reaja

Tivemos a satisfação em poder conversar um pouco com um dos idealizadores de um produto que vem tendo destaque no mercado Cannabista brasileiro, estamos falando de um produto que identifica na planta a presença da substância Canabidiol.

Segundo Fabiano, a ideia surgiu no ano de 2015 quando seu Sócio, James Kava, se encontrou com Bruno Logan, no Congresso Internacional sobre Drogas em São João Del Rei no ano de 2015. Nessa oportunidade conheceram mais sobre a importância e carência de reagentes para identificação de substâncias.

Ainda segundo Fabiano, o REAJA CBD veio para cobrir um mercado ainda inexistente no país e principalmente auxiliar cultivadores e pacientes que fazem o uso da maconha medicinal a identificarem a presença da substância na planta.

Por exemplo, dentre as muitas variedades de Cannabis de uso recreativo,  apenas poucas possuem teores de CBD acima de 2%. Plantas com alto teor de CBD tornam-se raras, sendo necessária uma identificação para diferenciar as plantas.  (Não ha relação entre sativa ou indica com a concentração de CBD ou THC), para este caso, o REAJA CBD mostrará para o usuário por meio de uma cartela de reação em cor (amarelo e roxo), a presença do Canabidiol. Esse teste não tem nenhuma relação com a concentração de THC

Foto Fanpage Reaja

O frasco que protege os produtos é resistente a quedas e garante a segurança do usuario A tampa foi pensada para que o teste fosse feito nela própria e podendo ser lavada para ser reutilizada em novos testes. Acompanhando, vêm um par de luvas, manual de instrução e cartela com demonstrativo de cores para análise se há ou não Canabidiol.

Infelizmente, segundo Fabiano, o REAJA CBD ainda não traz em teste a possibilidade de mostrar em porcentagem  a quantidade de Canabidiol presente na planta, porém, diz que este será o futuro do produto em versão final e que a equipe de desenvolvedores está trabalhando para isto e no desenvolvimento de um teste para thc.

O REAJA CBD é produzido na cidade de Curitiba-PR, custa 35 reais e pode ser encontrado na Legalize Já ou quem preferir pode adquirir diretamente do laboratório o REAJA CBD pode ser encomendado diretamente pela página do Facebook REAJA o preço é o mesmo.

 

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Educação Especiais

TV: Não perca domingo a noite o documentário Cortina de Fumaça!

No último domingo à noite, o programa ideal foi assistir ao documentário “Cortina de Fumaça” (2010) na TV. Exibido pelo ótimo Canal Curta! (saiba onde assistir clicando aqui) o documentário dirigido por Rodrigo Mac Niven aborda de maneira ampla e contundente o momento histórico em que surgiu uma perseguição às drogas (álcool, ópio, cannabis, etc) a nível mundial.

E vai até os tempos atuais, onde coloca em cheque a política de combate às drogas e mostra que novas ideias são urgentes.

Curiosidades interessantes sobre o uso da cannabis para a confecção de papel e sua propriedades de cura e combate ao câncer também estão no roteiro.

O Canal Curta! volta a exibir o documentário “Cortina de Fumaça” nas datas abaixo: 

18/12/2017 16:30h
19/12/2017 10:30h

Mas também pode assistir no Youtube, jah!

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Curiosidades Educação Especiais Jogos para Maconheiros Mundo Canábico

3D: Esse mapa interativo vai fazer você descobrir todas as espécies de maconha da galáxia

Imagina descobrir todas as espécies, nomes e características e propriedades medicinais de maconha de mais de 80 países. É o que faz o Pyhlos Galaxy um outro tipo de Mapa da Maconha, criado pela empresa americana Phylos BioSciente que trabalha especificamente com a genética da maconha.

Como a Cannabis Evoluiu?

Com essa pergunta em mente o professor e geneticista de plantas do Museu de Plantas de História Natural, Rob Desalle e o apoio da Phylos, compilou e tratou todas essas informações. Já pra construir a galáxia também foi necessário amostras de maconha coletadas em todo o mundo.

Entendendo a Galáxia da Maconha

Pra entender o funcionamento é bem simples, cada estrela é um tipo de maconha e a distância mostra o quão próximo está uma genética da outra. Já as cores representam a família ou variedade. O resultado vocês já sabem… o sonho canabista de cultivar todas.

Site: http://galaxy.phylosbioscience.com/

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Colunas Destaques Especiais Humor Passando a Goma

NSFBA (Não Sei Fazer Baseados Anônimos)

– Faz um beque pra gente.
Toda vez que esse pedido era feito sentia um calafrio subir as espinhas. As mãos suavam e a boca secava. Durante dezesseis anos sempre invetou inúmeros desculpas para não ser o bolador da vez. As vezes dizia que tinha o direito de não enrolar o baseado porque levado a massa. Por outras afirmava que ninguém ia gostar de fumar num pastel. Em raras vezes falava a verdade.

– Eu não sei acochar um beque.
– Como assim?
– Não sei, porra.
– Mas você fuma maconha desde a adolescência.
– E daí? Fumar é mais fácil do que fazer.

E sempre foi. Da primeira fez o baseado já chegou prontinho. Na praia, depois da aula, com o sol na cara. O primeiro fininho nunca se esquece. Da mesma forma que nunca tirou da memória toda a destreza da amiga que fez aquele beque.

Dechavou rápido com os próprios dedos, deixando as unhas pintadas de vermelho sujas. Tirou a seda com uma única mão e com a outra despejou o mato. Ele se distraiu e quando voltou a atenção para ele o baseado estava pronto. Apertadíssimo, fechado e sem piteira.

Depois daquela primeira tragada pegou gosto pela erva, mas nunca a habilidade de colocar o conteúdo dentro do papel, girar entre os dedos, passar a língua e começar a fumar.

Usuário assíduo não fazer o próprio beque lhe causavam alguns transtornos. Quem sempre o salvava era o porteiro do prédio. Em troca de 20 baseados bolados, ele deixava sempre 20% da paranga que comprava. Se sentia extorquido, mas também existem maconheiros capitalistas e negócios são business.

Um bolador pode salvar a vida? Conheça…

Apelou para a maquininha da OCB que prometia ser a coisa mais simples do mundo na hora de fazer um cigarrinho fininho e justo. Era só botar o mato dichavado entre as roldanas, colocar a seda no meio deles, girar as roldanas para lados opostos e voilá, estaria pronto o mais apertados dos baseados do mundo. Naquele videozinho parecia simples, mas, na prática, nunca deu muito certo. Caia mais maconha em cima da mesa do que dentro da seda e os cigarros nunca fecharam direito.

Como fazer manualmente, da forma tradicional, era algo fora de cogitação, passou a fazer coleção de bongs, pipes, e produtos não manufaturados que pudessem suprir o desejo de fumar unzinho de boa. Mas carregar todos esses equipamentos para fora de casa nunca era muito fácil. E caia sempre no dilema de ter que ter sempre alguém a espreita para auxiliá-lo na simples missão de dar bons tragos.

Atualmente, ele tem buscado ajuda especializada e procura fazer cursos de origami, bordado, cultivo de bonsais, pintura em tecido, corte e costura e outras cursos que exijam extrema habilidade manual. Outra coisa que ocupa a sua cabeça é a certeza de não ser a única pessoa do mundo com problemas em bolar baseados, por isso está procurando indivíduos que tenham o mesmo problema que ele para montar um grupo de auto-ajuda. O NSFBA (Não Sei Fazer Baseados Anônimos).

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CannaBeast Especiais

Introdução ao Cultivo de Cannabis – CannaBeast

Fala, rapazeada!!! Nós da crew da Cultiva Growshop estamos invadindo o SmokeBud e é por um bom motivo. A partir de hoje, numa monstruosíssima parceria, vamos trazer pra vocês conhecimento canábico de primeira e com total exclusividade. A nossa mais nova coluna aqui vai ser quinzenal e vai chegar de drone de Floripa para o mundo, aterrisando aqui pontualmente nas quintas-feiras.

Nosso objetivo aqui é fazer com que você saia um canábista formado e diplomado na arte do cultivo, pode chamar esse mais novo espaço aqui no site de CannaBeast. Você com certeza não vai querer perder essa mais nova collab que promete incendiar muito verde daqui pra frente.

Se você ainda tá aqui me lendo provavelmente é porque quer aprender a cultivar cannabis ou está interessado em um tutorial sobre cultivo indoor online que facilite o entendimento e que te ajude a cultivar uma das melhores ervas do mundo dentro de casa.

Iremos te ensinar desde a introdução ao cultivo indoor à germinação de sementes, até as técnicas avançadas e dicas dos maiores growers do mundo. Então sit back, relax e chega junto nessa jornada em busca do bud de ouro. Mas antes disso, queremos te lembrar que o espaço dos comentários logo abaixo é seu e serve pra você tirar dúvidas, dar sugestões, levantar um debate ou criticar a gente também (nesse caso vamos te xingar e apagar seu comentário). A gente promete que vai ler tudo, responder com carinho e dialogar com vocês de forma real aqui na coluna.

Nesse post inaugural da CannaBeast vamos falar sobre alguns aspectos gerais da cannabis e uma pequena introdução do seu cultivo. Apesar do que você possa ter ouvido falar por aí, cultivar sua própria maconha é uma tarefa fácil quando se tem uma fonte de informação correta. Qualquer pessoa com vontade de iniciar seu primeiro cultivo indoor ou outdoor e que dispuser de alguns minutos diários para dedicar ao aprendizado e a prática, pode em algum tempo ter a experiência necessária para cultivar maconha de alta qualidade e quem sabe até se aventurar nas copas de cannabis que ocorrem no Brasil e no mundo. Let’s grow!

Cultivo de cannabis

Antes de mais nada, vamos de conhecimento básico. A cannabis é uma planta dióica, ou seja: ela possui uma planta fêmea e outra macho. O macho produz sacos que contém pólen e a fêmea produz flores.

Planta maconha fêmea
Planta cannabis fêmea
Maconha Macho!
Planta cannabis macho

 

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Ativismo Destaques Especiais Marcha da Maconha Notícias sobre maconha

Qual é a história do maior maconhaço ou a maior marcha da maconha do Brasil?

Ano passado São Paulo fez história, a Marcha da Maconha fez história. O movimento popular pela mudança da política de drogas do país levou seguramente mais de 40 mil pessoas as ruas.

Ano passado na semana que ocorreu a Marcha conseguimos ter uma conversa com o  Felipe Barros, Ator, Maconheiro e Socio Diretor na NaVeia Filmes – Ele é um dos responsáveis pelo video Maconhaço , O viral que é quase um “tutorial ao ato” e chamou a internet brasileira para a primeira manifestação grande após o impeachment, a Marcha da Maconha. Só liberamos a entrevista completa agora pela data especial e pra lembrar vocês que tem Marcha da Maconha no começo do mês que vem!

O Viral – Maconhaço


Em uma conversa rápida por facetime, e abri a pauta aqui da nossa redação que você confere agora.

Felipe Barros, Ator, Maconheiro e Socio Diretor da NaVeia Filmes
Felipe Barros, Ator, Maconheiro e Socio Diretor da NaVeia Filmes
Você viu toda a galera lá, fazendo o ato né
Você acha que você teve um pouco de culpa disso?

– Todo mundo fez o que estava propondo o vídeo. Cara foi louco, arrepiou. Hahahhaha. Sem viôlencia, esquerda direita e todas as raças, todos os movimentos, a periferia. Tucannabis. Todo mundo compartilhando suas velas.

Irado! E a produtora que você tem, quanto tempo ela tem?
Vocês já fizeram outros trabalhos sobre maconha?

Temos a produtora desde o ano passado, somos quatro socios, artistas.
Já fizemos na marcha da maconha do ano passado um micro-documentário sobre o uso medicinal.

E qual é a brisa da produtora?

A nossa brisa é fazer um cinema sei lei, sem nada. E sempre mostrar o quanto a mídia é tendenciosa e nós que produzimos e temos a capacidade pra tratar do assunto devemos faze-lo. A nossa produtora tem atualmente dois atores e um diretor de fotografia.

Como vocês chegaram na Marcha da Maconha?

Chegamos na marcha da maconha através do bloco feminista e nessa marcha vimos as meninas mostrando grande representatividade e conduzindo a galera. Nós encontramos  uma forma de fortalecer a marcha, depois de várias reuniões de organização e de sempre manter a horizontalidade da ideia.

Vocês fizeram parte de algum coletivo?

Você sabe como é a marcha, você vai para uma reunião e você já é da marcha. Nisso participamos e corremos junto com todos, inclusive com vários coletivos como DAR e todos os outros.

Quanto tempo foi pra fazer tudo isso?

Documentário, entrevistas, um mês.

O que paga a suas contas e a da produtora?

No cotidiano, fazemos trampos institucionais o foco é cinema. Eu sou ator, socio diretor e escrevo editais pra fazer produção.

Como foi o brainstorm do maconhaço?

Nós já tínhamos participado com a Marcha passado com o documentário sobre o Medicinal e a marcha tinha uma ideia de levar o maconhaço para os jornais, mas era meio surreal eles publicarem. Esse ano a marcha disse que ia parar de velar a ideia do maconhaço. Foi então que pensamos em falar de forma ficcional e floreamos um pouco sobre o porque ir na marcha. Após três dias pensando e depois de ir pra uma peça – sou ator, foi que resolvi a ideia.

Quanto tempo foi pra produzir o Maconhaço?

Super rápido. Foi menos semana de Brainstorm, na terça gravamos, editamos na quarta e passamos pra Marcha na quinta. O video foi lançado na quinta e a marcha no sábado a tarde.

Wow super rápido e que você acha de conseguir realizar isso?

Muito bom, a galera passou a conhecer outros trabalhos que realizamos, inclusive com outras causas sociais, até mesmo o documentário do ano passado está rendendo mais visualizações e a galera ta passando a falar na rua e é bom lembrar que foi um vídeo feito sem dinheiro. Quase um “Coletivo Independente de Cinema” (risos)

E essa próxima Marcha da Maconha, você acha que 100 mil?

Espero que a próxima marcha da maconha seja pra gente celebrar, que temos outras lutas, temos outras coisas no Brasil que precisamos mudar. E já passou o tempo de mudar.

Recebemos uma mensagem sobre o video, que seria mais mais sensato do maconhaço.

E como foi a relação da polícia?

Sem treta nenhuma, nem tinha quase policiamento. A marcha fez um desconvite para policia. Comissão de segurança da marcha da maconha faria a sua própria segurança.

Mas sabemos o fato que a Marcha era o primeiro grande manifestação social após o impechament, o novo ministro da justiça . Entregamos os documentos consolação.

Eu vi um amigo meu na marcha, ele é policial e estava lá. Fuma um, tranquilo.

O que você diria pra uma pessoa que nunca foi em uma marcha?

Vá na marcha, é divertido, é política. É uma maneira de você ir falar de política e se divertir, um som de qualidade. É a marcha de todas as marchas, se informe, vá na marcha. E vamos levar essa informação que maconha é mato e curte a pagina da Naveia filmes..

Na pontinha…
Sempre pode ser maior! Agora que vocês já sabem tudinho, participem da próxima marcha da maconha da sua cidade! Não esqueçam a maioria acontecerá daqui duas semanas 06/05 – mês que vem! Confere ai o calendário canábico de tudo que tá rolando sobre a verdinha no mundo.

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Curiosidades Especiais Notícias sobre maconha

Quem fuma mais: Snoop Dogg ou Wiz Khalifa?

No tour de chicago, ano passado, Snoop e Wiz fizeram um torneio de “carica”, “carioca”… Sabe aquela “prensada” cuja a regra é só soltar quando a sua vez chegar? Pois é, adivinha quem ganhou?

Na pontinha…
A revista Aquelas tem um artigo que explica que prensar muito tempo não chapa mais. A maconha demora apenas 3 segundos para chegar ao cérebro então toda excessão é absorvida pelo pulmão e o que você sente provavelmente é o pulmão cheio de fumaça e falta de oxigênio.

Lembre-se: o ato de fumar faz mal!