Um dos pontos de debate gira em torno do uso terapêutico da Cannabis em crianças

Mykayla vive na cidade de Pendleton, em Oregon, e toma duas doses diárias enormes de THC concentrado, o equivalente a 9 gramas do tipo mais forte de maconha medicinal. Ela consome a substância oralmente, no formato de cápsulas.

“Faz eu me sentir com energia e feliz”, diz a garota. “Às vezes, eu deixo um pouco na minha boca, para sentir o sabor.” As informações são da Vice, que contou a história de Mykayla em um curto documentário disponível em inglês.

Segundo os pais da garota, o tratamento diminuiu radicalmente os efeitos colaterais da quimioterapia. “Assim que tomou a primeira dose, ela sentiu fome e sorriu. Tínhamos nossa bebê de volta”, diz Erin Purchase, mãe da garota.

Um dos principais pontos de desacordo nesse debate é sobre a dose limite nesses casos, além do controle sobre a produção da substância. No caso de Mykayla, o THC vem de uma fábrica caseira, instalada na garagem de um produtor local.

“Há muitas pessoas que acham que crianças não deveriam consumir Cannabis, incluindo o governo federal”, diz Mike Mullins, responsável pela produção. “Mas achamos que é mais importante salvar a vida de uma criança do que se preocupar com o fato de ela ter THC em seu corpo.”

Assista o documentário produzido pela Vice em inglês*

Via Exame Info

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  • Michel Araujo

    Mykayla e qualquer outra criança do mundo mercem ter uma melhor qualidade de vida e se a Cannabis lhe proporciona isso que seja usada sempre que necessário.